quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Se a classe política sabe disto

É tudo a pedir a reforma antecipada!!!!
Hic Hic Hurra
Nota: cliquem no título

Nova placa

O Governo prepara-se para aprovar amanhã, em Conselho de Ministros, uma nova placa a colocar em todas as Conservatórias do Registo Civil e locais onde se realizem casamentos, civis ou católicos, para que todos entendam as consequências de tão nobre acto.
E a aldeia lusitana, numa jogada de antecipação, não se coibe de publicar a dita cuja, para que não restem dúvidas sobre o assunto.
Hic Hic Hurra

Tudo começou com uma discussão teológica

E o assunto em questão era a famosa frase de Jesus Cristo proferida aquando do apedrejamento de Maria Madalena.
Elas não se entenderam e uma decidiu mostrar à outra, na prática, como era ser alguém que nunca errou ao atirar a primeira... bola de neve!
Hic Hic Hurra

She drives me crazy - IV


" - Tou chim? Epifânio? Olha querido, amor de minha bida, já estachionei a biatura e não há nenhum chinal a proivir o estachionamento mesmo juntinho aos muros! E olha, fofinho lindo, até foi fáchil, para primeira bez! Bens cá tu logo vuscá-la? Shim? Não te preocupes, que bais dar logo com ela, não tem nada que enganar! E agora bou arranjar as unhas e o cavelo, ´tá vem? Veijinhos..."
Hic Hic Hurra

Ganda panilas

O gajo gosta de pilas; o gajo sonha com pilas; o gajo só vê pilas; o gajo quer pilas, muitas pilas; de todos os tamanhos, formas e feitios; flácidas, erectas ou semi-rígidas; circuncidadas ou não, venham elas...

Vai daí, arma-se em cientista, estudioso, investigador ou o raio que o parta, e toca de realizar os seus desejos. E ainda recebe por isso!!!

Será que existe nicho de mercado para um estudo sobre a relação idiossincrática entre a morfologia mamária das portuguesas da faixa etária dos 16 aos 35 anos e a ingestão de sémen?

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Hoje deu-me cá uma nostalgia...

...e umas saudades das "férias grandes", bem passadas a ler revistas da Disney sem ninguém nos chatear para ir fazer o TPC. Oh, tempo, volta pra trás...






Regresso ao futuro


A aldeia teve acesso exclusivo


À mesa que Tomás Taveira, o famoso arquitecto das Amoreiras com vista para as traseiras (das senhoras que ele levava a visitar o seu escritório), arquitectou para a sua salinha de estar.
Consta que agora tem em cima uma TV e um video e que o próprio afirma frequentemente às visitas de sua casa que outrora lhe dava um outro uso, pois perguntava educadamente a todas as amigas que levava ao seu escritório, após um magnífico repasto regado a muito vinho: "- Vai uma sobre-a-mesa"?
Hic Hic Hurra

Pensamento do dia


Há sempre um plano B para quando as coisas não correm como esperamos.
Hic Hic Hurra

She drives me crazy - III


Como transformar um Wolkswaggen num Wolkszug.
Ingredientes:
1 Wolkswaggen
1 linha do comboio
1 mulher (loira, de preferência).
Modo de preparação:
Coloca-se a mulher ao volante do Wolkswaggen, liga-se a ignição, coloca-se a viatura em movimento e deixa-se que ela aviste a linha do comboio. O resto é automático!
Hic Hic Hurra

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Negócio de morte, o dos take away

Tendo em linha de conta os chamados funerais económicos, ou sociais, para aqueles que não possuem estofo financeiro para altos voos, este empresário luso do sector funerário criou, numa iniciativa empresarial de grande estratégia de mercado, um novo tipo de negócio: a funerária com take away!
É um facto: se lhe faleceu alguém querido, pode agora encarregar-se pessoalmente do transporte até ao cemitério, poupando uns cobres significativos com tal estratagema, e, quem sabe, usufruir da oportunidade de dar ao defunto um caixão de luxo, em mogno branco ornamentado, só com o que ganha ao realizar, na sua própria viatura, a deslocação até ao local do funeral!
Hic Hic as cordas são oferta da casa!

