quarta-feira, 30 de novembro de 2005
Não crucifiquem o chouriço
E pronto, um tipo anda uns tempitos metido nos copos e quando regressa depara com a bela da polémica instalada em território lusitano.
E logo com os chouriços, por amor de Deus!
Ficamos a saber que não se pode comparar um crucifixo a um chouriço em Portugal (será pecado?).
Seria bom, contudo, que fosse possível crucificar alguns "chouriços" que eu cá conheço, mas, infelizmente, ninguém parece disposto a tal procedimento!
No âmbito da liberdade religiosa que caracteriza a nossa valente e imortal nação, já existe quem condene a existência de crucifixos nas escolas públicas!
Cá por mim, tal em nada influencia as tendências religiosas de cada um: então quem trabalhasse num local cuja janela desse para uma igreja católica, só de a ver todos os dias teria tendências para a prática do catolicismo? E um tipo que trabalhe ali para a Praça de Espanha e tenha de ver todos os dias a mesquita ali existente passaria a ter o incontrolável desejo de abraçar a fé muçulmana?
(Notem bem que existe a palavra fé a separar, nada de confusões).
Sinceramente, entendo que existem questões bem mais polémicas e a necessitar de discussão do que toda a celeuma provocada pelas declarações da nossa Queen Drago!
Ou então, querendo, discutam a sugestão de um industrial do sector de enchidos com visão estratégica que ontem me fez companhia num digestivozito mais prolongado na Taverna, o qual já está a pensar em proceder ao fabrico de chouriços em forma de crucifixos e de outros objectos de cariz religioso para pendurar nas escolas públicas, sinagogas, igrejas, mesquitas, templos hindus, mosteiros budistas, and so on, tendo encetado já contactos com os vários líderes espirituais mundais no sentido de os exportar em larga escala!
Isto, meus amigos, é que é ter olho para o negócio!
E acompanhem os ditos enchidos com o belo do Tinto, pois então!
Hic Hic Hurra
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11:44:00
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Afinal, o Bloco também discrimina!
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Marquês
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11:20:00
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segunda-feira, 28 de novembro de 2005
Sobre os homossexuais
Gostava de deixar aqui claro que não é minha opinião que a homossexualidade seja algo de mau em si mesmo e, diga-se em abono da verdade, não é coisa pela qual um verdadeiro homem se sinta ameaçado.
Os homossexuais, vulgo “bichas”, “gajos que pegam de empurrão” ou “jogadores de basket”, prestam até um grande serviço aos homens de verdade, saindo do circuito da concorrência pelas fêmeas disponíveis e aumentando assim as possibilidades dos machos lusitanos.
É caso para dizer que quantos mais mariconços houver mais sobra para nós, pelo que até devíamos proteger essa espécie, tão frágil e útil, das agressões de que são constantemente alvo...ainda que isso represente uma perda da receita fiscal...perde-se em impostos, ganha-se em gajas caneco!!!
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ENGº. Viriato
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19:37:00
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Ele há coincidências...
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Marquês
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16:46:00
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A propósito do cavaquíssimo "Portugal precisa de Si"
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Marquês
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15:03:00
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sexta-feira, 25 de novembro de 2005
Mais uma diferença entre um homem e uma mulher
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Marquês
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12:59:00
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As intermitências da morte
O que me faz escrever sobre Saramago hoje foi o conhecimento da sinopse da nova obra, idêntica à do título deste post.
A Morte vai de férias, com todas as repercussões daí advenientes para o mais comum dos cidadãos.
Pensei cá para mim que a coisa não era nova. O "Ensaio Sobre a Cegueira" tinha uma sinopse original. Este livro não. Parecia-me que tinha cá em casa um jogo para computador com essa ideia. E não me enganei.
"Discworld 2" é um jogo para computador datado de 1996, ainda para o velhinho Windows 95, que tinha na sua génese o mundo mágico e fantasioso criado por Terry Pratchett, o Discworld. A história começa com a decisão da Morte em ir de férias, cabendo ao anti-herói da história, um feiticeiro incompetente chamado Rincewind, convencê-la a regressar das férias. No âmbito de um dos melhores argumentos humorísticos para jogos de computador que já vi, com a participação vocal de Eric Idle, dos "Monty Python", a Morte aceita regressar de férias com a condição de Rincewind conseguir torná-la bem vista aos olhos da população. Daí até transformar a Morte numa estrela de cinema vai um pequeno passo.
Embora aproveitando a ideia inicial, duvido que Saramago tenha também transformado a Morte numa estrela de cinema durante a sua história.
Será que Saramago também se dedica aos jogos de computador nas horas livres?
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Marquês
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quinta-feira, 24 de novembro de 2005
Só para que conste...
"O vinho deve ser considerado como a mais sã, a mais higiénica das bebidas"
Pasteur, 1822-1895
Hic Hic Hurra
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14:19:00
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Doação de órgãos
Li hoje num pasquim (esta foi à Baptista-Bastos) que o Governo prepara nova legislação que irá permitir a doação de órgãos entre cônjuges.
Caramba, então querem lá ver que eu, antes de me divorciar da minha Maria Augusta, por motivos que não quero ver revelados assim na praça pública, mas que consistiam sobretudo nas minhas ausências nocturnas e no meu hálito a vinho, andei a doar-lhe o meu órgão ilicitamente?
E ela também me doou o dela a mim dessa forma?
Cuidado pessoal casado, tende muita cautela... não ides registar vossos filhos pois, quem sabe, tereis de pagar ao Estado um qualquer tributo, por ter havido uma doação ilícita de órgãos entre cônjuges!
Eu cá, com legislação ou sem ela que o permita, irei continuar a doar o meu órgão a quem o queira (desde que eu também assim o queira, é claro)!
Hic Hic Hurra
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14:03:00
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E se fosse na Serra da Estrela? (Estão todos a pedi-las)
Os guardas florestais que vigiam a zona da Serra da Estrela andam totalmente intrigados com uma série de actos de vandalismo que ocorreram recentemente.
Com efeito, alguém tem andado a, a coberto da noite, deitar fogo às ovelhas que pastam naquela Serra.
As investigações prosseguem a bom ritmo, tendo o Responsável Máximo da Guarda Florestal declarado, a quem o quis ouvir, que a barbárie tem deixado visíveis marcas nos rebanhos. Agora, os pastores não conseguem sequer convencer as ovelhas a deixar o leito dos rios ou a margem dos lagos onde antigamente apenas íam beber água. Afirma que, numa notável demonstração do que é o espírito de inteligência animal, as pobrezinhas recusam-se a arredar patas daqueles locais, pois compreendem que a sua sobrevivência depende daquela atitude.
As investigações prosseguem a bom ritmo, tendo sido criada uma linha especial de investigação, contando a Guarda Florestal com a colaboração de efectivos da GNR de Seia, bem como com o auxílio de muitos populares que se mostram indignados com o sucedido.
A verdade é que todas as noites se dá conta de uma ou mais ovelhas incendiadas.
O Governo apresta-se a declarar a situação como de calamidade nacional, o Ministro da Agricultura já disponibilizou apoio psicológico para os familiares das vítimas incendiadas, garantindo que foi criada, igualmente, uma linha de crédito especial destinada a suportar os custos com a remoção e posterior encaminhamento dos restos mortais.
O Primeiro Ministro já revelou toda a sua consternação com o sucedido e o próprio Presidente da República, que se encontra ausente do país, já enviou uma mensagem onde expressava todo o seu pesar.
Notícias de última hora, dão-nos conta que se encontram detidos todos os pastores fumadores da Serra da Estrela, para interrogatório.
Aguardam-se posteriores desenvolvimentos, de que daremos prontamente conta aos leitores, naquele que passa a ser o drama, a tragédia e o horror do dia-a-dia lusitano.
Nas próximas edições: entrevistas com alguns pastores e, dependendo da chegada do fato de mergulhador a tempo para tal, com algumas das ovelhas que se encontram barricadas nos pequenos lagos e riachos da Serra.
Hic Hic Hurra
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Bottled (em português, Botelho)
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13:46:00
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Maratonas Sexuais
Título sugestivo, não é mesmo?
Mas ajusta-se ao que passo a descrever tal como o preservativo se ajusta à... parte envolvente do mesmo!
Estava eu ontem a acordar de mais um desvario vínico, já habitual em mim, quando sou surpreendido com um lusitano que me vem oferecer um jornal.
Pensei logo para com os meus botões: ó Zé, aqui há gato! Neste país ninguém te dá nada, mas que raio quererá isto significar?
Ainda olhei bem para o dito jornal, não fosse constar do mesmo, colado com fita cola, uma canetita ou um isqueiro com os dizeres: fique com este objecto e ajude-me com o que puder dar, mas não... nada disso!
Tentei ir atrás do luso que me havia ofertado o dito cujo mas, no meu estado, o melhor que consegui foi cambalear desvairadamente de encontro a um irrequieto poste de electricidade que teimou em vir mesmo de encontro a minha cabeça, de maneira que ali fiquei, sentado, encostado ao poste que, nessa altura, estranhamente, permaneceu inerte (talvez para gozar com a tristeza dos outros, depois do mal que tinha feito!).
Como não tinha mais nada para fazer, lá fui folheando o dito jornaleco, cujo nome não irei divulgar porque acho que não devo fazer esse Destak relativamente aos demais.
