segunda-feira, 5 de março de 2007

As vindimas do Senhor Marquês


Meu caro Marquês,
Estive hesitante sem saber como lhe responder a tão amável convite: se o faria comentando o S. magnífico post (pleno de belezas naturais, daquelas que eu tanto aprecio em minha vida) ou se, em alternativa, deixaria V. Senhoria ter uma pequena ideia de como foi o meu fim-de-semana.
Decidi-me por esta última, e sei que não me levará a mal por isso.
Com efeito, apesar de muito estimar o Vinho de Nafarros e ainda mais me ter entusiasmado com a mão-de-obra decente que, finalmente, V. Exa. se decidiu contratar para tão nobre acto que é o de pisar as uvas que, depois do referido mosto ficar fermentado em condições e após a adição de umas quantas substâncias apropriadas, darão corpo a uma "pomada" das antigas, o certo é que não me foi possível estar presente na efeméride.
Tudo porque uma série de catraias que conheci na Taberna me convenceram a acompanhá-las aos Algarves e eu, que não sei dizer que não, lá fui e desde já o informo que não me arrependo de ter ido.
Ainda assim, caso a moça da vindima ainda esteja disponível, eu prontifico-me desde já a acompanhá-la numa sessão de pisadelas que ela, enquanto for viva, não mais se olvidará, sendo certo que V. Senhoria deve ter-se equivocado ao escrever a percentagem, já que faltam lá uns quantos zeros, não é verdade?
Hic Hic espero que a rapariga de frente seja tão agradável como foi para mim vê-la pelas costas!

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