Classic - Blair is out, Brown is in
Vamos esperar que o novo inquilino do n.º 10 de Downing Street tenha uma governação dourada.
Aliás, sempre que oiço o seu nome lembro-me deste Clássico dos Stranglers.
Hic Hic Hurra
A Aldeia dos Lusitanos, poucos em número mas grandes na alma. A nós ninguém nos dobra, muito menos os Romanos!
Vamos esperar que o novo inquilino do n.º 10 de Downing Street tenha uma governação dourada.
Aliás, sempre que oiço o seu nome lembro-me deste Clássico dos Stranglers.
Hic Hic Hurra
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11:25:00
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O candidato Cocas fala-nos hoje da problemática ambiental, já que está preocupado com a cada vez maior poluição atmosférica resultante da emissão de gases poluentes pelos veículos e já tem uma solução que, a seu ver, permitirá fazer diminuir essa poluição, sensibilizando os lisboetas para que utilizem, cada vez mais, os transportes públicos.
Desta forma, evitaremos com que sejamos todos assados num futuro próximo pelos raios solares e, em simultâneo, existirão cada vez menos casos onde os lisboetas são autenticamente passados a ferro por condutores menos respeitadores dos limites de velocidade, reduzindo-se a taxa de acidentes na cidade.
A acompanhar, como já é da praxe, o seu porta-voz traz-nos uma fantástica receita de pato no forno.
Clique no título, sff.
Hic Hic Hurra
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11:13:00
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A aldeia adverte todos os futuros nubentes de que devem tentar casar por amor.
A quê?
Bom, isso fica ao critério de cada um...
Hic Hic Hurra
Nota - Alguém terá a possibilidade de aceder à conta bancária do cidadão acamado que acaba de contrair matrimónio?
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11:10:00
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Acho que o cidadão em questão terá, mesmo, exclamado, com uma vozinha fininha, quase um imperceptível guincho, enquanto tratavam de o soltar: "Bolas para isto!!!!!"
Hic Hic Hurra
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11:07:00
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Mas tem um gostinho especial se a servirmos à romana, já que eles gostavam de comer deitados, como todos sabemos.
Hic Hic Hurra
Nota - Para ver melhor o texto da mensagem, cliquem em cima dela.
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10:59:00
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Inimiga da paz, fonte de inquietação, causa de brigas que destroem toda a tranquilidade, a mulher é o próprio Diabo.
e eu quero ir para o Inferno!
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10:57:00
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A minha mulher andava a precisar de um carro novo e resolvi fazer-lhe uma surpresa.
Dupla.
Não só comprei-lhe um veículo como ainda o equipei com o melhor que há em sistemas de navegação. Assim, nunca mais vai ter de olhar para um mapa (ao contrário!) e perguntar - Onde fica Freixo de Espada à Cinta? - enquanto circunda com o dedo a lezíria ribatejana!!!
Já é capaz é de ter alguma dificuldade em arranjar quem lhe faça um seguro...
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Inspector Serôdio, José Serôdio
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10:44:00
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Foi ontem aprovada a lei anti-tabaco.
Do projecto inicial, fundamentalista - e bem! - e implacável - melhor! -, pouco ficou.
O mais curioso é, a meu ver, a contradição absolutamente incompreensível que subsiste no diploma. Senão vejam:
- se um espaço de restauração tiver menos de 100 m2, logo mais acanhado, com potencialidade do fumo se concentrar mais e menos capacidade de arejamento e extracção do fumo, atão pode-se fumar (fica ao critério do proprietário);
- se um espaço for amplo, com mais de 100 m2, logo com mais capacidade de espalhar o fumo, já não se pode fumar, salvo se for criado um espaço (gueto?), porventura acanhado e sem condições de escoamento de fumo.
Depois há aquela norma engraçadíssima, que remete para posterior regulamentação, do preço mínimo garantido do tabaco - será para evitar despedimentos na Tabaqueira?!...
Eu que até fumo o meu cigarrito higiénico diário, e um charutão em ocasiões especiais, sou o primeiro a ser intransigente. Não é admissível que o vício ou prazer de uns afecte a liberdade e bem estar de outros! Ninguém é obriagado a levar com o fumo de outro, por isso este que fume - tem esse direito - mas de forma a não incomodar ninguém.
