sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Nunca fico indiferente a um bom desafio

E, depois de ter sido apanhado em mais um com as calças na mão, cá vai o possível...

Eu quero: férias, o mais rapidamente possível (imaginem um tipo totalmente alienado, à beira do colapso, a babar-se compulsivamente, a arrastar-se para o local de trabalho e quase a ter uma AVC - Ausência de Vinho em Casa).
Eu tenho: exactamente o que preciso na medida essencial.
Eu acho: que quem acha devia deixar os outros pensar pela sua própria cabeça, a menos que esteja disposto a ajudar o próximo.
Eu odeio: quem odeia.
Eu sinto: que o mundo pode mudar para melhor.
Eu escuto: o que me diz o coração, primeiro, e o cérebro depois.
Eu cheiro: vinho a quilómetros de distância! E nunca falho!
Eu procuro: sempre coisas difíceis de encontrar, para manter os níveis de exigência elevados.
Eu arrependo-me: de não me saber arrepender. Até porque não ía adiantar nada.
Eu amo: a vida e tudo o que o simples acto de viver implica.
Eu sinto dor: quando olho em redor e vejo sofrimento, incompreensão, ódio, guerra, fome, maldade e outras desgraças.
Eu sinto a falta: de haver reconhecimento global de que todos estamos no mesmo barco, por isso não importa quem manda mas sim o esforço colectivo para que ele não vá ao fundo.
Eu importo-me: sempre que vou para fora de Portugal. Quando regresso, exporto-me.
Eu sempre gostei de: viver, amar e de ter em meu redor gente capaz de fazer o mesmo.
Eu não fico: sentado a ver o mundo girar à minha volta nem indiferente a quem quer que seja que entre em minha vida, seja de forma positiva ou negativa.
Eu acredito: em Deus, não me importa qual o Seu nome.
Eu danço: mal à brava, mas de vez em quando lá tem de ser. Não deixa, contudo, de ser uma experiência inesquecível para quem esteja no local...
Eu canto: todos os dias da minha vida, para mim, baixinho, mentalmente, mas não consigo viver sem música em redor.
Eu choro: quando olho para uma criança e não vejo o que era suposto ver nela: alegria, saúde, pureza, amor (entre outros belos atributos).
Eu falho: muito e tento aprender com todas as falhas. Para cada vez falhar menos.
Eu luto: mas sempre de forma não violenta. Os fins nunca irão justificar os meios.
Eu escrevo: as maiores barbaridades do planeta. Mas, acreditem, há quem as leia (olá vizinhança)!
Eu ganho: sempre que aqueles que eu amo também ganham!
Eu perco: a cabeça quando vejo os disparates que se fazem hoje em dia. É impressão minha ou a Humanidade está a passar por uma fase estúpida?
Eu nunca: farei algo, de forma consciente, capaz de prejudicar outrem.
Eu confundo-me: no meio do mar de gente que diariamente anda por Lisboa. E ainda bem...
Eu estou: aqui e agora neste preciso momento. Ontem também estive, daqui a nada e amanhã... depois se verá!
Eu fico feliz: com a felicidade dos outros. E eles com a minha. E é duplamente bom!
Eu tenho esperança: que, apesar de existir sempre o mal, o bem seja sempre o eterno vencedor neste mundo dual em que vivemos.
Eu preciso: de amar e de ser amado todos os dias, para me sentir eu mesmo.
Eu deveria: não ser obrigado a nada. Isto dos deveres tem muito que se lhe diga...
Eu não gosto: de não gostar. E não é que, às vezes, não gosto mesmo? Apesar disso, mantenho a minha: não gosto de não gostar.
Eu sou: feito à imagem e semelhança de Deus. E tento não me esquecer disso, embora às vezes não seja tarefa fácil. No fundo, I'm just another ordinary guy (at least I like to think so! Yeah... "I think, therefore I am"! Who said that before?)
Eu respondi: a este questionário em tempo recorde.
Hic Hic Hurra

No país irmão também há disto

Aliás, há disto por todo o lado!

Eis as pérolas resultantes das respostas dadas em alguns exames efectuados no Brasil:

- Sobrevivência de um aborto vivo (título);

- O Brasil é um País abastardo com um futuro promissório;

- O maior matrimónio do País é a educação;

- Precisamos tirar as fendas dos olhos para enxergar com clareza o número de famigerados que aumenta;

- Os analfabetos nunca tiveram chance de voltar à escola;

- O bem star dos abtantes endependente de roça, religião, sexo e vegetarianos, está preocudan-do-nos;

- É preciso melhorar as indiferenças sociais e promover o saneamento de muitas pessoas;

- Também preoculpa o avanço regesssivo da violência;

- Segundo Darcy Gonçalves (Darcy Ribeiro) e o juiz Nicolau de Melo Neto(Nicolau dos Santos Neto)...;

- E o presidente onde está? Não cei. Certamente em sua cadeira fumando baseado e conversando com o presidente dos EUA.

HISTÓRIA

- O Hino Nacional Francês se chama La Mayonèse...

- Tiradentes, depois de morto, foi decapitulado.

- Entre os índios de América, destacam-se os aztecas, os incas, os pirineus, etc.

- A História se divide em 4: Antiga, Média, Moderna e Momentânea (esta, a dos nossos dias).

- Em Esparta as crianças que nasciam mortas eram sacrificadas.

- Resposta à pergunta: "Que entende por helenização?": "Não entendo nada".

- No começo os índios eram muito atrazados mas com o tempo foram se sifilizando.

- Entre os povos orientais os casamentos eram feitos "no escuro" e os noivos só se conheciam na hora h.

- Então o governo precisou contratar oficiais para fortalecer o exército da marinha.

- Em homenagem a Gutenberg, fizeram na Alemanha uma estátua, tirando uma folha do prelo, com os dizeres: "e a luz foi iluminada".

- No tempo colonial o Brasil só dependia do café e de outros produtos extremamente vegetarianos.


GEOGRAFIA



- A capital de Portugal é Luiz Boa.

- A Geografia Humana estuda o homem em que vivemos.

- O Brasil é um país muito aguado pela chuva.

- Na América do Norte tem mais de 100.000 Km de estradas de ferro cimentadas.

- Oceano é onde nasce o Sol; onde ele nasce é o nascente e onde desce decente.

- Na América Central há países como a República do Minicana.

- A Terra é um dos planetas mais conhecidos no mundo.

- As constelações servem para esclarecer a noite.

- As principais cidades da América do Norte são Argentina e Estados Unidos.

- Expansivas são as pessoas tangarelas.


And the winner is (porque foi dada em verso):

O clima de São Paulo é assim: quando faz frio é inverno; quando faz calor é verão; quando tem flores é primavera; quando tem frutas é outono e quando chove é inundação!

Hic Hic Hurra

Classic



Por norma, não comento os clássicos, mas tenho a certeza que este Vos irá deixar, acaso se recordem dele, aos ais durante o fim-de-semana, fazendo eu já votos que o mesmo seja agradável.
Hic Hic Hurra

A aldeia dá os parabéns aos jovens nubentes



Não só pelo feliz acontecimento nas suas vidas, mas sobretudo pela originalidade do bolo de casamento.
Devem, no mínimo, ter-se conhecido num qualquer campeonato de jogos de Playstation, o que mais uma vez me deixa ao rubro porque este meu cérebro em vinho de alhos já começa a associar aquela maquineta a grandes conquistas ('inda n'outro dia era aquele jovem desportista que mal conseguia tirar os olhos da t-shirt da rapariga que fazia publicidade à PS2, recordam-se?).
Está mais que visto, se queres ter sorte com o sexo oposto, aposta numa consola e depois... consola-te sentimentalmente!
E, cada vez mais, estou tentado a dar razão àquele maluco que, em Inglaterra, queria mudar o nome para Playstation, como aqui referimos na nossa velhinha e já cheia de pó e teias de aranha rúbrica People are strange.
Hic Hic Hurra

A fé move montanhas - Parte II



Caramba, e se este tipo usasse igualmente o pseudónimo literário de Moisés Manoel, acho que teríamos encontrado o profeta anónimo que, numa tasca da vizinhança, tem deixado ternas mensagens, também elas sinónimo de grande dedicação e fé.
Ou então será caso para dizer, imitando Vasco Santana num antigo filme português, devidamente adaptado à situação: ó seu palerma, profetas há muitos, está a ouvir? Profetas há muitos!!!!
Hic Hic Hurra