A promoção do dia...


... de ontem!
Porque todos sabemos que no aproveitar é que está o ganho!
Hic Hic topem só a visão dos tipos para o negócio!

O que se faz quando não temos espaço para fazer uma "manif"?

Simples: organizamos uma "manif" para sensibilizar o poder político e municipal para que se arranjem ruas maiores para as "manifs".
Hic Hic Hurra!

A tradição?

Pois é, malta, as coisas estão mesmo a mudar. Se para melhor, não sei...

E admirem-se hoje com a fotografia, pois amanhã será o pão nosso de cada dia.
Isto a julgar pela notícia de ontem, num pasquim da Aldeia, segundo a qual o noivo casou-se com o padrinho, tendo a noiva servido de testemunha. E só deram por isso quando chegaram da lua de mel.


Adivinhem quem estará a lançar o ramo...

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Agora percebo a insistência dela

É que não parava de me chagar a cabeça:
- Anda lá, vamos almoçar ao Forum Hotel, dizem que lá se come maravilhosamente, em especial o marisco!
Eu é que estava à nora: atão não é nos hoteis onde, por princípio, se come mal e caro?
O que é certo é que ela não parava de me azucrinar o juízo e vai daí, lá acedi a ir ao Forum Hotel.
E, meus amigos, posso-vos assegurar que não comi nada mal... camarão, nem vê-lo, mas outras iguarias provei.
Uma coisa é certa: fiquei cliente da casa!

Conversa com o Chefe

Com a sede com que lhe anda, calculo que se o Chefe concedesse uma audiência ao Marquês a coisa passar-se-ía mais ou menos assim:

Zeca Afonso pode ter sido o primeiro pós-revolução, mas os Bandalusa foram o primeiro pró-ecu!

A propósito de músicas, queria aqui evocar a memória do primeiro grupo português que pensou, muito antes do tempo devido, na moeda única e no desenvolvimento da união europeia, expandido o seu pensamento pelo país inteiro, quando o euro ainda se encontrava em génese e se chamava "ecu". Lembram-se?

Sim, estou a falar dos Bandalusa e do seu célebre hit "Quero eurocu", cujo refrão ficou, para sempre, na memória dos portugueses, mesmo daqueles que não eram apoiantes da moeda única.

"Já não tens ecu

Já não tens ecu

Já não tens ecu

Como é que vais pagar?

Quero o eurocu,

Quero o eurocu,

Quero o eurocu

P´ra comprar um novo andar".

Já não há mais bandas vocacionadas para o desenvolvimento europeu como antigamente, há-de se lamentar Durão Barroso.

A um Homem Livre - 20 anos depois

Porque o moço cantava bem e tinha pérolas como esta:


Venham mais cinco
Duma assentada
Que eu pago já
Do branco ou tinto
Se o velho estica
Eu fico por cá
Se tem má pinta
Dá-lhe um apito
E põe-no a andar
De espada à cinta
Já crê que é rei
Dàquém e Dàlém Mar
Não me obriguem
A vir para a rua
Gritar
Que é já tempo
D'embalar a trouxa
E zarpar
A gente ajuda
Havemos de ser mais
Eu bem sei
Mas há quem queira
Deitar abaixo
O que eu levantei
A bucha é dura
Mais dura é a razão
Que a sustem
Só nesta rusga
Não há lugar
Pr'ós filhos da mãe
Não me obriguem
A vir para a rua
Gritar
Que é já tempo
D'embalar a trouxa
E zarpar
Bem me diziam
Bem me avisavam
Como era a lei
Na minha terra
Quem trepa
No coqueiro
É o rei
Hic Hic Hurra