A páginas tantas, e para além de notícias sobre leite com ITX (ainda se fosse Vinho com Gasosa) e, já que falamos de leiteiras, do futuro enlance matrimonial entre a Figueira e o Peixoto, eis que a minha atenção é captada pela seguinte notícia: ao que parece, o Robbie Williams e a Naomi Campbell tiveram uma relação escaldante, ao ponto de ficarem trancados num quarto durante 48 horas!!!!
Meus amigos, volto a repetir: 48 horas!!!!
E, subentende-se da notícia, foram 48 horas de macacada ao mais alto nível, de uma forma tal que até mesmo os verdadeiros primatas se sentiriam envergonhados (estou mesmo a imaginar o Gorila Jeremias, do nosso Zoo, a ser confrontado pela sua fêmea: ó bola de pelo, badocha, tu põe-me os olhos naqueles dois, ouviste? Contigo, se eu conseguir 48 segundos de grunhidos já me posso considerar uma felizarda!).
A coisa parece-me aterradora!
Já se imaginaram a ter 48 horas de macacadas? Não, não estou a falar do nosso Governo, que esses conseguem fazer macacadas a toda a hora e são peritos em actos sexuais de relevo para com o povo!
Agora nós????
Como teriam ficado as partes íntimas dos intervenientes?
Duvido que a Naomi tivesse ficado com nódoas negras, mas ainda assim...
E o Robbie, que dizer do pobre moço?
Francamente, o que estas estrelas de hoje, pessoal do showbizz, tem de suportar é algo a que eu nunca me habituarei!
O melhor é voltar aos copos, porque aí sim estou como a garrafa para o vinho: aguento muito mais do que 48 horas!
Deste vosso sempre amigo.
Hic Hic Hurra!
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Bottled (em português, Botelho)
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13:29:00
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Curiosidades com o patrocínio da Durex
Há coisas giras, como gosto de dizer.
9 parceiros diferentes é a média mundial nas relações sexuais, apontando-se 7 para Portugal (alguém que me diga onde estão as minhas parceiras não utilizadas, please!).
108 relações sexuais por ano é a média dos portugueses, mais perto da Grécia, líder, com 138, do que do Japão, com 45. O que significa que os portugueses medianos têm, muito provavelmente, sexo por uma vez às sextas à noite e aos sábados à noite e nos feriados ditos não religiosos. Os japoneses parecem não ter tempo para mais do que uma vez, semanalmente, ao sábado à noite, com excepção dos sete fim-de-semanas em que estão a trabalhar de turno ou aconteceu qualquer catástrofe natural.
8 por cento dos portugueses referiram ter tido experiências homossexuais. Ou seja, cerca de 800 mil portugueses. A única questão que me surge, como as coisas andam, é: Só?!
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Marquês
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12:18:00
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Como se chama a um natural da OTA? Será Otário?!
Assim, contra toda a evidência conjuntural, decidiram os Senhores de São Bento e arredores avançar já com as obras do novo aeroporto. E para tal contam que sejam os privados a chegarem-se à frente com o grosso do investimento, o que não é certo porque os privados não gostam de deitar dinheiro fora, ou até mesmo lançar uma nova taxa sobre os cidadãos para serem eles a “arrotar bife” outra vez, o que é garantido porque em Portugal mal se fala de uma nova taxa ou imposto e eles estão logo aí a morder-nos a carteira.
Pagámos a Expo 98 para agora os ricos lá viverem, pagámos o Euro 2004 para os Jogadores ricos lá jogarem e, como não bastasse, vamos pagar um aeroporto internacional para os espanhóis poderem colonizar-nos mais facilmente e levar o nosso dinheiro para a terra deles, que é cada dia mais rica.
E não fazemos nada!!!
Seremos todos otários??!!! É que pelo menos isso justificava a escolha da OTA por parte dos Chulos!!!
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ENGº. Viriato
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07:49:00
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quarta-feira, 23 de novembro de 2005
E porque não também um prémio para a Enid Blyton?
A coisa foi até à minha infância. E de repente veio-me a Enid Blyton à mente.
Quase todos nós, independentemente das sucessivas gerações, lemos os "Os Cinco".
Havia os "Sete", as "Gémeas" e a colecção "Aventura", sendo que esta última sempre me fez pensar que Enid Blyton deveria ter experimentado o género policial mais adulto.
Mas os "Cinco" sempre foram os principais heróis e os mais conhecidos da obra de Enid Blyton. Sobretudo porque também foram os primeiros a serem adaptados para televisão, nos finais dos anos 70, princípios dos anos 80.
E muito de nós, logo no início, sempre achamos esquisito aquela coisa da Georgine querer-se chamar George. Ou, na versão portuguesa, a Maria José querer ser tratada por Zé. Sim, é verdade, as traduções naquela altura já eram excelentes na transposição dos nomes.
A Georgine ou a Maria José queria ser um rapaz. Vestia-se como um rapaz. Comportava-se como um rapaz. Fazia tudo o que um rapaz fazia, muitas vezes melhor. E essa situação manteve-se até ao final da colecção dos "Cinco", quando a Georgine/ Maria José já tinha praticamente dezoito anos.
Apenas nas duas últimas obras dos "Cinco", Enid tentou efeminizar um pouco a personagem. Todavia, já era tarde demais. Já tinha feito durar em excesso as características da personagem na sua evolução etária.
Enid Blyton nunca deu qualquer opção sexual à personagem. Também não o poderia fazer tendo em conta o público alvo das suas obras à data em que as escreveu.
Mas cheira a léguas que a Georgine/ Maria José é a personagem lésbica mais conhecida no mundo infantil, embora não o sendo em concreto.
Nunca teve qualquer namorado, embora a Ana, com um comportamento tipicamente feminino, também não o tenha tido. Só teve um cão (aquela intimidade constante com o Tim sempre me fez pensar em outras motivações).
Comportamentos femininos, nem vê-los, pese embora, como já disse, Enid tenha tentado disfarçar um bocado a coisa para o final das aventuras. A Georgine/ Maria José queria ser um homem. Ponto final, parágrafo.
Sempre pensei que se fosse o Henry Miller a escrever os "Cinco", a Maria José tinha acabado na cama com a Ana.
Enid Blyton deu à Georgine o direito de existir conforme era.
A sua obra é lida por milhões de pessoas todos os anos.
Porque não recebeu ela um prémio, a título póstumo, pela defesa dos direitos dos homossexuais?
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Marquês
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12:51:00
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terça-feira, 22 de novembro de 2005
O prémio
Terei percebido bem?
(As más-línguas decerto dirão "Ah, então foi aí que eles se conheceram!"; eu não tenho má-língua, por isso não vou escrever isso).
Isso quer dizer que é necessário namorar com o primeiro-ministro para se ganhar um prémio destes? É que eu não conheço a dita senhora de lado nenhum. Pese embora não seja homossexual.
Já o pessoal do Bloco de Esquerda esforça-se diariamente e népia, nada de prémios. A culpa é, como sempre, e a meu ver, de Ana Drago. Devia-se ter esforçado mais seriamente por se envolver emocionalmente com o senhor Primeiro-Ministro.
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Marquês
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18:02:00
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Exemplificativo
"Noutro dia, Soares decidiu cumprimentar um conjunto de jornalistas. Foi estendendo a mão um a um, perguntando-lhes qual o jornal em que trabalhavam. Chegou ao último do grupo e fez o mesmo. Resposta do visado: "O meu nome é Mário Carneiro e sou o seu assessor de imprensa".
Mais palavras para quê?
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Marquês
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12:02:00
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segunda-feira, 21 de novembro de 2005
Há fogo na taxa
Segundo este sujeito, a taxa a pagar pelos contribuintes será “simbólica” mas “ajudará e muito” as corporações de bombeiros do País. A taxa será cobrada pelas câmaras municipais. “Ainda estamos a estudar qual vai ser o valor, mas uma coisa é certa: o cidadão deverá pagar alguma coisa para ajudar os bombeiros”, acrescentou o governante.
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Marquês
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18:05:00
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Se tivesse sido na Amazónia (subtítulo "O chefe estava a pedi-la")
O delegado de polícia local confirmou a detenção à comunicação social afirmando que os dois índios foram detidos em flagrante delito enquanto friccionavam a ponta de uma pedra sobre uma das tábuas de madeira da carroça. Mais acrescentou não saber o motivo da actuação dos índios, uma vez que os mesmos se tinham remetido ao silêncio gestual.
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Marquês
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15:12:00
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O problema dos silogismos
Este domingo fui encontrá-lo na cozinha da Quinta rodeado de revistas pornográficas por todo o lado. Perguntei-lhe imediatamente que pouca vergonha era aquela, ainda mais com o pequeno marquês a cirandar de um lado para o outro.
"Bom, saiba sua senhoria que se a pornografia é relativa a sexo, sexo é prazer, prazer é felicidade, a felicidade é revigorante, e tudo o que é revigorante faz bem ao coração, logo a pornografia faz bem ao coração. Não estou a fazer mais do que seguir o conselho do meu médico e a fazer coisas que me fazem evitar ataques de coração".
Disse-lhe logo que a coisa não era bem assim, já que seguindo o raciocínio dele, "os livros do Tio Patinhas são divertidos, a diversão traz-nos prazer, prazer é felicidade, a felicidade é revigorante, e tudo o que é revigorante faz bem ao coração, logo os livros do Tio Patinhas fazem bem ao coração. Redundando, as revistas de pornografia seriam a mesma coisa que os livros do Tio Patinhas pelo seu efeito".
