sábado, 22 de novembro de 2008

Em Ponte de Lima fez-se história

Numa recente visita a Ponte de Lima, o nosso Primeiro teve a brilhante ideia de convocar a comunicação social em peso para assistir à entrega, in loco, de mais uma fornada de pequenos Magalhães, que fizeram o encanto da criançada.
Contudo, assim que os governantes e os órgãos de comunicação social abandonaram as instalações escolares, foi logo feita a recolha dos pequenos Magalhães, deixando os petizes e seus pais incrédulos e revoltados.
Daniel Campelo, Presidente da edilidade, considerou normal o sucedido e pretende compensar toda a maçada com a entrega, a cada miúdo, de um queijo limiano com a forma de computador, para que eles se entretenham a fingir que já sabem lidar com as novas tecnologias.
A aldeia, por seu turno, não pode deixar de ovacionar estrondosamente este modus actuandi dos políticos, relembrando aqui a velha história do pai que dava o doce à criancinha quando vinha com ela à rua e lho tirava assim que regressavam a casa.
Aliás, tendo em atenção o nome de baptismo do pequeno artefacto informático, sugere que os de Ponte de Lima passem a ser conhecidos como os Boomerangalhães.
É que vão e voltam, ou seja, vieram por momentos até às mãos dos pequenos e voltaram num ápice para os caixotes de quem fez a sua distribuição.
Não acham que era bem pensado?
Hic Hic Hurra

1 comentário:

eleutério disse...

Boomerangalhães é um achado, ó amigo Zé!! Bela inspiração a sua, gabo-lhe o jeito.
Tratando-se da terra que é, bem podia o nosso José ter lançado os magalhães do alto da Ponte, presos com um elástico, certo de que eles voltariam, pela certa.
No final do espectáculo poderia ele próprio saltar, com o elástico já um tanto gasto...