Há um tipo que está triste e feliz ao mesmo tempo



A história conta-se em breves palavras.
Numa localidade perto de Urupema, no Estado de Santa Catarina, no Brasil, havia um cidadão que tinha apresentado queixa na Polícia Estadual afirmando que, durante a madrugada, numa altura em que conduzia a sua viatura numa estrada deserta rodeada de arvoredo, de repente todos os sistemas do carro deixaram de funcionar e a mesma imobilizou-se.
Por achar a situação tão estranha, o mesmo saíu do veículo e, sendo mecânico de profissão, depois de verificar que nada se passava de errado com o motor nem com a parte eléctrica, intrigado, decidiu averiguar nas redondezas para ver se achava o motivo para tal avaria inexplicável.
Ainda só se tinha afastado uns metros do carro quando viu um raio de luz, proveniente de um OVNI em formato circular que pairava sobre ela, começar a erguê-la, puxando-a para o seu interior.
Tendo andado uns bons quilómetros a pé até conseguir uma boleia até à localidade em questão, o sujeito apressou-se a contar, à Polícia, o sucedido, tendo sido submetido a testes destinados a comprovar que não estava com os copos ou sob o efeito de drogas, os quais deram negativo.
Contudo, tal não impediu que os agentes o considerassem maluco e foi despachado da delegacia com acompanhamento até à porta, sob risos de escárnio, com os seus acompanhantes a fazerem questão de lhe explicar que o Código Penal Brasileiro não previa o crime de sequestro interplanetário de viaturas.
É nesse preciso momento que o carro é devolvido, da forma como podem observar.
E o homem ficou triste porque era o único que tinha, mas também feliz porque teve o prazer de observar, em primeira mão, a cara com que a força policial ficou depois do susto com o estrondo inicial resultante do embate da viatura com o solo.
Hic Hic Hurra

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

É isso aí, meus chapas





A música brasileira de hoje é mais que nada, a duas dimensões.
Hic Hic Hurra

Parabéns SLB





Não só porque ontem eliminaste o Copenhaga (clube com o qual, confesso, não simpatizo muito, porque me faz lembrar copos de água), como pelo novo autocarro alternativo do clube, pela viatura oferecida pela Direcção ao Camacho como prémio pela vitória conseguida ontem e pelo novo traje oficial alternativo para adeptos, que hoje aqui se apresentam para a posteridade.
Hic Hic Hurra

A fé move montanhas - Parte I



Embora, no caso em questão, o pastor Lúcio Hermano tenha um bocado que explicar ao seu rebanho sobre a maneira como sobreviveu à sua própria morte devido a uma facada no coração, conseguindo ainda arranjar um tempinho para ir contar como é que tal sucedeu e agradecer a Deus pelo milagre.
Ao que parece, o segundo orador será a faca e o terceiro o coração do pastor...
Não sei não, mas, quanto a mim, os fiéis da religião em apreço só podem ser mesmo muito crentes!
Hic Hic Hurra

A aldeia foi descobrir esta estupenda cadeia de supermercados



Cuja sigla faz recordar uns senhores simpáticos que, no tempo da escravatura, andavam pelos Estados Unidos da América à procura de pessoas de outra raça que não a sua, apenas para lhes fazer sentir que, não levando a mal a coisa, não gostavam lá muito deles.
E, garanto-vos, não ficaria nada surpreendido se os empregados tivessem de usar uma farda composta de um barrete branco pontiagudo com aberturas apenas nos olhos e um manto igualmente branco, atendessem os clientes com um archote numa das mãos e tivessem sempre ao pé um instrumento de tortura para lidar com as reclamações.
Hic Hic Hurra

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Classic



Hic Hic Hurra

Encontrámos o "artista" que colocou em risco o subsídio de Natal



Depois de ontem ter vindo a público uma notícia que afirmava não existirem verbas, no Ministério da Defesa Nacional, que possibilitassem o pagamento do subsídio de Natal aos seus funcionários, a aldeia colocou-se em campo e achou o responsável pela situação.
Apenas conseguimos ter acesso a uma foto dele dos tempos da I Grande Guerra Mundial e podemos afirmar que é um alto graduado do exército.
Agora, entre estes três, adivinhem lá quem foi o responsável que asneou na questão?
Hic Hic Hurra

Falando em muçulmanos



A aldeia não pode deixar de se congratular por verificar que já existe igualdade de acesso às profissões em certos países islâmicos.
E que as mulheres, felizmente, delas não se encontram excluídas...
Hic Hic Hurra

A aldeia descobriu um lugar que pensava existir apenas em sonhos



Ou, em alternativa, no pós-morte de um terrorista muçulmano.
Depois da descoberta, falta-nos apurar se não se trata de uma cidade fantasma.
Hic Hic Hurra

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Classic



Em resposta à questão do Classic da passada sexta-feira...
Hic Hic Hurra

Já que falámos de gatunos



Isto hoje anda tudo interligado, até parece que foi de propósito.
Ora, pegando no título deste post, trazemos hoje à estampa a fotografia que resultou de um assalto que ocorreu na zona leste do Zimbabué, onde um pobre comerciante se encontra inconsolável.
Diz ele que a apólice de seguro contra roubos cobria o evento resultante da quebra da vitrine por apedrejamento ou por balas normais e que a companhia seguradora não lhe quer pagar qualquer indemnização porque, segundo cartinha que recebeu:
1 - Não se encontrou qualquer pedra no local, não existindo conhecimento de chuva de meteoritos nos últimos séculos naquele país;
2 - Uma bala de bazooka, que ali foi encontrada, não pode ser, de forma alguma, considerada normal.
Resta acrescentar que o assalto se destinou ao furto de pastilhas elásticas, batatas-fritas e umas quantas colas!
Hic Hic Hurra

Falando a propósito de planetas



Temos a história deste ser alienígena (ou alienado, não sei bem) que tinha pretensões a conquistar, sem o auxílio de mais ninguém, o Planeta Terra mas que, tendo encostado a sua mortífera nave espacial com a chave na ignição na Zona J de Chelas para ir dar uma mijinha, foi ignobilmente gamado e quando regressou da nave só restava o cheiro a ectoplasma queimado.
O que vale é que estava perto do aeroporto de Lisboa e lá há uns quantos stands de empresas de aluguer de viaturas, o que lhe permitiu alugar o veículo em questão, partindo em busca da nave fanada.
Obviamente que os planos de conquista do planeta ficaram adiados sine dia, mas até teve sorte porque chegou antes da mudança do aeroporto para a OTA!
Hic Hic Hurra

A aldeia orgulha-se de apresentar



O prémio Nobel das Canalizações, atribuído a este trabalho de um autor desconhecido mas que, pela inovadora técnica utilizada aliada a um conceito arrojado e destemido de união dos canos, merece o reconhecimento mundial de todos nós.
Esperamos, até, que ele se tenha dedicado a outra profissão, para não deixar os restantes canalizadores do planeta sem emprego...
Hic Hic Hurra

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Classic



Hic Hic Hurra

Para os mais esotéricos e espiritualistas



A aldeia descobriu um lugar onde poderão testar, in loco, as teorias budistas da separação do espírito do corpo após a morte, da reencarnação e da existência para além do último sopro numa vida, um dos grandes mistérios que a espécie humana tenta explicar desde remotos tempos (recordo-me do grande rio do esquecimento da alma, dos filósofos gregos, ou mesmo da crença dos egípcios em, nas cerimónias fúnebres, fazer acompanhar o corpo de bens que permitissem agradar os Deuses e proporcionar uma entrada feliz da alma no além).
Em alternativa, este é igualmente um bom local para se treinar para vencer os 100 metros barreiras nos Jogos Olímpicos.
A escolha é vossa.
Hic Hic Hurra

Dos tempos em que fui co-piloto



A princípio tudo correu bem, mas houve uma viagem em particular que encheu o livro de reclamações da companhia aérea, em que os passageiros e as hospedeiras vinham brancos como a cal e que motivou o meu despedimento.
E tudo devido a um ligeiro esquecimento meu.
Vejam lá se era motivo para tanto alarido...
Hic Hic Hurra

A aldeia foi dar com Fernando Santos



Pouco tempo decorrido após o despedimento como treinador do Benfica, e apesar de ter vindo publicamente defender que não se sentiu afectado com a situação (utilizou, inclusivamente, a preciosa expressão de que não era tão ingénuo como parecia), o facto é que o homem por detrás do treinador (nada de interpretações dúbias da frase, malta) sentiu muito o que fizeram com ele.
Como se pode ver, fomos dar com o Engenheiro do Penta em Vila Nova de Foz Côa, a tentar atear um fogo e a pensar se nas gravuras rupestres que iria desenhar a seguir devia colocar o Simão com umas asinhas, o Camacho com cara de asno ou uma manada de mamutes a sodomizar Luís Filipe Vieira (nem as orelhas escapavam).
Quando lhe perguntámos como se sentia, limitou-se a responder com um ininteligível "grunf, grrr, grunf" e a coçar-se com um dos braços enquanto dava pequenos pulos à volta da fogueira.
Hic Hic Hurra

domingo, 26 de agosto de 2007

España - Dia 3

SOOOOOOOLLLLL!
Seria excelente, nao fossem duas coisas:
A primeira, o meu carro ter passado a ser de cor castanha, depois da lama que lhe caiu em cima ontem da chuva.
A segunda, o facto da senhora Marquesa estar no top-3 dos bikinis da piscina. Isto de, no meio de tanta mulher, ser a nossa uma das unicas que dá nas vistas de bikini é tramado!
Onde andará o resto do mulherio decente?