O Código do Marquês

Hoje em dia, quando passamos por qualquer livraria, apercebemo-nos de que qualquer gato-pingado consegue escrever e publicar um livro.
Incluindo a Carolina Salgado.
Ou o Pedro Santana Lopes.
Mas a verdadeira profusão pode ser encontrada no romance policial histórico. Na verdade, raros são os autores que não passaram por lá.
E a verdade é que, actualmente, é muito fácil escrever um romance histórico.
Basta juntar uns quantos corolários na sinopse para atrair a atenção do consumidor.
Comecemos pelo herói ou heroína.
Quando o autor é um homem, o herói da história é normalmente masculino. E como esse autor é normalmente americano, o herói também o é.
Aliás, o que sobressai da análise do mercado é que a maior parte dos autores são americanos; as autoras são normalmente europeias.
No caso dos autores americanos, a heroína é sempre de uma de duas nacionalidades: francesa ou italiana. Isto porque a maior parte das histórias passam-se sempre em França ou na Itália e convém meter lá alguém da terra.
As autoras são mais diversificadas na escolha da nacionalidade das heroínas e dos heróis, mas existe sempre um ponto em comum: nunca meter lá pessoal de nacionalidade tuga, mesmo quando as autoras são portuguesas.
Passemos à história.
Aproveitando as ondas científicas de ataque ao catolicismo, normalmente um romance policial histórico tem sempre subjacente um segredo ligado:
a) A Jesus Cristo;
b) Ao Santo Graal;
c) A ambos.
Devo confessar que tenho um fraquinho pelos segredos ligados a Jesus Cristo. Desde ser casado com Maria Madalena, ter irmãos, ser irmão de Judas, ter sobrevivido à Crucificação graças ao Graal, ter um irmão gémeo, entre outros, o homem tem-se revelado ser um verdadeiro poço sem fundo de criatividade para novas histórias. A minha favorita ainda é aquela em que, na realidade, Jesus e os doze apóstolos mais não eram do que os precursores do orgulho gay e de que Judas entregou Jesus aos judeus por se sentir uma bicha enganada (aquele beijo de Judas tinha de ter algo significado).
Depois disto, temos de meter uma das velhas ordens medievais ao barulho, desde os Templários ao Cátaros, passando pela Maçonaria (se não são medievais, parecem) e pelo inevitável Priorado do Sião.
Depois disto, há que arranjar um mau da fita, normalmente um católico de extrema direita, ou uns quantos cardeais do Vaticano.
Arranja-se um guia turístico, algumas perseguições e situações absurdas das quais os heróis sempre se conseguem safar (eu normalmente nunca os faria sobreviver ao primeiro capítulo) e já está… pronto a vender.
Como o referido estilo literário já me começa a chatear, só pergunto isto: para quando o lançamento do 2.º volume das memórias da Carolina Salgado?

Finalmente um banco que dá dinheiro

Apenas com base na "mão-de-obra" masculina!
Se a ideia pega em Portugal... cala-te boca!
Hic Hic Hurra

Medida SIMPLEX para controlo da taxa de natalidade


Importada directamente do Reino Unido, onde fez furor, Sócrates e seus rapazes já fizeram saber como pretendem controlar a taxa de natalidade lusa.
E, ao contrário do sucedido, quando a medida foi discutida na Assembleia da República, apenas as mulheres se expressaram contra, pois o nosso Primeiro teve a genial ideia de instalar um aparelho destes por cada deputado macho, para que estes pudessem, na prática, sentir os seus efeitos!
Hic Hic a medida passou sem contestação de maior, só se ouvindo, nas gravações, uns guinchos de fundo!

She drives me crazy - II


Estava a chover e eu disse ao meu namorado: "Leva tu o carro, porque pode trovejar e já sabes que eu tenho pavor à trovoada!".
Ele, que é como todos os homens, não me deu ouvidos e, à primeira descarga barulhenta, eu assustei-me e... deu nisto!
Hic Hic Hurra

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

CATCHIIIMMM, CATCHHHIIIIMMMMMM...

Eu ainda estou na UEFA!!!


Catchim, catchim...

E tu lagarto?!

Ainda a propósito do post anterior...

