terça-feira, 11 de julho de 2006

Talhado para os mais altos voos

A história foi-me vendida como verídica, a noite passada na Taberna da Aldeia.
Parece que, fez recentemente 40 anos, um emigrante português viajou para a Venezuela na Transportadora Aérea Portuguesa.
Já no local de destino, impressionado pela forma como foi atendido, endereçou uma missiva ao Presidente da Companhia onde, por entre os mais rasgados elogios, muito louvou o serviço de bordo, considerando as hospedeiras muito simpáticas, bonitas e eficientes, entre outros predicados que usou.
Sucede que, 40 anos volvidos, lá veio o nosso homem de regresso à lusa pátria, embarcando numa ligação aérea da responsabilidade da mesma Transportadora.
Já em solo tuga, e porque tinha ficado muito desagradado com o serviço que lhe fora prestado, decidiu-se a escrever ao Presidente da Companhia, descrevendo o mau atendimento prestado pelas hospedeiras.
A resposta que recebeu foi mais uma pérola, digna de figurar nos compêndios da moderna gestão de empresas e da resolução de conflitos envolvendo consumidores, já que foi algo do género:
"Exmo. Senhor, Não sei do que se queixa, uma vez que as hospedeiras são as mesmas!"
Hic Hic, estou maluco de riso!

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