sábado, 25 de agosto de 2007

España - Dia 2

E começou a chover torrencialmente, levando-nos a nós e a milhares de espanhóis ao perfeito desespero.
Nos tempos da PUTA, um gajo estava fechado no local de trabalho e fazia sol lá fora; um gajo deixa a PUTA e entra em férias e imediatamente começa a chover! Isto é ingrato.
Pode ser que o nosso Zé tenha melhor sorte no seu periodo de férias.
A caçadeira de calibre .12 continua a fazer falta, que os gajos nao se calam até a uma da matina.
E agora, deixo-vos com umas palavras do pequeño Marquês:
eeeryxgxnmxsxsxfxgxxb szbrtxyxxcxzcxfzxcxzxzzxcsdadasddssdfseeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.
P.S. - Meu caro Zé, nao percebo o teu despeito. Tás melhor do que eu, que sou obrigado a estar fechado num hotel enquanto chove, e a piscina e a praia, tao ansiados, estao obrigatoriamente votados ao abandono. Nem se consegue ver um bikini com este tempo. Isto deve ser praga tua, pá!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

P.S.

Que história é essa da Luciana Abreu ter aumentado as maminhas enquanto eu vinha a caminho de Espanha? Já há a venda do silicone da Floribella nos Centros Comerciais?

España - Dia 1

Pela primeira vez, decidi levar o carro em viagem por terras espanholas, atravessando o País de uma ponta a outra (desculpem-me lá a falta de acentuacao e de ces com cedilhas, mas os computadores espanhóis nao falam a mesma língua que nós).
Primeiro, descobri que pago mais de portagem de Lisboa a Elvas do que de Lisboa ao Porto.
Em segundo lugar, descubro que pago mais de portagens de Lisboa a Elvas (cerca de 200 Km) do que de Badajoz a Valëncia (quase 1000 km sempre em AE).
Em terceiro lugar, como nem tudo é bom, os marmelos dos espanhóis nao tem areas de serviço como nós temos (olha, descobri o cê cedilhado e o chapéuzinho), sendo que qualificam todas as terras com saídas das vias rápidas como "zonas de servício".
Ou seja, estive cerca de meio dia sem comer nada, porque senao perdia outro tanto a achar um sitio para comer nas "zonas de servicio".
Depois da minha pessoa e da senhora marquesa terem andado a pancada cerca de 12 horas devido a nao gostarmos da maneira de conduzir um do outro, chegamos ao Hotel, onde depois de eu ter quase começado a falar inglês com a recepcionista porque o raio do sotaque espanhol daqui é cerrado como o c..., descobri que as refeiçoes estao abaixo de qualquer hotel com duas estrelas a menos do que este e nem gelados têm para a sobremesa.
Para completar a coisa, fui para a cama as 10h, desconhecendo que os gajos tinham espectaculo ao vivo diário até a 1 da matina. Resultado: arrependi-me imediatamente de nao ter trazido uma caçadeira na bagagem!
Entramos no dia 2 com mudança de tempo: vento e nuvens, sem sol.
E o tempo na internet agora acabou!

A aldeia sabe que a crise chegou à TV Cabo



O que levou o Conselho de Administração daquela empresa a adoptar uma estratégia que visava, sobretudo, cativar uma nova franja de clientela.
Pelos vistos, o marketing arrojado que foi efectuado, sob a égide da frase Devoção Canina à TV Cabo já está a dar frutos e pensam, em breve, no lançamento do novo A Bone To U Channel, com séries fabulosas tais como a Lassie, O Inspector Max, Banzé,os 101 Dálmatas , bem como, embora codificados e condicionados ao pagamento de um suplemento, os excitantes Playdoggie e My Lady Poodle's Hot.
Hic Hic Hurra

Mais um bom exemplo de uma sinalização esclarecedora




Que a aldeia, logicamente, tem de realçar aqui!
Hic Hic Hurra

Classic



A música de hoje está intimamente ligada ao serviço público de meteorologia para o fim-de-semana que se aproxima em Lisboa.
E deverá ser interpretado da seguinte forma:
Caso sejas um cavalheiro, é o título da música com uma vírgula antes da última palavra;
Caso sejas uma donzela, é o título da música sem a vírgula e uma grande dose de fé!
A propósito, alguém sabe em que famoso teledisco de uma não menos famosa música de um igualmente famosíssimo filme este foi inspirado, pelo menos na sua parte inicial?
Hic Hic Hurra

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Tarefas da Aldeia



PRIMEIRA - Descubra no grupo quem está com sono.
SEGUNDA - Encontre os dois gémeos.
Hic Hic Hurra

Classic



Hic Hic Hurra

Um mistério chamado D. Sebastião - um pouco da nossa estória em suaves prestações diárias



(continuação)

EPÍLOGO

E D. Sebastião?
Teria El-Rei mesmo perecido no campo de batalha ou, como o Chuck Norris, apenas se mostrou desaparecido em combate?
A pergunta, que já muita tinta fez correr entre os historiadores e até entre autores de romances históricos, permaneceu ao longo dos séculos.
Contudo, num pergaminho amarelado e muito mal estimado, cheio de nódoas de vinho, recentemente encontrado por alguém de grande fiabilidade, surge-nos um relato, subscrito pelo seu fiel escudeiro Marquês Mendes (que, não se sabe como, passou despercebido no combate, embrulhado na bandeira do estandarte luso), em que este conta a seus filhos que conseguira escutar um excerto da conversa que El-Rei havia tido com Ara-Fate, tendo apanhado a seguinte frase, proferida por um D. Sebastião mais exaltado ou animado:
" - Então é certo que, por estes lados, eu não sou obrigado a pagar IVA, IRS ou IRC!".
Repugna-nos pensar que o nosso monarca tenha desaparecido para fugir ao Fisco, naquele que seria o primeiro grande embuste histórico da Nação, resultado de um acordo diplomático entre reinos com o intuito de promover a sua fuga no calor da contenda, providenciando-se o seu asilo político junto do vizir, embora tenhamos de reconhecer que é mesmo melhor que ele hoje se encontre morto ou muito bem escondido, e isto porque os serviços administrativos da Direcção-Geral das Contribuições e Impostos estão a contabilizar juros de mora desde 1578, resultantes de actualizações anuais dos seus presumíveis rendimentos, não nos surpreendendo que a sua identidade conste, algures, da lista de devedores que se encontra publicitada na internet, a qual não consultámos porque depois deste aturado e rigoroso estudo nos recusamos a ler documentos com mais de 10.000 páginas.

FIM

Referendo Aldeia Lusitana



O que estará o jovem desportista da esquerda a pensar naquele momento?
Aceitam-se respostas nos comentários.
Hic Hic Hurra

Vende-se veículo quase novo e em muito bom estado



Está muito bom de aspecto exterior e do interior nem se fala, uma vez que se encontra muito bem conservado graças a um pequeno probleminha com o ar condicionado (mas não é nada de preocupante).
Aceitam-se pagamentos a prestações e, como extra, temos igualmente à disposição, para venda, uma samarra alentejana, um gorro, umas luvas e um cachecol.
Mais um produto com a garantia de qualidade da aldeia.
Pelo menos, nós garantimos que sim.
Ah, e já vem com um sistema GPS incluído... embora, se calhar, um micro-ondas desse mais jeito!
Hic Hic Hurra

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Nós já fomos pioneiros nesta matéria

Há, efectivamente, um ilustre causídico que teve algum mediatismo na comunicação social recentemente que mostra bem que a família Silva pensou no assunto antes mesmo dos chineses.
Hic Hic Hurra
Nota - Queira clicar no título, sff.

Nos meus tempos o circo era tão diferente dos dias de hoje

Embora tenha de reconhecer que os números actuais estão espantosamente mais excitantes e evoluídos.
Hic Hic Hurra
Nota - Se não percebeu, clique no título, sff.

Quando o artista é um verdadeiro artista



Ou seja, e por outras palavras, quando um homem nasce para a vida musical e logo se nota que tem queda para os concertos!
Hic Hic Hurra

É isso aí, meus chapas... mêmo!