"E porque é que julga sua senhoria que eu tenho isto aqui?", pergunta-me ele, retirando um livro do Tio Patinhas que se encontrava meio escondido debaixo de uma "Hustler".
Estou a começar a ficar velho para certas coisas.
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Marquês
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14:20:00
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A inveja é uma coisa muito feia
Para não falar de há cerca de dois anos se ter espetado contra um muro a alta velocidade e ter saído ileso.
Ele há sujeitos que nasceram mesmo com o traseiro virado para a lua!
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Marquês
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14:19:00
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sexta-feira, 18 de novembro de 2005
Se tivesse sentido no Bangladesh
As forças da ordem não efectuaram qualquer intervenção uma vez que o país se encontra debaixo de chuvas diluvianas, típicas da actual época das monções, pelo que os jovens se encontravam completamente encharcados e nem sequer conseguiam acender os ensopados fósforos.
Vários agentes da autoridade confidenciaram à “Aldeia” que “se fartaram de rir com a situação, ainda para mais porque dois dos adolescentes escorregaram para dentro de um ribeiro e se afogaram à vista de todos”.
O porta-voz do Governo Bangladeshiano já afirmou que irão emitir um comunicado logo que as cheias baixem e deixem o inundado Ministério da Propaganda fora de água. Aquele governante foi adiantando que “não valia a pena fazer tanto barulho só para protestar contra a monotonia das refeições de arroz nas ementas da Universidade”.
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ENGº. Viriato
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18:21:00
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Post de homenagem a Saramago
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Marquês
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16:44:00
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Se tivesse sido em Portugal (parte VIII)
"AC - ... e por isso repensámos a situação e decidimos aceitar a proposta que nos foi feita.
J1 – Senhor Ministro, em directo para o Jornal Lusitano. Estava a dizer que decidiu aceitar o auxílio dos empresários da noite. Em que medida se vai processar essa ajuda?
AC – Conforme acabei de dizer aos seus colegas, os empresários da noite têm sido grandemente prejudicados com os desacatos que se têm verificado, uma vez que os seus clientes normais passaram a ter medo de saírem à noite e de irem divertir-se para os estabelecimentos existentes. Houve uma reunião com representantes desses mesmos empresários onde os mesmos fizeram notar a sua preocupação e demonstraram uma séria vontade de auxiliar-nos na célere resolução da situação criada. Por nós foi-lhes dito que necessitávamos de pessoas que pudessem, de forma temporária, auxiliar as nossas polícias na pacificação das ruas e no combate à violência que tem vindo a ocorrer. Pelos senhores empresários foram disponibilizadas as senhoras funcionárias dos estabelecimentos para o efeito, afirmando que ninguém melhor do que elas poderiam contribuir para a diminuição da violência nas ruas.
J1 – Desculpe, senhor ministro, mas quando o senhor Ministro fala em funcionárias do estabelecimento, estamos a falar de quem?
AC – Funcionárias desses estabelecimentos.
J2 – Mas estamos a falar daquele tipo de funcionárias que são emigrantes ilegais?
AC – Estamos a falar de pessoas que se disponibilizaram a ajudar o Estado Português num momento difícil e, que por isso, serão devidamente recompensadas se desempenharem as suas funções com reconhecido esforço.
J1 – Mas qual vai ser o papel dessas senhoras na resolução dos desacatos?
AC- Essas senhoras irão colaborar com a P.S.P. na resolução dos conflitos, dada a sua especial apetência para desviar o pensamento dos homens de condutas mais violentas. Aliás, e para o efeito, a fim de se distinguirem de outras pessoas ditas normais na rua, serão equipadas com o mesmo material que a P.S.P., designadamente, fardas e equipamento, com excepção óbvia das armas.
J1 – Estamos a falar de algemas e vibradores?
AC – Não sei a que se refere quando fala em vibradores.
J1 – Bom, parece que a P.S.P. da Amadora adquiriu uma grande quantidade de vibradores numa sex-shop devido ao facto do Estado não lhes ter enviado bastões para substituírem os entretanto desaparecidos.
AC – Desconheço a situação de que fala, mas penso que será mais uma invenção daquele senhor sindicalista da P.S.P.. O Estado nunca faltou aos seus deveres para com as suas polícias. Mas, de qualquer forma, vou averiguar o que acabou de me dizer. Boa noite, meus senhores".
Esta explicação do senhor Ministro vem, por fim, clarificar o sentido de uma fotografia divulgada pela Lusa há poucos minutos, relativo a uma senhora envergando uma farda policial mas que não nos parece ser agente da P.S.P., e que agora pode ver no seu écran.
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Marquês
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12:40:00
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Se tivesse sido no Nepal
O Governo tomou posição sobre este assunto logo de imediato, quinze dias depois, tendo Sua Excelência o Ministro dos Assuntos Religioso-espirituais-materialistas afirmado: “Isto só demonstra que o Tibete é o centro do Mundo e que as inovações do Estrangeiro cá chegam com a rapidez do relâmpago no topo das nossas montanhas”.
Só hoje podemos dar a noticia no nosso jornal diário em virtude de problemas técnicos nos obrigarem desde há alguns anos a ter uma tiragem...mensal.
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ENGº. Viriato
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quinta-feira, 17 de novembro de 2005
Se tivesse sido em Portugal (parte VII)
Dirigimo-nos a uma "sex-shop" na Amadora onde o dono, o senhor Luís, esfrega as mãos de contentamento por estar a ter lucros como nunca. Veja porquê.
"J.- Parece que o negócio do senhor Luís tem sido beneficiado com os conflitos. Como explica isso?
L.- Não faço a mínima ideia. Só sei que a P.S.P. da Amadora esgotou-me o "stock" de algemas e de vibradores nos últimos dias.
J.- Mas existe alguma explicação para isso?
L.- Relativamente às algemas, eles já as compravam aqui antes. Parece que o Governo não lhes dava o material e os homens tinham que se desenrascar a comprá-lo a qualquer lado. Quanto aos vibradores, não faço a mínima ideia, só falando com o comandante da esquadra. Já comecei a pensar em enviar os novos catálogos de produtos para a esquadra. Não sei o que mais eles podem querer.
J.- Não tem medo de que a sua loja possa vir a ser atingida pelos confrontos?
L.- Medo, medo, uma pessoa tem sempre. Mas no caso, uma vez que eu conheço quase todas as taras do pessoal da Amadora, duvido que algum deles ousasse fazer algo contra a loja. No dia seguinte aparecia tudo publicado sobre as mariquices do sujeito num jornal de grande circulação, com fotografias comprometedoras".
A história dos vibradores despertou a nossa curiosidade, pelo que fomos falar com o comandante da 9.ª Esquadra da P.S.P. da Amadora.
"Realmente é verdade. As algemas têm desaparecido a grande velocidade. Nós algemamos os sujeitos, vem um bando deles, agarra no sujeito e leva-o algemado e tudo. Alguns de nós tentaram combater isso algemando-se aos detidos. Ora, quando o sujeito algemado fugia com o seu bando, o agente que se encontrava algemado ao mesmo também ia arrastado. É por causa disso que neste momento temos dez agentes desaparecidos. Nunca mais os vimos depois de terem sido arrastados. Relativamente à aquisição dos vibradores, não tivemos outra hipótese. Os bastões desapareceram na sequência dos confrontos, uns por serem atirados, outros por nos serem tirados. Uma vez que o Governo não renovou o "stock", tivemos que começar a pensar em nos desenrascar e foi então que um de nós se lembrou dos vibradores da loja do Sr. Luís. Foi uma boa ideia. São grandes e grossos como os bastões, embora mais leves. Mas quando utilizados com força podem provocar o mesmo tipo de lesões. Aliás, e como pode observar, praticamente todos os agentes desta esquadra trazem um vibrador à cintura em substituição do bastão".
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Marquês
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14:09:00
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Se tivesse sido em Portugal (parte VI)
"Isto é obra de vândalos cubanos que não têm onde cair mortos e que não sabem respeitar propriedade alheia nem os madeirenses. É por estas e por outras que eu não quero chineses, tailandeses ou paquistaneses por estas bandas. Os madeirenses tratam bem das suas gentes. Não são como esse pessoal que vem de fora e que, sem quaisquer raízes com a Madeira ou com a democracia, tentam fazer deste sítio o seu pasquim. Isso acabou. Isto não é o continente nem eu sou um daqueles políticos engravatados que nada sabem fazer do continente. Posso afirmar aos madeirenses que a justiça nesta situação será feita à maneira dos madeirenses".
O curioso da situação é que, nas suas declarações, Alberto João Jardim esqueceu-se de referir que os automóveis incendiados na Madeira pertenciam todos, sem excepção, aos deputados madeirenses da Assembleia Regional que foram eleitos pelo Partido Socialista".
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Marquês
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12:48:00
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Resposta ao Marquês
Fiquei muito triste ao tomar conhecimento de que permitiste que dois putos com óculos de plástico comprados nos ciganos te tivessem dado uma valente sova. Lá porque foste sair à noite para zonas menos recomendáveis da Capital, não tendo tomado as devidas precauções e tendo consequentemente sido assaltado pelos dois meliantes menores de idade, nada justifica que não tenhas tido a coragem e a força para te defenderes e, ainda por cima, venhas agora com a justificação tresloucada e fantasiosa de que foste atacado pela CIA, por causa do ECHELON. A CIA e o ECHELON, Marquês?! Por amor de Endovélico, já se ouviu desculpa mais esfarrapada??!!!
