O direito de propriedade levado ao extremo
Este nosso amigo comprou o sofá da fotografia numa apetecível promoção no AKI e fez questão de lhe dar o devido uso.Contudo, sempre que recebia pessoas em casa nunca sobrava lugar para si no sofá, de tal forma que quase nunca usufruía do mesmo.
O sofá foi ficando velho e ele continuava sem o utilizar, ou porque estava sempre fora de casa (a sua profissão era a de camionista) ou porque, quando estava em casa, tinha sempre convidados, de maneira que chegou o dia em que disse basta.
E ali se sentou, jurando por tudo quanto era mais sagrado que dali não arredaria pé, nem que chovessem canivetes.
Rápido, leiam lá novamente as declarações do rapaz e vejam se nas mesmas se pode integrar a palavra incêndio...
Hic Hic Hurra
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