Hic Hic Hurra

Um mistério chamado D. Sebastião - um pouco da nossa estória em suaves prestações diárias



(continuação)

PARTE XII

Como a desproporção das forças em conflito era gritante e o nevoeiro teimava em não desaparecer, o destino do combate cedo ficou traçado, não sem antes duas criaturas pequeninas que pareciam crianças terem passado a correr pelo campo de batalha, levando uma delas um anel preso ao pescoço, as quais foram, pouco tempo depois, seguidas por um estranho ser curvado, escanzelado, com uns fios de cabelo a saltar da epiderme capilar e com uma cara de meter medo ao próprio susto que gritava, a plenos pulmões e numa voz que fez gelar todos os heróicos combatentes de ambas as facções: "Precious... I want my precious... Give it back my precious... Gollum wants his precious... Gollum needs his precious... The precious is mine...".
Meia hora após esta estranha ocorrência, passou um velhote velozmente num cavalo branco, munido de um cajado, com umas estranhas vestes e um chapéu pontiagudo na cabeça, que estava a ser seguido por perto por dragões com umas criaturas esquisitas montadas neles e por um interminável exército de horrendas e monstruosas aparições com as quais D. Sebastião, como medida de último recurso, tentou parlamentar de maneira a com elas formar uma aliança que lhe permitisse derrotar o Isaac Rabino, o Mourinho e as forças de Ivan Abramovich, o Terrível.
No entanto, apenas metade da delegação que foi enviada, em sinal de paz, para parlamentar com o líder dos temíveis seres desconhecidos regressou ao acampamento, o que desde logo indiciou que eles não iriam assumir posição por qualquer dos lados e que estavam empenhados num outro assunto, cujo alcance escapava ao próprio Rei.
O nosso soberano apercebeu-se inteligentemente disso sobretudo a partir do momento em que reparou que a metade da delegação enviada que regressara, montada nos seus aterrorizados corcéis, era literalmente a inferior, mais precisamente a partir da cintura para baixo.
Assim, a derrota foi total e esmagadora para as forças portuguesas, tendo perecido e desaparecido nesta batalha a maior parte da nobreza e o próprio D. Sebastião.
Foi D. Pedro da Selva Porreira quem, banhado em lágrimas de crocodilo, deu a triste notícia ao povo, através da emissora nacional, interrompendo a primeira emissão ao vivo dos Parodiantes de Lisboa, bem como a todos os que se encontravam presentes no pátio do Castelo de São Jorge: El-Rei havia sido dado como morto e não deixara descendência ao trono.
Sucede-lhe, então, no trono de Portugal o seu tio-avô, D. Fócrates, o secundador, mas este também vem a falecer (e ainda dizem que a história às vezes se repete) em 1580, igualmente sem descendentes (com franqueza, e só hoje é que nos preocupamos com as baixas taxas de natalidade do nosso país!!!! O exemplo deveria vir de cima, não era?).
Aliás, as más línguas da época diziam ter sido ele o impulsionador de uma medida que somente séculos volvidos seria implementada.
Falamos, é claro, do alargamento da Via do Infante, mas não existem documentos capazes de sustentar tal teoria e há até, na imprensa cor-de-rosa da época, um breve referência a um episódico caso amoroso numas férias passadas na ilha de Malta, num resort de luxo explorado pela Ordem Hospitalar de São João de Jerusalém, na companhia de uma cortesã alemã chamada Kanziu, onde recuperava de umas confusões surgidas a propósito da autenticidade do documento que o apresentava como tio-avô do desaparecido D. Sebastião.
Cria-se, então, um vazio na sucessão monárquica, o qual só irá ser preenchido quando Filipe II de Espanha, por mero acaso, atravessou as fronteiras numa caçada ao javali e escutou uma conversa entre dois camponeses portugueses que diziam mal da vida e do facto de tudo ser uma anarquia no país, que se encontrava sem Rei nem Roque (a famosa frase começou nesse preciso momento e deve ter ganho pilhas Duracell, porque perdura, e perdura, e perdura...).
Daí à invasão pelos espanhóis foi apenas o tempo que D. Filipe levou a digitar e enviar uma sms para o Comandante-Geral do seu exército, pelo que não tardou a que, por via da força, fosse aclamado Rei de Portugal nas Cortes de Tomar, em 1581, sobrepondo-se a Catarina de Bragança e a D. António, Prior do Crato (a quem terá doído mais a sobreposição, ousamos nós alvitrar), dando assim início a sessenta anos de reinado espanhol em Portugal, o qual só viria a terminar com a Restauração em 1640.
(a continuar)

Hic Hic Hurra

Mais um mistério que se desvenda



Este blog tem a particularidade de, além de prestar um serviço público de relevante cariz nacional (temos pena que as instâncias competentes do país assim não o reconheçam, provavelmente porque desconhecem, e ainda bem, o nosso link), de ser um utilitário centro de vendas à distância com produtos da mais fina qualidade e dotados de um recorte técnico que extravasa tudo o que um consumidor normal poderia esperar de um bem ou serviço e de, como extra, funcionar como emissora de rádio de músicas que podemos colocar a tocar nos locais onde nos encontramos, superiormente seleccionadas, à razão de uma por dia, pelo DJ Little Joseph Bywine, servir para que os grandes mistérios que assolam a humanidade desde tempos imemoriais venham, aos poucos, a ser desvendados, através de teorias que nem ao Diabo lembrariam mas que fazem todo o sentido para os respectivos autores.
Desta forma, não poderíamos deixar de revelar ao mundo a forma como eu consegui aguentar a minha formação académica, através deste instantâneo (não, não é o pudim flan) que mostra como eu me mantinha atento às aulas do 12.º ano.
Como esclarecimento adicional, e para que não restem dúvidas, eu já vinha ensaiando e gozando os benefícios desta táctica de concentração desde a pré-primária e ainda hoje, mesmo sem entrar em qualquer estabelecimento de ensino convencional, não me consigo separar dela.
Ele há males que vêm por bem, como diz o povo.
Hic Hic Hurra

Tendo em atenção o aumento do índice da criminalidade



Já existem estabelecimentos comerciais, como o da foto, cujos proprietários iniciaram uma nova política de sensibilização da clientela, tendo como pano de fundo a noção genérica de que és bem-vindo se vens por bem!
E tudo dentro da maior educação e correcção...
Estamos, contudo, na expectativa para ver a reacção dos meliantes normais perante este marketing nada agressivo dos alvos do costume!
Hic Hic Hurra

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Slow'n'easy



Hic Hic Hurra

Um mistério chamado D. Sebastião - um pouco da nossa estória em suaves prestações diárias



(continuação)