E se não acreditam que esteja provado que quem inala o fumo dos outros também é fumador passivo, aqui vai a seguinte história VERÍDICA: o meu avô fumou toda a vida. quando a minha avó, que nunca tocou num cigarro, andava na casa do cinquenta e muitos/sessenta, na sequência de um raio x, o médico perguntou-lhe se fumava, pois tal indicava a radiografia... e o meu avô veio a morrer de câncro nos pulmões!
Daí que não haja outra conclusão a tirar: Hoje em dia só fuma quem é estúpido!!!
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Inspector Serôdio, José Serôdio
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Não tem airbag para o condutor mas conta com outros dispositivos de segurança activa.
Ah, e já agora, constou-me que o seu anterior proprietário foi nada mais nada menos que Tony Soprano...
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Inspector Serôdio, José Serôdio
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Marquês
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O nosso candidato decidiu, numa arrojada medida para cativar os eleitores de Lisboa, oferecer um café matinal a todos os que se deslocassem à sua sede de campanha. Mais, chegou ao ponto de considerar essencial a realização de uma pausa para café, pelos funcionários camarários, a meio da manha e a meio da tarde, para que pudessem tornar-se mais produtivos e, simultaneamente, assim fosse fomentado o espírito de sã camaradagem que deverá existir em qualquer serviço público, reflectindo-se no exterior, nomeadamente ao nível do atendimento ao munícipe.
E, mesmo a propósito, o seu esclarecedor porta-voz de campanha vem a terreno mostrar-nos como se deve preparar um café capaz de nos levar à beira da loucura.
Acredite, se quiser, ou, em alternativa, clicando no título.
Hic Hic Hurra
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10:47:00
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Já passou o de Lisboa, mas a malta, que não conseguiu ir lá vender nada porque os gajos da segurança não nos deixaram entrar à borla pela porta dos fundos (se o sacana do Chefe não tivesse desatado aos urros e às cabeçadas nos aros da porta quando viu duas tipas a preparar o show de strip...), não pode deixar de fazer aqui referência ao evento.
E, se o Senhor Inspector foi capaz de nos aliciar com a sua rata (que raio de frase, esta), eu trago aqui para que todos apreciem estas coisas do sexo virtual, o cartaz publicitário que eu próprio já tinha preparado para vender o belo do ratito aos usuários mais exigentes nestas coisas do erotismo.
Digam lá que a coisa não estava bem pensada?
Hic Hic Hurra
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10:41:00
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Nem por sombras.
E, por falar em sombra, se calhar é melhor não ir para o sol da praia enquanto o raio dos calções de banho mais compridotes que tenho usado durante o Verão todo não acabarem de secar.
É que, raios, está tudo a olhar para mim, ainda que disfarçadamente e pelo cantinho do olho, que eu bem os topo...
Hic Hic Hurra
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10:39:00
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A aldeia sabe que o público que tem ido à Exposição Berardo, no Centro Cultural de Belém, tem saído defraudado.
Chico Vermelho Branco, um dos inúmeros visitantes do evento, enquanto comia uma sandes de torresmos e bebia um copo de três numa tasca da zona, revelou a indignação geral de todos.
Passamos a descrever as suas declarações:
"A malta, pá, veio ver esta porra sempre convencidos que, porque tinha a ver com essa cena da cóltura, com quadros e estátuas e peças raras e antigas, aqui estaria em destaque o Rui Costa, que o Joe já tinha feito saber que estava velho e acabado para o futebol.
Mas (arroto), esta cena foi uma decepção do caraças, porque corri aquela treta toda e o Rui não estava cá. Até tinha trazido as cuecas do meu mais novo para o gajo autografar aquela cena e agora quem é que me vai aturar o puto?"
A aldeia acha que, de facto, poderiam ter esclarecido melhor as pessoas...
Hic Hic Hurra
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10:26:00
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Eis a música brasileira para esta semana, para que não fique sozinho.
Hic Hic Hurra
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10:20:00
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É que são 10 da matina e já botei 3 posts, ou melhor, 4 (com este) aqui no tasco!
Tou aqui tou nos BA...
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10:04:00
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Apresentamos a nova rata: mais atraente e ergonómica que nunca, vai ser um prazer renovado clicar sem parar.
Para os mais estetas, temos ratas com quequinhas de variados padrões e modelos: string, fio dental, clássica, com abertura e gola alta; em branco, preto, vermelho vinil (UI!), com renda ou lisa, estampado tigresa ou gatinha.