Se eu soubesse o que sei hoje...
Estava eu a tentar inserir a minha resposta à pergunta do Chefe no post que antecede, quando o google diz-me, continuamente, que a minha password de acesso está errada.
Tentei outro lado, e a coisa resultou de imediato.
O que só significa uma coisa: o post do Chefe não admite críticas ao próprio! Sim, porque o meu comentário ia no sentido de atribuir a carantonha da fotografia ao Chefe himself!
Censura por censura, estou aqui estou como a Duquesa dos Santos, que chamou todos os nomes ao Inspector nos comentários aos posts das gajas nuas durante o Carnaval: O CHEFE É ...!!
Posto isto: onde é que pára o nosso Zé, que ainda não descarregou as dez toneladas diárias habituais de imagens da vida dele?

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Malta, sem rodeios, que cara de português vêem neste gajo?


Vá lá, pá, haja cojones! A quem é que a imagem ficava que nem uma luva?!

Olha, eles não revogaram as decisões uns dos outros!

O homem levou 6 anos e prisão preventiva em primeira instância.
Levou nega no "habeas corpus".
Hoje, viu a Relação dizer que, sim senhor, é caso para prisão preventiva.
O que é que a opinião pública está à espera para começar a dizer que está na hora de acabar com os tribunais, onde os juizes não têm qualquer sensibilidade para as necessidades dos portugueses (ou pelo menos de alguns)?
(e sim, estou a falar do caso Esmeralda)

Isto sim, é atendimento personalizado


Renovação sem perder a identidade histórica de um partido


Daí que a Aldeia preste uma justa homenagem, tendo por base o teor dos anteriores "posts" sobre o assunto, a um dos grandes pensadores de outrora (e para muitos o pai do comunismo), o nosso querido Marx!
Hic Hic tenham cuidado, não confundir com o Max, que era cantor madeirense e tinha uma música danada para a brincadeira, que até poderia dizer-se inspirada em ideais comunistas já que se chamava "A Mula da Cooperativa", mas isto aqui é, como se sabe, uma aldeia séria e não costumamos brincar com estas coisas!
Nota: Isto é para ser acompanhado com um copo de Vodka na mão e clicando no título, para fazer realmente efeito!

O verdadeiro 2 em 1

Qual shampoo com amaciador, qual quê!!!!
O que está a dar, mesmo, é juntar num só lugar o conservador do registo civil, para realizar os casamentos da praxe, e o Departamento da Saúde Mental.
Hic Hic, Sócrates, filho, toma atenção que mais SIMPLEX que isto é impossível!

Quando de repente a mulher começa a fazer sentido

Hic Hic a malta, às tantas, já não consegue ignorar que elas estão MESMO chateadas connosco!

She drives me crazy - I


Hoje na aldeia vou começar um período de dez exemplos de condução segura, sob o prisma de uma mulher, para que todos possamos ficar esclarecidos e, de uma vez por todas, ver se acabamos com aquela velha piada que diz: "mulher ao volante, perigo constante!"
Para título, achei adequado ir buscar o refrão de uma canção que fez furor nos idos anos 80, dos Fine Young Cannibals, pois não só tem um ritmo de disco (e os travões às vezes ficam com falta desse ritmo, ou mesmo a embraiagem) como assenta que nem uma luva nas imagens que pretendo dar a conhecer à sociedade civil automobilística (ou seria melhor escrever automobalística, já que elas são autênticos projectéis com desvios na direcção quando ocupam um lugar que não seja o do pendura, e, meu Deus, haveria tanto a dizer agora sobre o pendura, que pena nos faltar o tempo para tal).
Depois disto estou para ver quem é que se atreve a dizer que nós não contribuímos, à nossa maneira, para a Prevenção Rodoviária Portuguesa!
Hic Hic eu acho que o atrelado não se monta assim, mas aceito prova em contrário!

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Revolution ou muerte: contributo de las caraibas

Das alegres e ensolaradas caraibas chega o contributo do regime mais bem sucedido e feliz do planeta. Cuba disse sim aos irmãos portugueses e apresentou as suas propostas para a renovação da imagem do PCP. Pela paz no Mundo, Che Guevara, Hasta la victoria siempre!


E El Comandante disponibilizou-se a participar pessoalmente na campanha... o retrato foi feito no hospital onde o comandante recupera a olhos vistos da ligeira constipação que o vem incomodando um pouco...





Lembrem-se sempre, irmãos portugueses, "la paz entre los pueblos es el bien mas precioso!"