PARTE XI

Pouco tempo depois, um violento combate tinha início nas áridas planícies de Alcácer-Quibir, apenas intervalado à hora do almoço para dar ao dente e ver as notícias no canal Al-Jazeera, com tradução em directo por D. Elaio Climático, que mais tarde já não veria o sucesso que um seu parente viria a ter na forma como comentava os Festivais Eurovisão da Canção, ainda desconhecidos à época, pese embora os magníficos trovadores que já então se faziam ouvir.
Aliás, precisamente um dos combates mais ferozes e sangrentos foi o chamado "desafio sem dó", onde cada uma das facções apresentava o seu trovador e vencia aquele que mais tempo aguentasse a cantar ou conseguisse, mercê dos seus extraordinários dotes vocais, colocar a correr para longe o trovador da outra parte.
D. Sebastião, na altura, estava encantado com um grupo coral de Trovadores que lhe fora oferecido pelo Conde Cid, nobre que alegrava os serões na Corte com baladas de sua autoria e de refrões tão marcantes (só a título de exemplo, temos a trova em que, virando-se para El-Rei, declama: "como o primata gosta de banana eu gosto de ti", verso que foi perdurando pelos tempos até constituir um verdadeiro sucesso nacional mais tarde, embora ligeiramente modificado pela voz do povo), e que trouxera de Portugal.
Eles eram, de início, mil cento e onze almas cantantes, mas os mares revoltos, o escorbuto, a malária, um novo clima, as doenças inerentes à desidratação e os combates sem tréguas, haviam reduzido aquele grupo coral a 4 pessoas que, em memória dos falecidos, se auto-intitulavam Quarteto 1111 e que, mais tarde, haveriam de ficar conhecido por uma música que dedicaram ao desaparecido D. Sebastião.
Foi pois entre o Quarteto 1111 e um bardo gaulês chamado Assurancetourix que o combate se desenrolou, sendo que ao primeiro acorde do bardo gaulês o Quarteto 1111 foi em debandada, cada um para seu lado, porque era impossível ouvir o homem berrar e eles não tinham seguro contra todos os riscos.
A coisa seria diferente, na óptica dos historiadores actuais e no que se reporta a este duelo musical em concreto, se El-Rei tivesse consigo um tal de Zé Cabra, que lhe permitiria igualar a contenda ou mesmo superá-la, mas tudo não passam de meras especulações.
Derrotados e humilhados nessa batalha, os portugueses também foram vencidos no chinquilho, na sueca, no dominó e nos matraquilhos, o que os enervou de tal forma que nem El-Rei conseguiu detê-los.
E o grito passou a ser: "É guerra, é guerra", tendo finalmente os portugueses desembainhado as espadas e partido para um encontro de exércitos que fez estremecer o chão por toda a África!
Por toda a África?
Sim, toda a África... bom... quero dizer, digamos que meia África!
Meia África?
Sim... não, um quarto de África, mas incluindo o Congo.
Um quarto de África, incluindo o Congo?
Sim... pronto, só em Alcácer-Quibir, e nem foi em toda a localidade, apenas no local onde se desenrolou a batalha.
Seja como for, a verdade é que o sangue entranhou-se pela areia e muitas cabeças rolaram, desta feita literalmente, tal a forma empenhada como ambos os exércitos se dedicaram à nobre arte de guerrear.
A actuar num nítído 4000x4000x2000, a equipa da casa, perdão o exército da casa cedo mostrou intenções de aniquilar o ultradefensivo sistema em losango de 100x200x400x300x90x10 com que o exército forasteiro de D. Sebastião, em número nitidamente inferior, se apresentou no conflito, pelo que as coisas, passada que foi uma semana desde o início da guerra, não estavam a correr de feição para a expedição militar lusitana (ainda para mais, quando se sabia que ao comando da táctica bélica dos "outros" estava um pequeno mouro, mais conhecido por Mourinho, que tinha um feitio intratável e gozava do apoio das forças do Leste da Europa, onde Ivan Abramovich, o Terrível, dava os seus primeiros passos na conquista da Sibéria e fez uma perninha para selar o destino da contenda em Alcácer-Quibir, onde teve a possibilidade de experienciar, com carácter científico e documental, algumas das atrocidades que viria a cometer no Século XVII e que, certamente, se existisse um programa de TV na Rússia chamado Os Grandes Russos, o levaria a ganhar, com toda a naturalidade, o título de Maior Russo de Sempre.
(a continuar)

Hic Hic Hurra

Ass Ltar Aldeia Lusitana



A aldeia, ao verificar que um blog da vizinhança apresentou, recentemente, lindas fotografias de uns All Star com um design ultramoderno, não se ficou atrás e o génio da haute-couture aqui do moi-même logo desenhou um novo modelo de sapatinho desportivo, unissexo, que designou de Ass Ltar, e que tem disponível para venda pela modesta quantia de 5 €, acrescidos de 500 € para portes de envio.
Se quer andar na moda este Verão, seja aqui, seja em "Madri", na Polónia ou na Estónia, não esqueça, adquira este fabuloso artigo com a qualidade a que já o/a habituámos.
Nós garantimos que sim!
Hic Hic Hurra

Falando no princípio da igualdade



Eis a prova de que as pessoas portadoras de deficiência podem ter exactamente os mesmos direitos das outras pessoas.
A aldeia congratula-se com esta medida e apenas acha estranho que a cadeira-de-rodas seja sempre a mesma, pese embora mude a identidade do usuário, na época alta em que este serviço se encontra disponível.
Só resta apurar se conta com apoios financeiros governamentais...
Hic Hic Hurra

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Vocês não dão uma abébia!!!

Tá um gajo em retiro estival, a centenas de quilómetros da civilização e a meia dúzia deles de um acesso à net, trabalhando oito horas por dia debaixo de um sol abrazador, quando houve, à socapa, a notícia do ano - troca de treinadores nos lampiões - e logo move mundos e fundos para, no mais curto espaço de tempo possível (depois do pôr do sol, entenda-se!), abeirar-se de um teclado, afirmar a vista inchada num monitor de 15", perder 15 minutos a tentar lembrar-se da senha de acesso, paravir, em 1.ª mão, dar a novidade, e logo se depara com o post do Zé, e já devidamente comentado!...

Cum caneco, assim não dá!!!

Deixa-me calçar os chanatos e regressar para a estiva, que lá pelo menos sempre vou vendo umas mamocas rosadinhas EM PRIMEIRÍSSIMA MÃO!!! (que não na minha, infelizmente...)

A grande família sportinguista deste blog está de luto

Acabámos de saber que Fernando Santos já não é treinador principal da equipa de futebol do Sport Lisboa e Benfica.
Agora já só podemos gozar mesmo com o equipamento alternativo.
Luís Filipe Vieira, contudo, manteve a sua postura cavalheiresca na despedida ao ex-treinador dizendo-lhe, enquanto tirava uma vela da orelha direita:
" - Pá, hum... tu foste a minha primeira aposta... hum... mas a coisa não correu bem... hum... devias ter sorrido mais... hum... e ter ganho mais uns joguitos... hum... um título qualquer... hum... sem ser o Torneio do Guadiana... hum... por isso te vais... hum... e agora quero no teu lugar um tipo que seja mais macho... hum... para que todos digam que há cá macho... hum... espera, está a tocar-me o telefone... hum... Estou?... Mira... hum... un instantinho, olé... hum... Fernando, pá... hum... tens de ir... hum... mas ficas com as portas desta casa sempre fechadas... hum... si? estoy? Quando vienes?... hum... Quando jegar la garantia bancária con las pesetas?... hum... pero vien ahora que tengo aqui un tintol que... hum?"
Hic Hic Hurra
Nota - Uma chicotada psicológica à primeira jornada, mercê de um empate fora, não é caso para o Guiness? Não há dúvida que os dirigentes da bola devem perceber muito disto, devem... Ou o tinham despedido a época passada, deixando o novo treinador preparar a nova época, ou então esperavam para ver o andar da carruagem. Enfim...

Última Hora



Um grupo de ambientalistas descobriu e reduziu a pó uma herdade na pacata vila de Brotas que procedia ao cultivo de beldroegas transgénicas "mutatis mutandis", conforme se pode apreciar pela única imagem que foi possível captar da acção empreendida.
Eufémia Brava, porta-voz dos ambientalistas, já afirmou, em breve comunicado à imprensa, o seguinte:
" - A operação Beldrout-Green foi um sucesso e só temos de nos congratular por mais esta vitória, justificada pelo art.º 21.º da nossa Constituição, já que as beldroegas em questão estavam a assumir um aspecto mutacional e a evoluir para algo muito parecido com a couve-flor australiana que, como se sabe, é uma planta carnívora com comportamentos desviantes. Sim, temos consciência que o posto da GNR aqui do sítio fica a 200 metros do local, mas estamos em período de férias, era hora de almoço e não queremos maçar aquela força militarizada com assuntos relativamente aos quais nós podemos muito bem encontrar uma solução. O que acontecerá aos proprietários da herdade? Para já foram feitos reféns e estamos esperançados que aceitem os nossos termos de rendição. Se não concordarem, paciência, porque teremos de os executar obrigando-os a ingerir duas toneladas de espigas de milho transgénico que trouxemos de Silves assadas nas cinzas do que sobrou da herdade. E, garanto-vos, não há alma que resista a uma coisa dessas!"
Hic Hic Hurra

Classic



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Um mistério chamado D. Sebastião - um pouco da nossa estória em suaves prestações diárias



(continuação)