E para aqueles mais infomaníacos, propomos ratas com vários sabores: chocolate, hortelã-pimenta, beringela, sopa de agriões e o inevitável bacalhau à gomes de sá.
O importante é não largar a rata, e já antevemos enormes ganhos de produtividade nas empresas que adoptem de forma generalisada o uso da rata pelos seus empregados: - Ó Antunes, hoje é sábado e já são 11 da noite! Largue a rata e vá para casa descansar.
Reconheçam lá que nós aqui na Aldeia não somos uns ratões do caraças!...
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Enquanto houver homens sensatos sobre a Terra as mulheres letradas morrerão solteiras
Ganda iluminado!
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09:48:00
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era este o título, em grande destaque, na última página do Correio da Manhã de hoje.
O meu entusiasmo depressa se esfumou ao ler a notícia. Afinal tinham-se limitado a matar dois mil suínos de uma exploração de Moura (conhecida localidade do deserto alentejano).
E eu que por momentos pensei que tinha chegado a vez dos porcos contaminados de uma exploração que existe ali para os lados de S. Bento...
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13:46:00
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É que a entendo sobremaneira interessante para que fique para ali confinada em comentários de há uns dias.
Atribui-se a seguinte história a Einstein:
Numa aula, já na universidade, o professor, ateu confesso, esforçava-se por negar a existência de Deus aos seus alunos, nomeadamente fazendo-os ver que se Deus existisse e fosse bom como o pintavam, decerto que não teríamos guerras nem sofrimento.
Vai daí, o jovem génio pede a palavra e pergunta ao professor se sabia o que era a escuridão. O professor, preplexo, ainda ballbucia umas explicações, ao que Einstein responde «a escuridão é a ausência de luz» e logo volta à carga: - sabe o que é o frio? Após silêncio de toda a classe, o judeu alemão responde «frio é a ausência de calor». De seguida, pergunta se sabe o professor o que é o silêncio. Responde depois que «silêncio é a ausência de som».
Aproveitando todas estas noções emergentes da ciência (física), o Homem da Teoria da Relatividade chega à seguinte conclusão: o sofrimento é a ausência de Deus!
Podemos questionar a natureza não interventiva de Deus ou açguma selectividade nessa intervenção. No final, todos concordarão, tudo se resume a uma questão de fé: acredita-se ou não.
Mas, algumas achegas:
- se Deus andasse sempre a corrigir ou a impedir os mais procedimentos humanos, kaput para a nossa liberdade individual, deixando de fazer sentido a nossa existência;
- e já agora, o que é certo e o que é errado?...
- acredito que não se salvam apenas aqueles que professam certa ou certas religiões, mas todo aquele que segue uma vida recta e justa;
- quanto à conversa de Deus atender aqueles que o invocam, isto radica na força da oração sincera e comprometida em que acredito, não em qualquer negócio ou «troca de favores»;
- daí que o melhor caminho para a mudança dos corações dos homens não seja pedir uma intervenção divina estilo fada madrinha, mas antes pelo exemplo, pelo anúncio e pelo perdão (sim, é difícil, eu sei!), pedindo o auxílio de Deus para esta árdua tarefa.
Agora, pode sempre ser mais fácil cruzarmos os braços e culpar Deus por todas as atrocidades que se cometem ou mais cómodo para as nossas consciências negar a sua existência apenas porque o mal existe e assim não termos que prestar contas a ninguém pelas nossas acções marotas (porque verdadeiramente más não cometemos nós, não é assim?).
E infinitamente mais confortável criarmos um Deus à nossa imagem e semelhança, que não exija muito nós, que não manda perdoar aos que nos maltratam e sancione as nossas vingançazitas, que justifique os nossos egoísmos e compreenda a nossa mesquinhez porque há sempre outros mais aforunados...
Isso de termos de ler a Bíblia e encontrar para lá aqueles mandamentos (latu sensu) estilo oferece a outra face a quem te bateu , ter de cumprir certos ritos - que chatice, e perder o CSI! - ou sentir o apelo da partilha generosa, é que não - isso é para os santos.
Eu cá perfiro levar esta minha vidinha pacata, não faço mal (pelo menos em quantidade apreciável) a ninguém, quero que os outros me tratem como mereço (ou seja, bem) o meu próximo é a minha mulher/maridos e os meus filhos, e desde que não abusem da sorte!