Embora me esteja a esforçar por compreender a tua situação, tendo tu obviamente iniciado um complexo processo psicológico para justificar o injustificável, não posso deixar de atribuir a patente baixeza do teu comportamento a uma terrível degenerescência da raça lusitana e a uma conhecida cobardia da ordem social em que te inseres. É preocupante!
Sempre quero deixar claro que o pavor que demonstraste ter pelos terroristas norte americanos não é partilhado pela restante aldeia, pelo que a nossa posição oficial perante esses senhores é: “Venham eles!!! Quantos são, quantos são??!!! Venham eles!!!”.
Cordialmente,
Viriato
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ENGº. Viriato
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quarta-feira, 16 de novembro de 2005
Se tivesse sido em Portugal (parte V)
"MA- Estou preocupado com a situação, mas sereno na resolução do problema pelo Governo.
J.- Mas, mas...
MA- Mais tarde, está bem?".
Já Garcia Pereira e José Maria Martins não foram avistados durante o presente dia, presumindo-se que tenham assumido a posição de advogados de algumas das pessoas que foram sendo detidas ao longo das noites pelas autoridades policiais.
Entretanto, os grupos parlamentares do PSD e do CDS/PP decidiram solicitar ao Presidente da Assembleia da República a formação de uma comissão parlamentar de inquérito aos conflitos ocorridos, por forma a apurarem-se responsabilidades pelo sucedido relativamente aos carros estacionados e incendiados no parque de estacionamento da Assembleia. Suspeita-se, também, da intervenção de Ana Drago nesses eventos, bem como de Bernardino Soares, que foi visto no local momentos antes dos incêndios acompanhado de alguns amigos norte-coreanos".
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Marquês
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19:07:00
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Carta aberta ao chefe
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Marquês
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E depois não afirmem que o homem disse inverdades!
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Marquês
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Se tivesse sido em Portugal (parte IV)
A maior surpresa do dia viria, todavia, do lado de Francisco Louçã, quando descobriu que a sua camarada de partido, Ana Drago, havia sido detida pela P.S.P., momento esse que foi registado pelas nossas câmaras.
"J1 – Senhor engenheiro, o que pensa dos confrontos ocorridos na área metropolitana de Lisboa?
FL – Penso que é mais uma clara prova da incapacidade deste Governo para lidar com a realidade e com os conflitos sociais provocados por uma má política de emigração. Queria apenas dizer que estou solidário com os manifestantes feridos e que é revoltante ver a maneira como os agentes de autoridade agridem gratuitamente e sem qualquer motivo pessoas que apenas pretendem exercer o seu direito de manifestação de forma democrática.
J2 – Incendiar carros e casas de terceiros é exercer um direito de manifestação?
FL – Não está provado que tenham sido os manifestantes a cometer tais actos.
J1 – Também não está provado que nesses conflitos tenham existido emigrantes a manifestarem-se contra as políticas de emigração.
FL – O senhor deve ser cavaquista, não?
J2 – O que nos tem a dizer sobre a detenção, a noite passada, da sua camarada Ana Drago, que, ao que consta, foi detida no Bairro Alto quando, com outras três pessoas, incendiava um Mercedes que ali se encontrava estacionado?
FL – Já ouvi os rumores e acho uma completa palhaçada o que tem estado a correr na comunicação social. Não passam de acusações infundadas e ridículas. Aliás, para o provar, vou telefonar à vossa frente para a camarada Ana Drago...onde é que está o... ah, tá aqui...lista...Ana...carregar... (tuut...tuut...tuut...) olá Ana...não é a Ana....realmente eu tinha percebido que era uma voz masculina...estou a falar com...agente Silva da P.S.P. das Olaias...e posso saber o que o senhor está a fazer com o telemóvel da minha amiga?...detida, porque....certo...desculpe, boa tarde, com licença... Como vêem, acabaram de assistir a mais um abuso das autoridades policiais neste país. Além de deterem ilegalmente uma pessoa ligada ao meu partido, porque não tenho dúvidas que não devem existir quaisquer razões válidas e legais para a detenção da minha camarada, ainda atendem chamadas de um telemóvel que não lhes pertence! Com licença, meus senhores, mas tenho de ir verificar o que se passa com a minha camarada".
Efectivamente, a detenção de Ana Drago confirmou-se, pelos motivos descritos na reportagem que passámos. Ana Drago irá ser amanhã presente ao juiz do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa".
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Marquês
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12:38:00
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terça-feira, 15 de novembro de 2005
Se tivesse sido em Portugal (parte III)
Como se recordam, no dia de ontem o candidato à presidência afirmou que iria tentar estabelecer um princípio de diálogo entre as partes, uma vez que, como é seu lema, sabe ouvir e sabe unir.
Todavia, e como interlocutor de uma das partes, decidiu escolher o embaixador da República Popular de Angola, o qual mostrou-se ofendido com o facto, considerando-o como "um acto de racismo sectário" dado que em lado algum se comprovou a participação de cidadãos angolanos nos conflitos sucedidos, tendo pedido explicações ao Governo português.
Mário Soares recusou-se a fazer comentários sobre o sucedido, tendo o seu porta-voz esclarecido que tudo não passara de um mal-entendido e que Mário Soares apenas passara pela embaixada de Angola em Portugal para dar pessoalmente ao senhor embaixador os parabéns pelos trinta anos da independência de Angola, nunca tendo Mário Soares tido quaisquer tiques racistas, como alguns outros políticos, e como comprova o recorte de jornal que o senhor porta-voz exibiu perante as nossas câmaras".

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Marquês
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17:59:00
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A CIA, a América, a Democracia e a Liberdade Humanitarista
CIA, prisioneiros não declarados e campos de detenção clandestinos!!!
CIA, prisioneiros não declarados e campos de detenção clandestinos!!!
CIA, prisioneiros não declarados e campos de detenção clandestinos!!!
(esta foi para o Echelon detectar)
Mas em que raio de Mundo estamos a viver??!! Então mas já não há Lei Internacional que obrigue os Estados Unidos da América e as suas agências?! E ninguém diz nada, ninguém se indigna?!
Que porcaria é esta???!!!!
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ENGº. Viriato
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16:05:00
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Se tivesse sido em Portugal (parte II)
Relativamente aos candidatos à Presidência da República, o dia foi bastante movimentado.
Cavaco Silva refugiou-se literalmente no Porto, tendo Rui Rio como seu protector. Veja como foi durante a visita de Cavaco Silva à Casa da Música.
"J1- Senhor Professor, senhor Professor, o que pensa da actual situação existente na área metropolitana de Lisboa?
Rui Rio (por perto) – A senhora jornalista é da capital, não é? Mesmo assim, presumo que tenha tido acesso ao meu comunicado quanto ao relacionamento das pessoas ligadas à Câmara do Porto com a comunicação social. Entrevistas só por escrito, minha senhora.
J.- Desculpe, senhor engenheiro, mas o professor Cavaco Silva não pertence à Câmara Municipal do Porto.
RR – Minha senhora, o senhor Professor Cavaco Silva está em visita à Câmara Municipal do Porto, sendo recebido pelo senhor Presidente da Câmara. E onde eu estou, está a Câmara. Logo, se a Câmara está aqui, entrevistas na minha presença só por escrito!
CS – Sabe, minha senhora, eu gostaria muito de responder às suas perguntas, mas uma vez que sou apenas um simples convidado aqui no Porto, tenho de respeitar as regras do anfitrião. Peço imenso desculpa, mas fica para uma outra vez. Posso adiantar, no entanto, que estou bastante preocupado com a situação actual na zona de Lisboa. E que estou disponível para auxiliar o Governo na resolução da situação, dada a minha experiência governativa nesta área.
RR – Já chega. Vamos embora. Por aqui, senhor Professor"".
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Marquês
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12:46:00
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segunda-feira, 14 de novembro de 2005
Big Brother Is Watching You
Durante dois meses inteirinhos este blog esteve acessível 24 horas por dia, sem excepções nem interrupções. Hoje, após termos colocado o Post “Última hora” o blog ficou inacessível durante mais de uma hora.
Não me vou adiantar mais por agora, mas a verdade é que o “Echelon” realmente parece estar a funcionar a 100%.
É mais uma deixa para os pueris que ainda acreditam que vivemos em liberdade…
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ENGº. Viriato
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15:00:00
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??
Durante cerca de uma hora este blogue desapareceu da blogosfera.
Pensei logo que a culpa fosse do Viriato por causa daquele post sobre a 6.ª feira.
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Marquês
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14:46:00
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Última Hora, Última Hora (30/Fevereiro/2006)
A Al-Qaeda já reivindicou o atentado através de uma mensagem enviada pela Internet para as redacções dos principais jornais portugueses. Aquela organização aproveita para lamentar os constantes atrasos de que padece o comboio da Fertagus que efectua o trajecto entre Setúbal e Lisboa, “atrasos que terão contribuindo para que a missão não fosse um sucesso ainda maior” (sic).
O Governo já se pronunciou sobre o assunto, tendo o Exmo. Senhor Ministro da Administração Interna afirmado que “os portugueses não têm que se preocupar com esta questão uma vez que o Governo já encetou contactos com os seus congéneres internacionais para que a situação não se volte a repetir muitas vezes em território nacional” (sic).
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ENGº. Viriato
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13:28:00
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Confessem que já estavam com saudades dos criativos...
