quinta-feira, 9 de novembro de 2006

Cancioneiro do Redondo





6 comentários:

  1. Ao que eu acrescentaria:

    Nesta aldeia lusitana
    Venho muito de lado postar
    É tudo malandrice sacana
    É só rir até fartar

    Temos um Viriato mandão
    Que de todos é o maior
    Temos um Inspector com um cão
    Que a cadela pertence aqui ao Senhor

    Falta o nobre Marquês de Nafarros
    Mais a sua estimada Quinta
    Acaba-se a noite a fumar uns charros
    E ainda se vai à casa de meninas da Jacinta

    Somos todos malta porreira
    Que gosta de rir e gozar
    E com esta brincadeira
    Tá-me a dar vontade de cagar

    Já de calças arreadas
    serviçinho feito já estou melhor
    o cheiro é de ervas perfumadas
    o perfume é que não é da Dior.

    Hic Hic Hurra

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  2. E para rematar:

    Ai Camões, Camões, Camões...
    P´ra isto passaste mil tormentos,
    Escreveste Lusíadas e sonetos?
    Já nem consegues coçar os colhões!

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  3. Anónimo18:07:00

    Não há p´rai uns sonetos do Vatsyanya ou do Ovídio? Ou uma prosa da Alicia Gallotti?

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  4. Anónimo19:46:00

    Mais vale uma puta ajoelhada
    Do que duas a bater calçada
    Se ela se assustar com o bezugão
    Enfia-lho com força no Bujão

    V.

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  5. Anónimo19:50:00

    Em tantos anos de joelheiro
    Nunca tive tanta falta de dinheiro
    Só me faltava conhecer o Sócrates
    Chiça, ainda dava em Paneleiro

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  6. Ó Chefe,

    Porno por porno, já que não deixam postar gajas nuas, caímos para a poesia.
    A julgar pela adesão do pessoal, era capaz de render uns patacos...

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