PARTE X

Após tão efusivo tratamento, e invocando urgência na diplomacia militar, D. Sebastião nem hesitou, partindo para África nesse mesmo ano.
Chegado ao velho continente africano, tão sobejamento conhecido já dos lusitanos, após uma viagem sem incidentes de maior, na companhia do voluptuoso harém que lhe havia sido gentilmente emprestado e com o qual muito privou, o nosso monarca foi luxuosamente recebido na tenda do seu amigo Ara-Fate, com apenas 457 divisões principais e 784 divisões acessórias, montada no meio de um esplendoroso e verdejante oásis, onde ficou instalado na suíte real, uma das 28 suítes de luxo ali existentes.
Na primeira reunião que teve com Ara Fate, este confessou as razões que o motivaram a empreender a longa jornada até Portugal e a solicitar a El-Rei o seu apoio: existiam no local uma série de desertores que, comandados pelo líder religioso Isaac Rabino, teimavam em atrapalhar o normal governo de Ara Fate.
D. Sebastião nem quis escutar mais e, no dia seguinte, partiu à procura daquele que, segundo ele, assim que sentisse o aço de sua espada haveria de voltar e pedir perdão a Ara Fate com o Rabino entre as pernas.
Uma semana depois, numa manhã de muito nevoeiro, onde, segundo alguns, não se via um boi à frente do nariz, D. Sebastião e o seu fatigado exército encontravam-se em Alcácer-Quibir, retemperando forças com umas migas à alentejana (certamente inspiradas no nome do local) e contando anedotas de alentejanos (porque seria?), quando se apercebem do cerco que lhes fora habilmente montado pelas tropas fiéis ao Isaac Rabino.
Como cavalheiro que era, que não gostava de combater sem primeiro conferenciar com o seu opositor, numa estratégia que visava, essencialmente, detectar-lhe as eventuais fraquezas, El-Rei solicitou a Isaac Rabino uma audiência onde, segundo o mensageiro que foi enviado em missão de paz fez notar, lhe tomaria apenas uns minutos do seu precioso tempo.
O pedido foi liminarmente deferido, no âmbito de um plano chamado Alá-Seja-Louvado-Por-Nos-Haver-Brindado-Com-O-Simplex que começava a ser implementado no seio das tropas fiéis a Isaac Rabino e D. Sebastião, acompanhado apenas do seu fiel escudeiro, um membro da pequena nobreza chamado Marquês Mendes (muito utilizado em missões de espionagem, porque conseguia sem esforço caminhar sempre fora do alcance da visão do inimigo), parlamentou brevemente com o seu opositor, após o que regressou para o seu acampamento, dando ordens para que todos os preparativos fossem efectuados tendo em vista o momento do combate que se aproximava, requisitando para perto de si Miyagi-San, um simpático velhinho que dava os primeiros passos numa terrível arte oriental denominada Karaté e que andava sempre com um rapazinho chamado Daniel atrás de si, rapazinho este que costumava andar sob uma só perna e gritar muito alto enquanto executava estranhos movimentos corporais e batia com as pernas e com os braços em palmeiras fazendo cair cocos em cima de si de forma brutal.
(a continuar)

Hic Hic Hurra

A pensar na 3.ª Idade



A aldeia fez-se representar pelo Chefe, que foi o orador mais aplaudido pela assistência, sobretudo quando mostrou que conseguia tocar, apenas munido de um instrumento de percussão natural, a que chamou solta-flatulências, o Bolero de Ravel sem falhar uma única nota.
Foi ovacionado de pé pelos poucos que aguentaram o magnífico espectáculo até ao final sem desmaiar por causa dos odores fortes que impregnavam o ar.
Está explicada a sua longa ausência deste blog... esteve nos treinos!
Hic Hic Hurra

Do Lisboa-Dakar directamente para o emprego



Eis o que se passou recentemente com um dos participantes, sabendo a aldeia que, a dado momento, se virou para o co-piloto e perguntou:
" - Achas que passe pelo Elefante Azul antes de ir para o serviço?"
Ao que o outro, ainda meio a dormir, teria respondido:
" - Com um carro sujo desta maneira tenho muitas dúvidas que engates lá uma gaja, pá!"
E assim termina mais uma história colorida da aldeia.
Hic Hic Hurra

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Ele há semelhanças...

Hoje vi um sujeito que era mesmo a cara do nosso Inspector!


España me gusta


Classic



Hic Hic Hurra

Um mistério chamado D. Sebastião - um pouco da nossa estória em suaves prestações diárias



(continuação)

PARTE IX

No entanto, as medidas de D. Peixeira dos Anjos não se ficaram por aqui e, em 1574, cria o IVA, o Imposto sobre os Valores Amontoados, um tributo que onerava as grandes fortunas arrecadadas durante anos a fio, que se encontrassem em locais cheios de pó e de teias-de-aranha.
O bom e o bonito foi quando D. Sebastião foi notificado do montante de IVA que tinha de pagar todos os anos.
Referem os que mais próximo dele estavam nessa altura que El-Rei caíu redondamente no chão, fulminado por uma súbita indisposição, mais tarde diagnosticada como sendo um raríssimo caso de "agudis forretitis".
Ora, este fortuito e inesperado acontecimento veio permitir a D. Chicote de Matos brilhar, mostrando em plena Corte os progressos medicinais conseguidos consigo aos comandos do Ministério, e em breve, após umas sessões de sangramento a cargo de umas sanguessugas (mas das verdadeiras, não nos estamos a referir às outras, de duas pernas, que rodeavam diariamente El-Rei), com uns banhos imperiais otomanos (tinham esse nome porque as águas, previamente aquecidas nas fogueiras onde se queimavam os criminosos, eram transportadas em baldes para os aponsentos reais por escravos provenientes do Império Otomano, que mais tarde deu origem à actual Turquia e, concomitantemente, aos chamados banhos turcos) e quinze dias de repouso absoluto na Casa dos Males e Maleitas Dos Mentalmente Pouco Equilibrados El-Rei D. Sebastião ficou quase como novo e, simultaneamente, quase sem dinheiro no tesouro real (havia que não esquecer as reais taxas moderadoras cobradas pelo internamento compulsivo).
E foi numa noite de tempestade, em 1578, numa altura em que meditava sobre os melhores processos de conseguir esquivar-se ao pagamento do IVA, que D. Sebastião recebeu no seu Castelo pós-moderno, decorado pelo burguês romano Augustus (o qual detinha, conjuntamente com o gaulês Jean Roullo, o exclusivo do guarda-roupa real), uma delegação enviada pelo seu amigo Ara Fate, vizir árabe, pedindo-lhe auxílio militar.
A conversa apenas foi presenciada pelos elementos do séquito de El-Rei que lhe eram mais chegados e fiéis, não tendo sido documentada, o que levou a que, ainda hoje, ninguém saiba o que se terá passado dentro das muralhas naquela noite, embora se tenha especulado que se discutiu, entre outras coisas, a compra pelos árabes da cadeia de Tavernas denominada Eu era capaz de sentir amor por ti, explorada pelo escudeiro Pedro Miguel Troncos, ao mesmo tempo que era ofertada a El-Rei, para diversão, uma dúzia de concubinas do harém privativo do vizir, capazes de fazer um homem perder a cabeça e de, assim, mitigar o sofrimento pessoal do soberano devido aos altos custos com o IVA.
Há até quem afirme, mas aqui novamente a fazer fé nos ditos populares, que nessa mesma noite essas concubinas, chefiadas por Zaida Samantha Wolf e por Sulleimana Zabrina dos Bóis-Bóis-Bóis, deixaram El-Rei completamente embasbacado face aos visíveis atributos físicos das senhoras.
No final da vida, à lareira com a família, um dos participantes nessa reunião recordava, visivelmente emocionado, a impressão causada com a chegada do séquito de concubinas, dizendo que só vislumbrou um grande par de mamas a entrar pela porta do salão e, exactamente vinte e cinco minutos depois (contados pela ampulheta real), dava entrada na sala a mulher mais bonita que já vira, logo seguido de outro grande par de mamas que, trinta e sete minutos depois (contados pela mesma ampulheta real que, entretanto, tivera de se virar, pelo que o tempo poderá não corresponder exactamente ao que efectivamente durou aquela cena), levou à entrada no mesmo local da segunda mulher mais bonita que já vira, tendo isto sido repetido por uma dúzia de vezes, de tal forma que, às tantas, El-Rei já não sabia se tinha a cabeça deitada nas almofadas reais ou se estava com ela metida noutro lado qualquer(e quem diz El-Rei, diz todos os presentes).
(a continuar)

Hic Hic Hurra

No râguebi vale tudo



É algo que qualquer praticante desse estimulante e nada agressivo desporto está habituado a reconhecer como grande verdade incontestável e universal.
No entanto, não podemos deixar de trazer à estampa esta magnífica foto, que demonstra até que ponto a equipa adversária se empenha para evitar que o adversário alcance a linha final e pontue, não sendo difícil imaginar um simpático diálogo, tido entre dentes, ocorrido naquele preciso momento, em que um dos oponentes diz ao outro:
" - Onde é que tu pensas que vais, todo lançado?"
Sendo a resposta evidente:
" - Vou ali marcar uns pontinhos e tu tem a bondade de me largares os calções, senão eu ligo o turbo e tu vais ficar na merda!!!!!"
Hic Hic Hurra