Há que reconhecer o mérito do sujeito que elaborou os outdoors de Mário Soares.
Estão completamente à prova de gaffes.
Senão, veja-se.Vêem? O sujeito é um génio!
Continuam a ver? Eis a mais pura das verdades. Mário Soares acredita em Portugal. Fica de fora o óbvio. Quase ninguém acredita em Mário Soares. Mas não consta do outdoor. Mais uma excelente armadilha evitada.
Este cartaz representa mais um sinal de vitalidade de Mário Soares. É um afirmar perante os portugueses de que, pese embora a sua idade, ainda sabe ouvir os portugueses. Não deixa de ser um privilégio que, na sua idade, o sentido da audição ainda funcione normalmente.
Sinceramente, com outdoors e bitaites geniais destes, continuo a aconselhar a Manuel Alegre que permaneça calado e não afixe cartazes que ainda ganha isto.
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Marquês
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13:20:00
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Se tivesse sido em Portugal (parte I)
"Boa tarde, eu sou a Soraia Caves e este é a síntese das dezoito horas do Jornal Lusitano.
Pela 13.ª noite consecutiva verificaram-se confrontos na zona de Lisboa e dos seus concelhos periféricos entre grupos de jovens e a polícia, tendo a última noite terminado com cerca de 600 carros incendiados, cerca de 700 feridos e 10 desaparecidos, estes últimos curiosamente todos agentes da 9.ª Esquadra da P.S.P. da Amadora.
Tudo começou praticamente há duas semanas quando, na sequência da ocorrência do incêndio de dois carros na zona da Amadora, o subsecretário de Estado da Administração Interna afirmou aos respectivos donos, para os consolar, que ia limpar com lixívia a escumalha que tinha feito aquilo.
A partir desse momento, sucederam-se as noites de terror junto da capital lisboeta, com carros e estabelecimentos incendiados, bem como vidros partidos um pouco por todo o lado onde os bandos organizados passavam.
Em pouco tempo, os desacatos, iniciados numa primeira noite na Amadora, alastraram à Brandoa, a Chelas, a Oeiras, à Pontinha, a Santo António dos Cavaleiros, Cascais, Cacém, Queluz, ao Bairro Alto, passando para o outro lado do Tejo, atingindo posteriormente também os concelhos do Barreiro, da Moita, de Almada e de Setúbal.
No total, os números já atingiram os cerca de 5.000 carros incendiados, 400 estabelecimentos ardidos e um incalculável prejuízo material em estragos para os particulares e para o Estado.
Não existem sinais de que os conflitos irão diminuir de tom nos próximos dias. Todavia, o Primeiro-Ministro José Sócrates recusa-se a declarar o estado de emergência.
"Jornalista – Sr. Primeiro-Ministro, Senhor Primeiro-Ministro, o que é o Governo está a fazer para resolver a situação?
PM – Podemos dizer aos portugueses que estamos a acompanhar com bastante preocupação o que está a suceder na área metropolitana de Lisboa e que estão a serem estudadas medidas para combater, de forma eficiente, o défice, perdão, os conflitos gerados por um grupo de cidadãos que decerto não sabem viver em democracia e que, abandonados a um corporativismo e fechados no seu reduto, recusam-se a aceitar medidas que apenas os colocará ao nível dos restantes portugueses que não têm quaisquer privilégios ou regalias.
J1.– Que regalias ou direitos têm as pessoas que provocam estes conflitos, senhor Primeiro-Ministro?
PM – São regalias e direitos que toda a gente conhece e que por isso não vou agora enunciá-las. Seria ridículo da minha parte enunciar o óbvio. Apenas direi que são regalias e direitos que eu não tenho, aliás, como a maioria dos portugueses.
J2.- Senhor Primeiro-Ministro, porque é que ainda não foi declarado o estado de emergência?
PM – Não o fizemos até ao momento, nem o vamos fazer nos tempos mais imediatos, para não prejudicar os portugueses. Se nos recordarmos, os seguros existentes não cobrem danos que sejam provocados por terceiros no âmbito da existência de um estado de emergência. Ao procedermos da forma como o estamos a fazer, estamos a proporcionar aos portugueses a possibilidade de reaver o dinheiro do seu prejuízo junto das respectivas companhias seguradoras.
J1.- Mas o Estado não poderia garantir o pagamento desses prejuízos?
PM – Como deve saber, e em primeiro lugar, o Estado não tem dinheiro para o pagamento desse tipo de prejuízos. Pedimos esforço e contenção aos portugueses para diminuição do défice, o que temos vindo a conseguir gradualmente. Não podemos agora pedir-lhes, sobretudo aos habitantes de outras regiões nacionais, como as Beiras ou Trás-os-Montes, que paguem os prejuízos infligidos a lisboetas por outros lisboetas. Deixemos as condições normais do funcionamento dos seguros operarem.
J1.– Mas os contribuintes lisboetas também não pagam as SCUTs das Beiras e de Trás-os-Montes?
J2- Vai demitir o senhor subsecretário de Estado da Administração Interna?
PM – Gostava muito de continuar a responder às vossas perguntas, meus senhores, mas estão lá dentro à minha espera para uma reunião. Até já".
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Marquês
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domingo, 13 de novembro de 2005
Dois meses de blog
Conseguimos mais de 1600 visitas em dois meses, o que até nem parece nada mal. Vamos ver o que nos reservam os próximos 30 dias...
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ENGº. Viriato
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sábado, 12 de novembro de 2005
Democracia em crise?! Qual Democracia??!!!
É triste verificar que todos os candidatados que se apresentam estão comprometidos com o sistema e pecam por ter graves defeitos pessoais, ideológicos e de coerência. Vamos lá ver!
O Professor Cavaco Silva surge hoje como um homem muitíssimo sério, um economista genial, um líder de ferro que vai colocar o país nos eixos. Ora, convém não esquecer que esse Senhor foi nosso 1º Ministro durante 10 anos, beneficiando de duas maiorias absolutas do PSD no Parlamento, mesmo na altura em que a então CEE inundou Portugal com milhões e mais milhões de contos. E o que foi feito na altura? Todo o dinheiro foi devidamente aproveitado para desenvolver o país? Claro que não! Foi durante o consolado do Senhor Professor que os subsídios da CEE foram desbaratados pelas inúmeras empresas de fachada que então surgiram, ao mesmo tempo que se faziam obras totalmente desnecessárias só para pagar os favores à tremenda clientela constituída pelos construtores civis que haviam financiado inúmeras e ricas campanhas eleitorais daquele governo. Quem não se recorda dos cursos de formação profissional fajutos que na época eram tão comuns e que, não formando ninguém, sempre colocavam mais uns milhares de contos nas mãos de um empresário sem escrúpulos? Quem se esqueceu na tremenda clientela de militantes do PSD que na época ganhou o seu lugarzinho na função pública, pesando desde então e até hoje no défice do orçamento do Estado? Já ninguém liga à atitude de desprezo por todos os demais que caracteriza o homem? E não importa que o mesmo se tenha posto ao fresco quando a verdadeira crise começou em Portugal? Memórias curtas!
E o Senhor Mário Soares, ainda não lhe chegou o que já comeu de Portugal? Vindo de uma família de ricos que sempre beneficiaram do sistema esse Senhor foi mais de uma vez nosso 1º Ministro, deixando sempre a nação pior do que a encontrava, e já ninguém se recorda? E talvez também não se lembrem da altura em que ele pisou a bandeira nacional? Ou que foi o grande responsável pela terrível e atabalhoada descolonização que não serviu os interesses quer de portugueses quer de africanos? E o facto de já ter uma proveta idade e de já duas vezes ter exercido o cargo a que agora se volta a candidatar também não pesa? E ainda a inexistência de quaisquer ideias na sua candidatura, não terá importância para os portugueses?
No respeitante ao Senhor Manuel Alegre, que se apresenta como o candidato “alternativo”, “contra o sistema”, “da mudança”, sempre teremos de dizer que ele é a própria personificação do sistema. Foi deputado da constituinte, tendo participado na criação da anacrónica aberração que já na altura era o nosso texto constitucional; é deputado desde o tempo em que os dinossauros ainda caminhavam na terra, ou até antes disso, nunca tendo largado o osso; gaba-se que ganha mais dinheiro com os seus direitos de autor do com o ordenado de político mas nunca se ouviu dizer que oferecesse os seus rendimentos da política aos pobres; candidatou-se e, pouco tempo depois, descandidatou-se, tendo voltado a candidatar-se logo a seguir, numa manifestação de extrema e aberrante incoerência; dá constantes mostras de ser motivado pela emoção e não pela razão, indiciando claramente que a sua candidatura serve somente para marcar o terreno por parte do seu grupo de...”amigos” e mostrar ao PS a força que tal grupo tem. E quer votos?!
E o Senhor Grilo Falante...digo, o Senhor Francisco Lousã, filho das melhores famílias, ilustre membro da burguesia que quer passar por homem da esquerda e defender os “desgraçadinhos”, não estará já cansado de tanto protagonismo da sua pessoa a cavalo da uma organização de “bem falantes no vazio” que é o Bloco de Esquerda? Não é engraçado que a critica que ele fazia ao PCP, e bem, de que os seus dirigentes se limitam a passar uma cassete, se volte agora contra ele? É porque ele mais não faz que passar vezes e vezes sem conta a mesma lengalenga, pouco ou nada contribuindo para o encontrar de soluções para o Inferno em vida que se tornou Portugal! E mesmo sabendo que não tem nada de novo a trazer ao debate político candidata-se, vazio de ideias, com o objectivo único de se opor a outro dos candidatos? Sobra-lhe dinheiro (nosso) com toda a certeza!