E por mais que ataquem a Festa do Avante os nossos militantes vão continuar a contribuir para os cofres do partido...




O Mundo todo pode estar convosco, acreditem!





A juventude e o idealismo desinteressado e actual fazem parte da vossa naturaleza, carago!
E se a tudo isso juntarem um bacardi, charutos dos tais, mulatas desesperadas e buicks com 40 anos... ES LA REVOLUTION, CAMARADAS!!!!!






segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

E do extremo oriente...

chega a contribuição para o esforço de renovação do PCP, com o generoso patrocínio de um empresário de calçado de Vila do Conde, que mantém uma estreita e profícua relação comercial com a República Democrática da Corea, aliás único mercado para onde escoa o seu exclusivo modelo de mocassins com tacão de 10 cm.

.
Reparem bem na pujança da mensagem, no vanguardismo dos temas, na exaltação do espírito de fraternidade entre os povos...


Um claro esforço de reconciliação com o ocidente, em especial com os outrora inimigos fidegais EUA...



sempre lutando pela igualdade de direitos e oportunidades entre homens e muheres.



a promoção do acesso à cultura para todos, em manifestações colectivas de engrandecimento do espírito: aqui pode-se ler a leitura aquece o coração



Sejam uns verdadeiros soldados da paz!







E ainda há quem tenha dúvidas quanto à natureza democrática deste regime!...

Carnaval de Portugal - I

Será um travesti brasileiro? Será uma máscara de extra-terrestre? Quiçá não é um fã do "Senhor dos Anéis" mascarado de orc?!



Chiça, lá que mete medo, mete!!!

RELATÓRIO CONFIDENCIAL DOS SERVIÇOS SECRETOS DA ALDEIA

A Aldeia teve acesso aos cartazes que o PCP planeia utilizar na próxima campanha eleitoral para as eleições legislativas. Na proposta do Gabinete de Propaganda ao Comité Central do PCP lê-se: "O objectivo desta campanha será mostrar um PCP moderno, inventivo, com imaginação, virado para o futuro e para a juventude, um partido pela paz, pelo trabalho e pela democracia. Seguem os cartazes propostos:














25 de Abril sempre!!!

Kit para gajas difíceis


É Carnaval, ninguém leva a mal

Eu tenho 2 amores,
etc...



A escolha é que é difícil... fica-se com as 2!

O direito inalienável à puta

Ontem encontrei-me com o Alves (our founder) e estivemos a discutir, por incrível que pareça, os resultados do aborto. Sobretudo a fronteira estabelecida nas vitórias ao nível das freguesias.
Cúmulo da situação: no Norte, o "Não" ganhou quase em todo o lado.
Curiosamente, é onde existe o maior número de casas de alterne por metro quadrado.
O que significa que, "sim senhor, somos todos conservadores e católicos, mas temos o direito à nossa puta".
Ora, o sujeito que vive no sul e é mais imoral, pouco católico e defensor do aborto , não tem tal direito porque existem poucas putas e as que existem preferem ir para as limpezas (vide notícia da semana passada deste blogue).
Questão: o direito à puta é um direito constitucionalmente garantido? Ou só os nortenhos é que o possuem?
Referenda-se?

A aldeia decidiu ir brincar ao Carnaval para a Taberna


Começamos com Viriato, o nosso Chefe, em plena homenagem ao novo ano Chinês do Porco (parece que os orgasmos deste bichinho duram cerca de 30 minutos)



Eis aqui, igualmente, Sua Senhoria, que aproveitou as roupinhas de um Seu antepassado, o Marquês de Sade, para prestar tributo ao mesmo




O grande Inspector Serôdio que, numa maravilhosa operação conjunta, combinou com a Argúcia Acutilante uma troca de identidades por um dia





Uma nova versão do Senhor Inspector Serôdio, made in Argúcia Acutilante






A minha modesta pessoa, num exercício de equilibrismo efectuado em plena meditação vínica capaz de me colocar como atracção internacional de renome em qualquer Circo das redondezas.
Hic Hic é Carnaval, ninguém leva a mal!