sexta-feira, 29 de junho de 2007

Agora que até o nosso Chefe já pode casar o pessoal



A aldeia adverte todos os futuros nubentes de que devem tentar casar por amor.
A quê?
Bom, isso fica ao critério de cada um...
Hic Hic Hurra
Nota - Alguém terá a possibilidade de aceder à conta bancária do cidadão acamado que acaba de contrair matrimónio?

2 comentários:

  1. caro engenheiro,

    Isto é a prova que há diversos tipos de amor! E o amor ao dinheiro é um deles... nao deixa de ser amor, certo?
    E no limite, há algum tipo de amor desinteressado? ( dar sem receber nada em troca?)

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  2. Cara vizinha,

    Até me convencerem do contrário, e apesar deste mundo se apresentar cada vez mais egoísta e egocentrista, vou continuar a acreditar que sim.

    E mais, sei que não é uma utopia.

    Por vezes fico é triste quando vejo certas pessoas duvidarem da sua existência, pessoas que, muitas das vezes, o tiveram sempre à mão e nunca deram por ele.

    E, quem o tem, que o estime!

    Hic Hic Hurra

    Nota - Quanto ao amor ao dinheiro... É verdade, o dinheiro já é, nos tempos que correm, considerado o bem essencial por excelência. Permite-nos ter vidas boas (que não serão, necessariamente, sinónimo de boas vidas), mas quando a nossa existência física findar vou gostar de ver para onde é que o levamos! Se lhe dessem, ao menos, um bom uso e fizessem dele uma adequada distribuição a nível mundial, mesmo que continuassem a existir os estupidamente ricos, para que não existissem outros no plano diametralmente oposto... Zé, vai mas é curar a cardina, que já não escreves coisa com coisa, pá!

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