Por fim, o Senhor Jerónimo de Sousa. É engraçado que para além das paupérrimas e totalitárias Cuba e Coreia do Norte, só o PCP e os seus dirigentes não se tenham apercebido que o Marxismo-Leninismo não é bom para as pessoas! E é com a ortodoxia do costume, catastrófica como provou ser, que este Senhor se apresenta a eleições? Se calhar acha que Portugal ainda não está suficientemente destruído e quer arrazá-lo de vez! Só pode! E continuará a andar na rua junto com os militantes do PCP que tudo criticam, o bom e o mau, desde que sirva os interesses revolucionários daquela organização? Continuará a promover a luta de classes numa altura em que a unidade de todos os portugueses é absolutamente necessária para garantir a salvação da nação? Claro que sim, pois essa é a sua natureza!
E é nestes tipinhos que nós temos de votar??!!! São eles os representantes da nossa Democracia? Isto é que é a Democracia?!
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ENGº. Viriato
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sexta-feira, 11 de novembro de 2005
Se tivesse sido em Portugal... (prólogo)
O chefe concordou.
No início.
Depois arrependeu-se.
Sobretudo quando lhe expliquei que a coisa era capaz de dar origem a um mega post que o espaço disponível na actualidade do blogue era capaz de não suportar.
Depois do chefe gentilmente me lembrar o que sucedeu com o grafismo do blogue na altura em que andei a fazer experiências com a colocação de imagens, e de eu ter alegado a meu favor o facto de o grafismo habitual ter desaparecido apenas cerca de duas horas, altura em que, na plenitude da minha cor loura, apercebi-me do sucedido, acordámos que eu publicaria o dito post em várias partes, ao longo dos cinco dias úteis da próxima semana.
Será, assim, também uma forma de comemorar o 2.º "mesiversário" da Aldeia.
Feito este prólogo, a primeira parte do "se tivesse sido em Portugal", por uma questão de sequência, será apenas postado na próxima segunda-feira.
Falta-me apenas escolher a identidade da apresentadora do noticiário (das poucas liberdades a que um autor tem direito) entre a Soraia Chaves e a Isabel Figueira.
E agora, ala para Nafarros que se faz tarde.
P.S. relativamente ao post do Viriato que antecede: meu caro chefe, andas a tomar ansiolíticos?
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Marquês
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Thank God Its Friday
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ENGº. Viriato
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Loiro! Dããããã...
Simples forma de ironizarmos com o que acontece normalmente nos nossos jornais.
Mas, normalmente, sempre existe algum tipo de relação entre o título e o seu conteúdo, por mais desviante que seja.
Hoje li o impensável.
No site do "Jornal de Notícias", aparece uma pequena e breve notícia intitulada "Droga", seguida de "Um pescador, de 35 anos, foi detido pela PJ, em Ponta Delgada, por suspeita da autoria de um incêndio urbano no Pico." e acabou.
Já li e reli, e ainda não consegui perceber onde está a droga no meio da notícia. Ou mesmo no início. Ou no final.
Será uma daquelas notícias criptadas, só para pessoas inteligentes?
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Marquês
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quinta-feira, 10 de novembro de 2005
"É uma solução para vários problemas"
Uma vez que o Governo anterior havia optado por outro sistema, que afirmava cientificamente melhor que a co-incineração, e dado que não existiram outros estudos entretanto realizados, começaram a surgir na Aldeia dúvidas sobre se a atitude de José Sócrates proviria de razões cientificamente correctas ou de simples teimosia da sua parte.
Foi assim que, para melhores esclarecimentos, solicitámos uma entrevista ao senhor Ministro do Ambiente, o qual acedeu gentilmente ao nosso pedido.
Para o efeito, e mais uma vez, enviamos o nosso jovem e prometedor jornalista Dâmaso Salcede ao encontro do senhor Ministro do Ambiente, para mais uma entrevista exclusiva para a Aldeia.
DS – Bom dia, senhor Ministro.
MA – Bom dia.
DS – O senhor Ministro...ahmm... tem uma gravata muito bonita.
MA – Gosta? Foi o senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros que ma ofereceu pelo meu aniversário. Parece que é americana.
DS – A propósito de americana... Porquê o motivo de se prosseguir com a ideia da instalação do sistema de co-incineração de resíduos perigosos em Portugal, quando o anterior Governo publicou estudos onde comprovava que o mesmo não era o mais adequado para o tratamento de tais resíduos?
MA – Bom, como é do domínio público, o anterior Governo não tinha qualquer elemento no seu executivo que percebesse alguma coisa de matéria ambiental. Este Governo é diferente. O Primeiro-Ministro foi Ministro do Ambiente durante alguns anos. Por isso, é a pessoa mais adequada para garantir qual o sistema de tratamento de resíduos mais adequado ao país.
DS – E baseado em que estudos científicos?
MA – Nos estudos que foram mandados efectuar pelo Senhor Primeiro-Ministro.
DS – Quando?
MA – Na altura em que os teve de fazer.
DS – Mas durante o ano de 2005?
MA – Repare, meu jovem, as verdades científicas, quando absolutas, são imutáveis. Os estudos efectuados pelo Senhor Primeiro Ministro na altura em que era Ministro do Ambiente continuam totalmente válidos e insusceptíveis de serem contraditados.
DS – Então e os estudos mandados efectuar pelo Governo PSD?
MA – Referem-se a outros detritos diferentes dos nossos.
DS – Como assim?
MA – O nosso sistema visa a destruição de detritos perigosos que nunca foram contemplados nos estudos efectuados pelo Governo anterior, por desconhecimento da sua existência. O sistema de co-incineração, por inerência, já está pensado para enfrentar as consequências da gripe das aves, com fornos preparados para derreter cadáveres de galináceos e de outras aves, bem como para a desmaterialização dos processos prosseguida pelo meu colega da Justiça, com fornos destinados à destruição de documentos comprometedores que sejam apreendidos nos inquéritos.
DS – Comprometedores para quem?
MA – Para os direitos, liberdades e garantias das pessoas.
DS – Ligadas ao poder?
MA – Não tem nada a ver com o poder. Tem sobretudo a ver com a salvaguarda do bom nome das pessoas em geral caso determinados documentos cheguem ao poder de terceiros que façam um mau aproveitamento dos mesmos.
DS – Como por exemplo?
MA – Alguns dos seus colegas. Por falar nisso, tenho de voltar para dentro para assistir à votação do orçamento. Dá-me licença que acabemos?
DS – Claro, claro.
(clic)
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quarta-feira, 9 de novembro de 2005
A pedido do Alves

Se querem a Pamela Andersen, "postem-na amecêas", meus caros concidadãos.
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18:57:00
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E porque não para uma investigação sobre o envolvimento dos pinguins com os ursos polares no tráfico de armas de destruição massiva?
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Tachos disponíveis no estabelecimento mais próximo
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18:34:00
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Primeiros carros incendiados em Portugal
O mais fácil é considerarmos que se trata da obra de vândalos desintegrados socialmente e marginalizados por todos. Mas a verdade é que a questão é muito mais grave e profunda. Os governantes europeus têm assistido impávidos e serenos ao afundar das empresas europeias e ao aumento desmesurado do desemprego entre as camadas mais jovens. Estamos agora a começar a pagar o preço dessa atitude negligente.
Por toda a União Europeia existem milhões de pessoas descontentes e em extrema condição de pobreza, muitos deles com formação académica média e/ou superior, os quais se vêm apercebendo cada vez mais claramente que a sua situação não irá mudar nos próximos anos. Além disso, o fosso entre os ricos e os pobres não pára de se alargar, criando desconforto, inveja e descontentamento entre a grande maioria dos deserdados desta sociedade. Nada mais natural que esses sentimentos se transformarem, mais tarde ou mais cedo, em acções violentas.
O actual estado de coisas deve ser um abre-olhos para os governantes europeus: ou invertem JÁ o estado das coisas e combatem as injustiças sociais galopantes no Continente, ou poderemos todos estar a assistir a um período pré-revolucionário. O que virá depois?! Essa incógnita deverá ser a preocupação de todos!
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Portugal toma danoninhos
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Marquês
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terça-feira, 8 de novembro de 2005
Actualização d´"Os Maias"

Eu disse que concordava, desde que o papel da Maria Eduarda fosse desempenhado pela Soraia Chaves.