Como o tempo não tem andado certo



E tem dado motivos a inesperadas constipações de Verão, a aldeia resolveu antecipar a comercialização deste produto, que tinha preparado para lançar apenas no Outono.
Sente o desconforto de um nariz sempre a pingar?
Tem, ainda assim, de ir trabalhar e está farto/a de recorrer aos medicamentos tradicionais, ainda que genéricos, cujo efeito é de pouca duração?
Eis o novo HeadNoseDryer da Aldeia, um produto totalmente inovador, renovável por baixíssimo custo, através do qual poderá sair de casa com segurança e, apesar do incómodo que é ter um constante corrimento nasal, com a certeza de que tem consigo a solução para o assunto.
Na venda dos primeiros dez produtos a aldeia oferece, ainda, um frasquinho contendo uma mistura à base de puré-de-batata com molho branco, totalmente natural, que poderá colocar no seu nariz assim evitando, devido à gordura acumulada, que apareçam as maçadoras e dolorosas securas de pele que, por vezes, acabam em carne-viva.
Não perca tempo, encomende já esta pequena grande maravilha.
Com a garantia de qualidade da aldeia.
Nós garantimos que sim.
Hic Hic Hura

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Classic



Hic Hic Hurra

It's now or never - A Tribute



30 years ago Elvis has left the building, but he still lives on!
Hic Hic Hurra

Um mistério chamado D. Sebastião - um pouco da nossa estória em suaves prestações diárias



(continuação)

PARTE VIII

Como já foi referido, Portugal vivia um período de uma certa recessão económica, uma vez que os lucros resultantes da expansão ultramarina não haviam sido correctamente administrados (situação que, felizmente, não mais sucedeu até ao dia de hoje, sobretudo porque deixaram de existir lucros desde essa época): D. Manuel I gastou mais de metade do Tesouro Real no Casino de Monte Carlo e D. João III não conseguiu evitar que as acções da Casa Real tivessem caído vertiginosamente na Bolsa de Valores do Reino, pese embora a tentativa de OPA vinda da Ilha da Madeira, a qual fracassou, lançada ao ar por um autóctone, que se auto-intitulava, ao que conseguiram perceber (já que a língua que falava era algo que nunca tinham ouvido antes em qualquer parte do mundo já desbravado) Aiême Miztér Jô Berardes, que aparentemente partilhava uma caverna no Curral das Freiras com outro nativo local, de cara feroz, que assinava utilizando as misteriosas iniciais AJJ e só conseguia dizer quatro palavras: "malditos cubanos do contenente", enquanto berrava alto e a bom som e gesticulava imenso, e que ali foram descobertos por Tristão Vaz Teixeira, Bartolomeu Perestrelo e João Gonçalves Zarco, a quem rapinaram os barcos, o conteúdo dos mesmos e ainda fizeram espetadas em pau-de-louro com os poucos marinheiros que não se safaram a nado da ilha.
Havia, pois, necessidade evidente de regressar a uma política expansionista, como fizera ver (e bem) Camões.
Para tal, só era preciso fortalecer as finanças reais e saber aguardar a oportunidade certa pelo que, visando o cumprimento desse objectivo, D. Peixeira dos Anjos cria dois novos tributos em 1567: o IRS e o IRC.
O IRC era o chamado Imposto sobre os Rendimentos dos Casados e o IRS incidia sobre os Rendimentos dos Solteiros, assim se conseguindo uma abragência universal, uma vez que a definição de solteiro constante da Lei Tributária Real era, precisamente, todo o indíviduo não casado, independentemente do respectivo sexo e da idade. Ou seja, bastava não se ser casado para que tivesse de pagar IRS e bastava contrair matrimónio para se pagar IRC.
Como o IRC tinha implicações mais gravosas, já que a tributação era efectuada de forma mais onerosa, tal levou a duas consequências lógicas, inevitáveis e imediatas:
1.ª Aumentou consideravelmente o número de divórcios no Reino, para deleite de D. Aberto nas Costas, que assim ainda ganhava mais uns cobres extra-afazeres ministeriais (na altura não vigorava qualquer lei de incompatibilidades entre titulares de cargos públicos e o exercício de actividades privadas);
2.ª Fez com que El-Rei, que pensava seriamente em casar-se, assentando na vida, recusasse nos seus propósitos e continuasse a levar aquela sua vida de teenager inconsciente, com grandes farras e raves de música Celta (da qual era especialmente apreciador) lá para os lados do Castelo de Palmela e muitas noites perdidas no Bairro Alto, em casa de três pastorinhos que conhecera aquando de uma caçada real e dos quais era muito amigo, onde assistiu, comovido, a uma exposição de rendas onde se destacava um Napron Real.
(a continuar)

Hic Hic Hurra

A aldeia sabe que a situação está caótica no país



Mas decidiu levantar o moral dos lusitanos.
Suceda o que suceder ao nosso nível de vida, ao nosso sistema económico, ao nosso sistema político, aos nossos governantes, ao clube do nosso coração, ao galã da telenovela, aos vizinhos de baixo e até mesmo a nós próprios, malta, lembrem-se, a solução não é proceder como a avestruz e enfiar a cabeça no buraco!
Até porque, a bem dizer, sem um buraco decente por perto, além de termos de ser contorcionistas profissionais (daqueles com emprego mais que certo no Circo Chen), a coisa poderia ser um bocadinho dolorosa!
Digo eu...
Hic Hic Hurra

Aqui fica a prova que cada vez é mais difícil arranjar empregados decentes...



...ou, neste caso, empregadas decentes.
Tem, depois, a entidade patronal que se chegar à frente, em nítido prejuízo do negócio, pois é mais do que evidente que vai afastar a clientela.
Hic Hic Hurra

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Classic



Hic Hic Hurra

Um mistério chamado D. Sebastião - um pouco da nossa estória em suaves prestações diárias



(continuação)

PARTE VII

Para Ministra do Intelecto, dos Monumentos, dos Documentos, dos Jograis e De Qualquer Tony Capaz de Fazer Carreira Artística, foi nomeada D. Isabel Chávena de Limão, uma alta senhora da sociedade burguesa do tempo, formada em Engenharia do Alfabeto Em Que Tudo Começou No A-A-A-A E A Seguir Vem O E-E-E-E Inteligente É Com O I-I-I-I, O U Depois Do O Faz O AEIOU, pela Universidade do Burkina-Faso que, entre outros atributos essenciais para o desempenho do cargo, sabia distinguir, cantando, as vogais das consoantes e quase que conseguia soletrar o alfabeto inteiro, enganando-se apenas porque nunca se lembrava se primeiro vinha o "m" ou o "n".
Competia-lhe a gestão do património cultural da nação e, como percebia tanto daquilo como eu de física quântica, decidiu demolir a Casa da Índia para criar um Salão de Chá, medida que só não conseguiu levar avante porque logo os seus colegas de governo lhe fizeram saber que a moral dos governantes passava pelos longos períodos de cativeiro e meditação transcendental passados em casas do género.
No apoio à actividade artística decidiu formar uma companhia circense capaz de deixar mudos de espanto os outros países, mas como nenhum outro membro do governo quis participar no evento, quer como domador, quer como palhaço, quer como trapezista, e o povo nessa altura não estava virado para os assuntos culturais, acabou por aproveitar a estratégia de D. Manuel Alfazema e virou-se para Oriente, assim nascendo o Circo Chen, o primeiro do género tipicamente lusitano.
Como porta-voz dos Ministros do Reino surgiu D. Pedro da Selva Porreira, um nobre formado em Tratamento de Colocação de Voz No Além E no Aquém pela Universidade de Bagdad, onde estudou com o famoso Ali Babá e outros trinta e nove inseparáveis colegas de turma.
A ele competia dar a conhecer ao Reino, através dos meios de comunicação social existentes, as medidas tomadas pelo Governo, actuando verdadeiramente como um relações públicas e promotor da imagem dos restantes colegas Ministros.
Todos estes notáveis entraram em funções no ano do Senhor de 1558, reunindo-se todas as quintas-feiras no Castelo de D. Fócrates, tio-avô de D. Sebastião e regente-mor do Reino, onde jogavam à batalha naval e às escondidas com as aias e, quando se lembravam, discutiam as medidas que entendiam ser as mais favoráveis para a Nação, o que normalmente sucedia quando um deles começava uma frase da seguinte maneira:
"- Malta, e se a gente..."
"- Muito bem, muito bem, aprovado, voto nessa. Podemos voltar ao joguinho?"