E depois, temos sempre aquela má experiência da infância, em que a catequese era uma seca e desligada da realidade (de facto era) e os maus exemplos que também surgem do lado institucional da Igreja para justificar a nossa não frequência dos sacramentos e podermos afirmar, com toda a convicção, sou católico mas não praticante.
E à cautela, convém sempre dar um pulo lá à paróquia para baptizar os nossos petizes, pois nunca se sabe... e já agora para casar, pois noiva que se preze tem de entrar, deslumbrante, de véu pela mão do pai numa igreja e caminhar, altiva, até ao altar (mas já exigirem que nos preparemos para receber o sacramento do matrimónio - que seca!); o mesmo altar onde mandamos rezar missa pelos nossos queridos defuntos, pois aquela história do purgatório nunca me largou e cautelas e caldos de galinha...; e o menino, em chegando aos 6, toca de ir à cateques e fazer a 1.ª comunhão, que não é menos que os outros e sempre pode ser que aprenda alguma coisa de útil (lá o quê?...).
Recordo com grande admiração uma colega de faculdade - nunca mais a vi - que no último ano do curso, na altura em que se aproximava a habitual missa da benção dos finalistas, a que ninguém queria faltar porque..., enfim, porque era da praxe, disse que não ia à missa porque não acreditava no Sacramento da Eucaristia e que achava que seria uma tremenda hiporcrisia assistir a tal evento.
E, digo-vos, fui, por convicção, e vim de lá super decepcionado - que expectáculo mais triste e degradante!
Tenho-me referido à religião cristã (e dentro desta à católica) por ser aquela que predomina, de forma esmagadora, no nosso país.
Mas nada tenho contra as outras confissões cristãs nem contra as grandes religiões monteístas (nem contra as outras, desde que permitam um gajo ter mais que uma mulher!).
Todas elas acolhem princípios universais que, a serem seguidos e não alvo de manipulação, contribuiriam de forma decisiva para um mundo mais justo e fraterno (e o Sócrates não estaria no poleiro, pela certa).
Importante, importante, é que não nos arroguemos os detentores da verdade absoluta, e que, com humildade, saibamos acolher os contributos de todas as sensibiidade, mesmo das crianças, dos idiotas, dos lunáticos e da mulheres - sim, delas também!
Isto já vai longo - deve ter sido o post mais comprido que escrevi até hoje - por isso por aqui me quedo.
E é provável que agora fique um mês sem dizer mais nada.
A bem de todos!!!
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As crianças, os idiotas, os lunáticos e as mulheres não podem e não têm capacidade para efectuar negócios
Mais de 4 séculos passados, esta máxima mantém alguma actualidade!...
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A mulher deve adorar o homem como a um deus. Todas as manhãs, por nove vezes consecutivas, deve ajoelhar-se aos pés do marido e, de braços cruzados, perguntar-lhe: «Senhor, que desejais que eu faça?»
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Embora exista quem defenda que já não há heróis, eu entendo que este mundo ainda vai tendo os seus, muitos deles anónimos e de cuja existência nem nos damos conta.
Vem este intróito a propósito de uma história verídica que não se passou comigo directamente, embora tal fosse possível, e que me deixou suficientemente impressionado para que aqui a viesse partilhar com quem me lê.
Passou-se recentemente no Instituto Português de Oncologia de Lisboa (IPO), onde um amigo meu recebe tratamento a uma doença do foro oncológico.
Tendo estado com ele na sexta-feira, ao final do dia, não consegui deixar de me emocionar pela forma como me contou um episódio por ele presenciado naquele IPO, numa altura em que lá se deslocou para mais uma sessão de tratamento.
Dizia-me ele, visivelmente tocado pelas circunstâncias, que das coisas que mais lhe custa observar são as inúmeras crianças que ali estão internadas, em tratamento dos seus tumores (muitos deles, infelizmente, não irão sobreviver aos tratamentos, mas a esperança há-de ser sempre a última a morrer), e como tem de apanhar o elevador até ao 6.º piso, onde realiza os seus tratamentos, e as crianças encontram-se internadas no 7.º piso, raras são as vezes em que não as encontra naquele local.
Da última vez, voltou a partilhar o elevador com uma série de crianças e era vê-las, magrinhas, com olheiras, tristes, sem cabelo, acompanhadas ou não pelos familiares que também sofriam, tanto quanto elas, e eis que repara num menino que, também magrinho, também com olheiras, também ele sem cabelo, estranhamente sorria e era acompanhado, pela mão, por seu pai.