E a coisa saiu-me assim:
"Carlos e Maria Eduarda são dois irmãos separados em tenra idade em virtude da mãe de ambos ter fugido para Espanha com um engenheiro espanhol, levando consigo Maria Eduarda e deixando Carlos com o pai. Angustiado pela fuga da mulher, o pai de Carlos suicida-se, levando Carlos a viver com o avô paterno. Decorrem cerca de trinta anos. Carlos tornou-se num cirurgião plástico de renome. Maria Eduarda é uma mulher divorciada, que regressa a Portugal para viver com a sua filha de oito anos em Lisboa e trabalhar, como arquitecta, numa empresa da capital. Um dia, Maria Eduarda entra na clínica onde Carlos exerce a fim de proceder à implantação de silicone nos seios. Conhecem-se nos meandros da clínica, apaixonam-se e envolvem-se numa espiral de sexo, desconhecendo a existência de laços fraternais. Após melhores conversas entre ambos na sua intimidade e algumas coincidências familiares que vão sendo estabelecidas, Carlos e Maria Eduarda descobrem que são irmãos, para grande felicidade do avô paterno e da filha de Maria Eduarda. Entretanto, Carlos e Maria Eduarda não conseguem reprimir as paixões que sentem um pelo outro e, apesar da angústia existente por serem irmãos, voltam a envolver-se numa espiral de sexo. Durante a espiral (lá para o final da mesma – corpinho da Soraia Chaves oblige), a filha de Maria Eduarda surpreende-os, levando Carlos a ter uma reacção impensada de bater com a cabeça da miúda numa parede, que morre na sequência. Perante o horror de Maria Eduarda, Carlos corta em retalhos o corpo da criança, mete-os na sua mala profissional e leva-os para o consultório, onde os mistura no lixo médico, com outros pedaços de pele e de ossos entretanto retirados aos pacientes da sua clínica. A Polícia Judiciária mete-se ao barulho e prende Carlos e Maria Eduarda por suspeita de homicídio (soa familiar com um caso algarvio, não soa? São os novos tempos!). Depois de ser espancada várias vezes pelos agentes da PJ, e ainda angustiada com o sucedido com a sua filha, Maria Eduarda suicida-se nos calabouços da PJ. Ao saber do sucedido com os netos, o avô de Carlos e Eduarda suicida-se. Carlos fica preso preventivamente e, graças ao seu advogado, consegue sair da prisão ao fim de um ano, sendo julgado mas não condenado porque graças a várias irregularidades processuais e recursos, o processo entretanto prescreve ao fim de vinte anos.
A história termina no momento em que, após receber uma carta do Tribunal declarando o processo prescrito, Carlos dirige-se, acompanhado da sua mulher e dos dois filhos, ao cemitério, para depositar coroas de flores nos túmulos de Maria Eduarda e do avô, seguindo depois a caminho de Espanha a fim de assumir a direcção de uma clínica plástica de uma sociedade multinacional".
Eça decerto aprovaria esta nova versão.
Sobretudo com a Soraia Chaves no papel da Maria Eduarda.
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18:21:00
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Militares x Clero, Estádio de Argoncilhe, 11 da matina
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Sonhos
Como eu o compreendo, sua Alteza Real.
Não custa nada sonhar, não é?
Eu também tenho o sonho de um destes dias ver a Isabel Figueira irromper pelo salão da minha Quinta de Nafarros, prostrar-se aos meus pés e dizer-me que largou o Peixoto porque não consegue viver sem a minha presença ao seu lado, após o que despe a escassa roupa que traz no corpo e pergunta-me "vê algo que deseje, senhor Marquês?".
Ele há sonhos com as mesmas hipóteses de se concretizarem...
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segunda-feira, 7 de novembro de 2005
Olhó esforço de TODOS os portugueses para a diminuição do défice
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Ou na Lacoste?
Relativamente às algemas, é fácil de ver que as mesmas podem ser compradas em qualquer sex-shop deste país.
No que toca ao colete à prova de bala, continuo a perguntar-me onde é que os elementos da P.S.P. os adquirem.
Será na "Zara"?
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12:43:00
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Podem não ser as mais belas, mas...
É a prova definitiva de que as mulheres portuguesas podem não ser as mais belas do mundo (nunca uma mulher portuguesa ganhou um concurso de "Miss Universo" ou de "Miss Mundo"), mas são as mais boazudas do planeta.
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12:42:00
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"Rampage"

"Ninguém se apercebeu da sua presença, até que começamos todos a ouvir alguém a gritar "onde é que tá mais?". Foi então que nos apercebemos que todas as garrafas de vinho que se encontravam nos expositores da porta de entrada tinham sido esvaziadas por um indivíduo que conseguia estar com três garrafas simultaneamente nas mãos, esvaziando-as de uma forma que ninguém pensava ser possível. Os expositores entraram em pânico porque ninguém segurava o sujeito na sua marcha. Chamaram os seguranças, que o tentaram segurar, mas ele, ao mesmo tempo que acabava de beber as garrafas, partia-as na cabeça dos seguranças e passava às bancadas imediatas. Vi amigas da mesma colheita desaparecerem num ápice, longas vizinhas de adega esvaírem-se num sopro, e vinhos que haviam sobrevivido a várias feiras tremerem pelo seu desaparecimento. Cheguei a pensar que chegara a minha vez quando ele aproximou-se, voraz, do meu expositor, mais aí aconteceu o que julgo ter sido intervenção divina. O meu expositor tinha água, para seu consumo, que estava metida numa garrafa de bagaço. O sujeito confundiu o conteúdo mesmo com bagaço, ingeriu-o e, de repente, ficou vermelhíssimo, vomitou o que tinha bebido, gritou que tinha acabado de ser envenenado e caiu redondo no chão. A partir daí os seguranças agarraram-no e levaram-no não sei para onde, Nunca mais o vi. Mas foi uma experiência terrível que nunca irei esquecer até ao momento em que for ingerida".
Pois, já adivinharam. Eis o que aconteceu ao Zé Porvinho na feira de vinhos e sabores que teve lugar este fim-de-semana na antiga FIL (pelo menos na versão das vítimas).
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Marquês
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domingo, 6 de novembro de 2005
Portugal SÉCULO XXI
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ENGº. Viriato
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sexta-feira, 4 de novembro de 2005
Era o vinho, meu Deus...
Caros colegas,
Finalmente nesta aldeia lusa um evento à altura do Vosso amigo!
Escrevo esta pequena missiva do meu pêçê portátil, à porta do Centro de Congressos de Lisboa (a antiga FIL) onde, durante este fim-de-semana, vai decorrer, este sim, o acontecimento do ano em Portugal (qual MTV, qual quê)!
Falo-vos (e daqui a nada, bebo) do Encontro com o Vinho e Sabores!
Escusado será dizer que nos próximos dias não terei garganta a medir (nada de interpretações escabrosas) e andarei muito próximo do paraíso alcóolico na Terra!
Há rumores que eles vão ter provas de vinhos! Espero que sejam do tipo maratona, ou seja, quem aguentar beber mais ganha! Se assim for, está no papo e, finalmente, vou ser conhecido para além do espaço luso e, quiçá, almejarei a figurar no famoso Livro dos Recordes, também conhecido por Guiness que, diga-se também, a seguir ao belo do vinho também marcha que é uma beleza!
Voltarei quando sair do estado de coma, quando me derem alta hospitalar ou quando me expulsarem do Centro de Congressos (qualquer uma das três hipóteses é possível ou viável).
Até ao meu regresso...
Hic Hic Hurra
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Bottled (em português, Botelho)
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14:35:00
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O egoísmo de alguns lusitanos e a net
Ora, até aqui tudo bem! O caricato da situação surge quando eu olho para o computador público e vejo agarrado ao mesmo o Senhor Doutor P., meu velho conhecido, o qual tem internet ilimitada, quer em casa, quer no seu escritório, local para onde provavelmente se dirigia quando resolveu parar e monopolizar aquele equipamento público.
Estando todos à espera da chegada do barco nada seria mais natural que o Senhor Doutor P. perceber que se ocupasse todo o tempo no computador os miúdos de aspecto paupérrimo não teriam direito a, também eles, tocarem na “chicha”. E a verdade é que eles tinham toda a aparência de não terem internet à disposição em casa...
Mas o Senhor Doutor P. não quis saber: usou todo o tempo de espera do barco para se divertir na net, só tendo largado o computador quando já tocava para a partida do transporte.
Lá foi o Senhor Doutor P. a correr para a internet do seu escritório e lá foram os miúdos a correr para mais um dia de aulas...se calhar iam ter 90 minutos de matemática!!!
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ENGº. Viriato
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13:45:00
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O Manifesto Político do Tóli
"Não me resigno. Esta foi a máxima utilizada por um dos candidatos à presidência para apresentar a sua candidatura aos portugueses.
Foi ao ouvir tal expressão e o desenvolvimento do discurso do Cavaco, digo, do Professor Cavaco, que me apercebi que este país precisa realmente de alguém que conheça o povo real, as suas necessidades e ambições, e que saiba satisfazer as exigências dos mais necessitados.
Eu olho para os demais candidatos, e o que vejo?
Homens que andaram em colégios privados e nunca tiveram problemas de dinheiro, que nunca foram enrabados pelo rapaz mais velho lá do bairro e nunca arrumaram carros.
Homens que não compreendem a necessidade de um tipo se injectar ou as exigências sociais dos profissionais do sexo.
Homens que apenas vêem o meio e não vêem as partes envolventes do todo que é a sociedade portuguesa. Vêem o buraco e não vêem as nádegas.
Eu tenho experiência. Eu tenho conhecimento.
Não andei em colégios privados, sempre tive de roubar para ter dinheiro, já fui enrabado pelo gajo mais velho, já me injectei e já fui profissional do sexo. Também já arrumei carros.
Penso ser esta a oportunidade para dar voz aos portugueses que não têm voz. E talvez o destino me tenha escolhido para dar essa voz a esses portugueses.
Há muito para fazer. As minhas propostas são simples e sérias. Desconheço, ao contrário de outros, os limites das funções do Presidente, mas se é a primeira figura do Estado é porque o gajo, quero dizer, o homem, manda mais que os outros e apesar dos outros.
