quinta-feira, 6 de julho de 2006

Fotos de família

Como tive oportunidade de escrever ontem, com as mudanças fui mexer em coisas que estavam esquecidas, nomeadamente os álbuns de fotografias. Foi assim que me recordei dos meus tempos de condutor de ambulância e foi assim, igualmente, que encontrei a única foto que tenho em meu poder de meu falecido primo Alain Bretta Porvinho, filho de uns tios emigrados no Luxemburgo, maluquinho por motas e que, no regresso a casa após uma noitada na Taverne, como lá se diz (para certas coisas a tradição da família Porvinho ainda é o que era), não reparou no sinal de aproximação a um penhasco.
Não deu para ir às cerimónias fúnebres, pelo que pedi a meus tios que me enviassem a última foto do primo para ficar como recordação e, para ser sincero, nunca cheguei a saber com quem se parecia mais, se com o meu tio se com a minha tia, embora as botas sejam iguaizinhas a umas que o meu bisavô usou quando foi para a Guerra em 1914.
Hic Hic tinha queda para as motas, tinha!

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