Tudo isto, obviamente, entre sandes de presunto, coiratos e copitos de Vinho do Porto, mas do verdadeiro, não daquele que costumavam exportar para os velhos aliados o qual, no final da linha de enchimento das garrafas, levava ainda o ingrediente especial que resultava do facto de, por mero acaso, ali estar instalado um pequeno lar de apoio a idosos com problemas de incontinência que tinham uma necessidade de se aliviar que raiava quase o absurdo, tal a frequência com que urinavam.
(a continuar)

Hic Hic Hurra

A aldeia apresenta em exclusivo mundial, bom, talvez só nacional



O cão do nosso Primeiro, em foto tirada em São Bento onde ficou a guardar as instalações porque não cabia na carrinha.
O animal em questão tem sido um fiel e dedicado melhor amigo do homem que nos governa desde os tempos em que ainda não sonhava o que era ter um diploma à Independente e podemos garantir que nos primórdios não aparentava o tratamento de agora.
Por isso se diz que a política faz bem aos ossos... deve juntar-lhes muita carninha em redor, ó se deve!
Hic Hic Hurra

Temos de deixar de pregar sustos às criancinhas



Senão ainda acontece a situação descrita na foto, em que os pais, porque o miúdo se recusava a levantar-se de manhã, lhe disseram que tinham de se ir embora sem ele e que o infantário fechava passada meia-hora, ao que se esconderam na despensa para ver se a coisa resultava.
E a coisa resultou mesmo, porque só viram o puto sair disparado, pegar no triciclo e ala que se faz tarde...
Hic Hic Hurra

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Parece que fico eu a tomar conta disto, afinal...



Yuuuuuuuuuuppppyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy!

Hic Hic Hurra

My Turn!

E finalmente chegou a minha vez de abandonar a PUTA (Palermas Unidos que trabalham em Agosto)!
Boas férias para todos, sobretudo para o Zé, que é o último de nós a abalar, e que não estará cá aquando do meu regresso.
Voltarei apenas no final de Setembro, mas ainda irei tentar enviar algo da terra de nuestros hermanos.
Chefe, não se esqueça da data do nosso segundo aniversário (do blogue, ó mentes depravadas).

Classic - Hard à brava



Hic Hic Hurra

Um mistério chamado D. Sebastião - um pouco da nossa estória em suaves prestações diárias



(continuação)

PARTE VI

D. Luís Adorado aceitou o convite que lhe foi endereçado para Ministro para a Representação do Reino de Portugal Além-Mar, Além-Rios, Além-Lagos e Além-pequenas poças de água da chuva, ele que era um nobre formado em Diplomacia Mais Que Subtil Onde Tudo Se Consegue Sem Que Os Outros Notem E Quando Dão Pela Coisa Já Não Há Volta A Dar Ao Texto pela Universidade de Freetown.
A ele competia velar pelas boas relações internacionais existentes entre Portugal e as outras Nações (sobretudo com os chatos dos Holandeses, Franceses, Espanhóis e Ingleses, que teimavam em não deixar os mares só para os navegadores portugueses), assim como abafar os eventuais escândalos do reino a nível internacional.
Para além de ser membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Aliadas e de pertencer ao famoso G3 (onde todos falavam ao mesmo tempo e de forma ininterrupta, o que, mais tarde, inspiraria um modelo de arma que seguia o mesmo princípio político, mas desta vez com munições a sério, vulgo balas, no interior dos cartuchos), ficou conhecido por fazer entrar para o seu Ministério um grupo de pessoas que possuíam tendências sexuais esquisitas, já que falavam de modo estranho, bamboleando-se com frequência, com uma voz fininha e abusavam das cabeleiras brancas encaracoladas, das pinturas faciais e do pó-de-arroz, dando-lhes cargos de relevo, tais como embaixadores ou adidos culturais.
Para Ministra dos Ensinamentos À Reguada Que Até Ferve foi nomeada Madre Maria Gertrudes Intrigues, uma alta representante do Clero formada em Persistência Técnica Natural de Adoração ao Altíssimo Mas Numa Perspectiva Mais Terrena pela Universidade dos Pastéis de Belém (onde, segundo contava a íntimos, lhe foi revelado que aqueles doces deveriam ser servidos quentes, acompanhados de canela e cana-de-açúcar em pó).
A ela competia a criação de novas escolas, o apoio aos desportos nos estabelecimentos de ensino, bem como a boa implementação e conservação dos equipamentos escolares, desportivos ou não.
A ela se ficou a dever a criação da primeira Universidade privada em Portugal (no Cartaxo, em 1582), a criação das primeiras propinas de valores astronómicos nas Universidades Privadas e o forte apoio à Selecção Nacional Juvenil de Tiro aos Alentejanos, Algarvios, Tartarugas, Preguiças, Caracóis e outros Bichos Irrequietos do Género.
A ela, por fim, se ficou a dever a criação de um visionário projecto de ensino à distância, colocado em prática em parceria com o Ministério de D. Açaime Urtiga, que consistia em levar a escola até às populações, onde os professores eram colocados em aparelhos de tracção animal cuja ralha, à medida que eles passavam e ensinavam os mais jovens que traziam sacos com sementes, tratava de rasgar, revolver e tornar plantáveis os solos, assim crescendo o nível literário do povo em simultâneo com o cultivo dos vegetais e legumes do reino. Este projecto ficou conhecido por haver sido baptizado, pelo povo, de "Charrua que vais para a Rua" e por, séculos mais tarde, ter servido de inspiração para um triste fado.
(a continuar)

Hic Hic Hurra

As novas tecnologias ao serviço dos ritos tradicionais



- Eis esta distinta senhora da tribo Padaung a utilizar o telemóvel para ligar para o ourives da tribo e fazer uma encomenda de mais 3.000 argolas em ouro para o pescoço.
- 3.000??????!!!!
- Bem... 300...
- 300?????!!!!
- Hum... eu queria dizer 30...
- 30??????!!!!!
- Pronto, está bem, eram 3!
- Aaaaaaaaaahhhhhhhhhh!!!!!!!!
Hic Hic Hurra
Nota - Qualquer semelhança do presente texto com algum spot publicitário que ande a passar na TV nacional só pode ser pura coincidência, até porque todos sabemos que a PT não tem telemóveis!

O cúmulo do sadismo



Hic Hic Hurra
Nota - Caso esteja alguém da Sociedade Protectora dos Animais a ver, queríamos deixar bem claro que, por acaso, não fomos nós!

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Classic



Hic Hic Hurra

Um mistério chamado D. Sebastião - um pouco da nossa estória em suaves prestações diárias


(continuação)

PARTE V

Para Ministro das Trocas e Baldrocas entre Comerciantes foi chamado D. Manuel Alfazema, nobre formado em Fenómenos Extra-Sensoriais com Propensão Inata para Calinadas pela Universidade de Xangai.
A ele competia, entre outras tarefas, velar pela lealdade no comércio e pelo desenvolvimento desta arte em Portugal, o que conseguiu atraindo, qual flautista de Hamelin-pó-pó, investidores dos reinos do Oriente fazendo-lhes crer que a mão-de-obra aqui era barata, quando o que existia no país era um surto de baratas que era obra e ninguém tinha mão para lhe conseguir colocar um fim, já que a invenção do insecticida ainda iria demorar alguns séculos.
Ficou, igualmente, conhecido por ser capaz de chamar sobre si a atenção geral em situações de grande embaraço, no que parecia ser um dom natural, ao fazer afirmações de grande sapiência mas totalmente desprovidas de sentido ou totalmente fora do contexto, para além de inverídicas.
O cargo de Ministro das Plantações de Ervas Daninhas, de Outras Substâncias Psicotrópicas e da Faina Marítima, foi entregue a D. Açaime Urtiga, um jovem burguês, muito bem apessoado, que apreciava uma boa febra, principalmente se lhe aparecesse no gabinete com a saia acima do joelho, a quem competia tomar as necessárias medidas para o desenvolvimento agrícola e piscatório da Nação.
Numa medida de grande popularidade entre os restantes membros do Governo, que a ovacionaram emocionados quando foi decretada nos Paços do Concelho, cortou radicalmente com os subsídios aos agricultores, gente capaz de subsistir por si mesmos porque trabalham, não são desempregados e, acaso o quisessem ser, era só falar com o colega D. Pieira da Selva que os encaminharia para as propriedades de repouso eterno, projecto de grande visão implementado por D. António Chicote de Matos, podendo assim ser reencaminhados, esses dinheiros poupados, para a criação de confortáveis centros de decisão política, um em plena Casa da Índia e outros quantos em pequenas, mas apetecíveis, residências congéneres, tais como a Casa das Africanas, a Casa das Ucranianas, a Casa das Romenas, a Casa das Brasileiras, a Casa Passarola (que não a do Padre Bartolomeu de Gusmão, que mais tarde haveria de colocar uma acção por publicidade enganosa pois toda a gente se ria e olhava lascivamente para ele quando apresentou, em pleno séc. XVIII, na Casa da Índia, perante o próprio D. João V, pela primeira vez, aquela sua invenção, não só por ser naquele local, como também devido ao facto de ter existido um engano de impressão na placa da outra Casa que, em vez de Passarela, ficou a chamar-se Passarola) e, certamente devido ao forte comércio de marfim que se fazia sentir na época, a Casa do Elefante de Cor Oposta ao Preto.
(a continuar)

Hic Hic Hurra