Os portugueses querem saber as minhas propostas. Dir-lhes-ei que são as propostas de qualquer português.
Tenho propostas sociais de largo alcance, como sejam a despenalização da venda e consumo de droga, a permissão da venda livre de drogas nos hipermercados e nas bombas de combustível, e o pagamento mínimo obrigatório de € 10,00 ao arrumador no caso de estacionamento do veículo em parque não pago, e de € 5,00 em parque pago.
Tenho propostas sociais para o aumento do emprego, como sejam o aumento dos parques de estacionamento não pagos, com sequente aumento de espaço de estacionamento para mais arrumadores; o aumento do espaço da mata de Monsanto, do Parque Eduardo VII, e extensão do Intendente ao Rossio, fomentando o espaço para os profissionais do sexo; o incentivo para a criação de pequenos entrepostos comerciais de venda de droga e de serviços sexuais, fomentando-se o pequeno comércio e as PMEs.
Tenho propostas para intervenção a nível de protecção social, com a criação de um subsistema de saúde para os profissionais do sexo e de um subsistema de saúde para os arrumadores de carros.
Também tenho propostas a nível fiscal para a melhoria da situação económica e financeira do país, as quais passam pela obrigação de emissão de facturas para os vendedores de serviços de sexo e de drogas, sendo tais despesas dedutíveis, sem limite, no IRS; pela diminuição da taxa de IVA de 21% para 5% na compra e venda de drogas; e pela isenção do pagamento de Imposto Municipal sobre Imóveis quando os imóveis tenham como finalidade a prestação de serviços de sexo a terceiros.
Estas são apenas algumas das minhas propostas iniciais.
Outras aparecerão na sequência do meu contacto com os portugueses.
Quero apenas que os portugueses saibam que a única finalidade que me motiva é o seu bem-estar, e nunca o poder ou o ordenado de presidente, que sempre sobrevivi sem eles e poderei continuar a sobreviver. Ao contrário dos outros candidatos.
Eu tenho confiança em Portugal e no futuro de Portugal.
Viva Portugal! Boa noite".
"Bom, o candidato saiu do balcão da Tasca sem responder a quaisquer perguntas dos jornalistas. Voltaremos aqui se entretanto existirem novidades. Volto ao estúdio contigo, Manuela".
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Marquês
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12:21:00
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...( suspiro)
As prisões portuguesas estão sobrelotadas.
Já não sei que nomes mais hei-de chamar a este senhor.
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Marquês
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10:57:00
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Novos cortes no Orçamento de Estado!!!
Tais cortes visam punir os advogados, esses grandes bandidos que não pagam impostos e não sabem nada de Direito, e vêm na sequência da punição aos bandidos dos Juízes e dos procuradores do Ministério Público, esses privilegiados que têm dois meses de férias por ano e não sabem nada de Direito.
Além disso, não entende o Magnifico Estadista e o Governo de que faz parte como é possível a quase totalidade daqueles operadores judiciários ter carro, viver numa casa com duas ou mais assoalhadas e comer três refeições por dia. Tal facto é escandaloso e ofende todos os portugueses que não têm tais condições, motivo pelo qual o Governo se prepara para tomar medidas que acabem com essa pouca vergonha.
Em alguns círculos mais discretos do Partido do Governo fala-se já em novas medidas de moralização da Justiça a tomar no Orçamento de Estado de 2007. O principal rumor prende-se com a tributação de todos os operadores judiciários numa taxa única de IRS, a qual terá um valor de 45% e incidirá sobre 200% dos rendimentos daqueles privilegiados.
A “Aldeia Lusitana” gostava de tomar uma posição quanto a este assunto, afirmando a sua total concordância com as brilhantes medidas que se avizinham e propondo ainda a introdução de uma taxa de acesso aos Tribunais para quem lá trabalha.
Heil Sócrates!
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ENGº. Viriato
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09:25:00
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quinta-feira, 3 de novembro de 2005
Ode à musa
Ardente fantasia de sabor esvoaçante,
Sonho Tropical de uma noite de Verão
Voz enrouquecida com sensual tonitrante
Corpo esguio de apelativo condão,
Oh, Isabel, Isabel,
Porque nos trocaste pelo Peixoto?
(o final não rima, mas é poético)
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Marquês
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17:51:00
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Os Clouseau portugueses
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Marquês
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15:33:00
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Poesia popular
Não querendo remar contra a maré que ora singra, decidi-me também a inserir um "post" contendo poesia, não da minha autoria porque não possuo relevante talento para o efeito, mas sim de um autor obscuro cujo paradoxo se situa no facto das suas poesias serem extremamente populares, designadamente junto dos mais jovens de espírito.
Esperando que vos agrade, aqui fica o poema popular intitulado "A barata diz que tem":
A barata diz que tem
Sapatinhos de veludo
É mentira da barata
O pé dela é que é peludo.
Ah, Ah, Ah,
Eh, Eh, Eh,
O pé dela é que é peludo.
Sapatinhos de fivela
É mentira da barata
Os sapatos não são dela.
Ah, Ah, Ah,
Eh, Eh, Eh,
Os sapatos não são dela.
Uma cama de marfim
É mentira da barata
Ela dorme é no jardim.
Ah, Ah, Ah,
Eh, Eh, Eh,
Ela dorme é no jardim.
(rói-te de inveja, Manuel Alegre)
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Marquês
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13:02:00
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quarta-feira, 2 de novembro de 2005
Dera ao Polga ser assim...

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Marquês
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17:33:00
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T...
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Marquês
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15:03:00
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A culpa é do Marcos
A coisa teve o seu início quando Marcos Perestrelo (ou Perestrello, nunca sei se é com um "l" ou dois), o coordenador da campanha presidencial de Mário Soares, decidiu, após acordo com as altas esferas socialistas, enviar uma carta aos filiados socialistas, "convidando-os" a votar em Mário Soares.
Até aqui, tudo bem. Só que cometeu um pequenino erro. Apenas enviou cartas aos filiados socialistas com as quotas em dia.
Ou seja, e segundo o próprio chegou a admitir ao semanário "Independente", a trinta mil filiados socialistas.
Ora, o Partido Socialista possui cerca de oitenta mil filiados.
O que significa que cinquenta mil filiados, que não possuem as quotas em dia, não receberam qualquer carta do partido com indicação de voto.
Existem, assim, cinquenta mil filiados socialistas com liberdade de voto, além de se encontrarem despeitados por terem sido discriminados nesta coisa do envio de cartas do partido. O que levará a maioria a votar, por causa das coisas, em Manuel Alegre.
Além de que algumas das pessoas que vão votar em Manuel Alegre têm as quotas em dia e, certamente, não é por causa da recepção desta carta que irão mudar o seu sentido de voto. Entre as quais o próprio Manuel Alegre, tendo a recepção de tal carta pelo mesmo motivado uma das melhores anedotas políticas reais dos últimos tempos.
Não se queixe depois o PS de que apostou no cavalo errado. Com tratadores destes, não há cavalo que resista.
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Marquês
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15:02:00
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As anunciadas melhorias gráficas da Aldeia
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12:56:00
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A caçada continua
Os canais televisivos estão esperançados que seja desta vez que, finalmente, a gripe das aves chegou a Portugal.
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Marquês
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12:55:00
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Rio sem vista
Insurgiram-se os jornalistas televisivos, sabe-se lá porquê. Finalmente uma boa notícia no nosso país (o Rui Rio deixar de aparecer nas televisões) no meio de tanta desgraça nacional e o pessoal das televisões ainda quer tirar o prazer ao pessoal?
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Marquês
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12:54:00
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terça-feira, 1 de novembro de 2005
A seca e as inundações
Do mesmo modo, quando um determinado ano era de abundância de chuva tal não era tratado com menos naturalidade, até porque o incómodo dos rios trasbordantes no inverno era invariavelmente e largamente compensado com excelentes terrenos de cultivo para o ano seguinte.
Posto isto urge perguntar: como se explica que desde a entrada de Portugal para a CEE, actual União Europeia, quer chova quer faça sol o discurso dos lusitanos seja sempre o da tragédia e da catástrofe?
A resposta é simples e triste: os lusitanos habituaram-se a chorar à porta dos vizinhos para assim receberem a esmola do subsidiozinho, assumiram-se vestidos de pobres andrajos, perderam a vergonha de parecerem fracos, aciganaram-se, abastardaram-se, degeneraram...
É uma tristeza e é uma vergonha!!!
Não eram assim os lusitanos de outros tempos, não era assim o Viriato nobilíssimo que derrotou as legiões romanas, não era assim o Afonso intrépido que criou um Reino a partir do pó, não era assim o Gama empreendedor que deu novos mundos ao mundo...e não era assim o povo que os erguia!!!
Enquanto definhamos agarrados à tristeza e convencidos da nossa pobre sina outros há que agarram a vida pelos cornos, como nós antigamente fazíamos, prosperando e sendo cada vez competidores mais ferozes que ameaçam o bem estar de toda a Lusitânia. A China de todas as manufacturas, a Índia das inovações, o Japão da tecnologia, todos eles e muitos outros não terão compaixão do nosso povo, do sofrimento dos nossos filhos, da mão estendida dos nossos velhos.
Se ainda há um gene da antiga nobreza lusitana esta é a hora do mesmo emergir, dos que o possuem se unirem e agirem.
DESPERTA LUSITÂNIA!
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ENGº. Viriato
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08:20:00
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