E, contrariamente aos restantes meninos que traziam bonés a esconder aquela calvície forçada, que nunca deveria existir numa criança, aquele menino em concreto trazia a cabeça destapada e sorria, orgulhoso.
Motivo: o seu pai, que o levava pela mão, também ele rapara todo o cabelo que tinha em sua cabeça, o que fez com que o seu filho sorrisse, pois o seu ídolo, o seu querido pai, também estava igual a ele.
Não sei qual será o desfecho desta história. Espero e rezo para que seja feliz, mas não posso deixar de fazer referência a este herói desconhecido, a este pai que todos os dias rapa o seu cabelo para que seu filho não se sinta mal com o seu estado actual, a este pai que, numa situação de extremo que nos leva a questionar tudo e todos, até a própria vida, até o próprio destino, escolheu como forma de reagir a esta tormenta na vida aquela que me parece ser a correcta, mostrando que estava ao lado do filho e que em conjunto haveriam de combater o problema com todas as respectivas forças, sendo a mais importante a do amor que os une.
Para ele, para todos os pais que amam loucamente os seus filhos e que sofrem quando eles sofrem, para todos quantos já viram ou ainda verão a sua vida afectada por este drama familiar de proporções gigantescas, fica a sentida homenagem, aqui personificada neste anónimo herói que nos faz acreditar, um bocadinho mais, em valores que esta humanidade teima em fazer por esquecer a cada dia que passa e nesta cover feita pelos The Wallflowers a uma música de David Bowie, simbolicamente intitulada Heroes.
Hic Hic Hurra
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Mas uma das grandes notícias do dia é mesmo a actuação, esta noite, da Orquestra Jazz de Matosinhos no mítico Carnegie Hall.
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Já que o tempo parace não querer ajudar, porque não um bom vinho, para nos fazer recordar aqueles dias de sol e calor...
Hoje, a condizer com a estação, proponho um verde branco, proveniente da casta por excelência dos verdunchos e da sua zona de eleição -, o Loureiro de Ponte de Lima. Falo, como já viram na imagem do rótulo, do «Quinta do Ameal», de 2005.
Ao contrário do que induz a botelha, o branco está longe de ser muito seco. Mas nem por isso deixa de ser um belo néctar.
De cor citrina, piquinho (gás) q.b., mostra-se muito frutado - quer no bouquet, quer na boca - e, se bebido bem fresquinho, acompanha às mil maravilhas marisco (mais do que uns bezugos grelhados, que foi a iguaria com que provei a pomada).
E porque não bebê-lo numa esplanada de praia, enquanto se debica uma saladinha de polvo ou uns mexilhões ao natural, sonhando com aqueles 40 graus à sombra que não nos permitem sair do molho?...
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Summer Wine, em cima, como não poderia deixar de ser e Boys of Summer, em baixo, num dia em que se comemora, embora de forma tímida, a chegada do Verão.
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Como os factos constantes da Nota de Culpa são objectivamente grave e, a provarem-se, podem acarretar pesadas sanções para o infractor, e cumprido que se mostra o contraditório, cumpre proceder às diligências probatórias necessárias.
Mas, previamente, há que nomear um instrutor do processo.
Como não podia deixar de ser, proponho o nosso Engenheiro Chefe para o desempenho do cargo (pode ser que, assim, ele se digne dar notícias!), pondo já à sua - dele - inteira disposição a minha Argúcia Acutilante, para o auxiliar nas investigações.
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Fui, em nome da aldeia, dar-lhe os parabéns pela eleição como Presidente de França e ele fez questão de comemorar o feito, em conjunto, tendo logo ali tido início uma interessante conversa sobre vinhos portugueses e franceses, pelo que não resistimos em fazer ver, um ao outro e mediante a realização de várias provas de degustação, quais seriam os melhores vinhos de cada país. Não cuidarei, agora, de divulgar a conclusão a que chegámos, apenas saliento o facto de ele se haver esquecido que ainda tinha de realizar uma conferência de imprensa nesse dia, precisamente a que damos à estampa, e de me haver pedido, finda a mesma, que agendasse futuras reuniões com ele para dias em que não existissem actos públicos ou oficiais.
Hic Hic Hurra
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Chama-se Summer moved on...
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