terça-feira, 28 de outubro de 2008

Bolsa de Apostas «Love is in the air»

Deixamos aqui o boletim de apostas para o próximo mês de Dezembro, onde iremos premiar o(s) feliz(es) apostador(es) que acertarem com uma valente bicada na boca do Louro (esse simpático papagaio que podem ver em baixo à direita).


Na próxima cimeira da UE, a realizar em Paris, Nicolas Sarkozy irá cumprimentar Angela Merkel com:

1. um delicado e não mais prolongado que 5 segundos passou-bem;
2. um ligeiro toque com a ponta do lábio superior na sua mão direita, que previamente pegou pelas pontas dos dedos, mantendo-se afastado do resto da pessoa um bom meio metro;
3. um rápido e seco par de beijos nas faces, mantendo os membros superiores bem colados ao tronco;
4. um valente bacalhau e forte palmada com a mão esquerda no ombro direito dela;
5. um efusivo xicoração e dois lambusados xoxos nas alvas bochechas teutãs;
6. um piscar de olho «à malandro» e uma discreta tapa na nádega direita da chanceler.

Direito de reposta

Nos termos de uma lei qualquer que não conhecemos mas que deve existir, pois estão sempre a mencioná-la em tudo quanto é jornal, telejornal ou notíciário, e porque a ignorância da lei não aproveita a ninguem (mas devia!), deixamos aqui um post enviado por uma nossa atenta leitora:

Ao abrigo do disposto no artigo blá blá blá, solicito a publicação do segunte post, face ao V. post de dia 21 pretérito intitulado «Estudo científico alarmante»:

Ao contrário do que ali é dito, a cafeína não tem a virtualiade de, nas mulheres, reduzir o tamanho dos seios. Bem pelo contrário. Essa substância contém estimulantes que promovem precisamente um saudável desenvolvimento de toda a zona peitoral.
Aliás, desde muito tenra idade que sou consumidora assídua de bicas, coca-cola, gelados de moca e doces de bolacha embebida em café, e posso-vos garantir que não produziu em mim nem de perto nem de longe os efeitos descritos no estudo a que V. aludiram.
Assim, peço que publiquem este post, repondo a verdade das coisas.
Com os mais respeitosos cumprimentos,
Roberta Lima Malhu da Silva

P.S. Anexo uma foto minha para comprovarem o que afirmo


segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A rodar


Hic Hic Hurra

sábado, 25 de outubro de 2008

Nem todas as crianças tiveram o Super-Magalhães


A aldeia sabe, inclusivamente, que existiram algumas que não o puderam ter.

Embora a culpa não tenha sido do Governo.

Passamos a explicar, dado o insólito da situação.

Numa escola alfacinha, a aldeia presenciou o seguinte diálogo entre dois meninos de 6 anos:

"- Ena pá, já tenho o Magalhães e é muita fixe! E tu?"

"- Eu não tenho, nem vou ter."

"- A sério? Mas o tio Sócrates também não te dá um?"

"- Dar, até dava, mas o meu pai não quer e até me deu algo em substituição..."

"- Que sorte, pá... O meu pai não me deu nada! Mas, diz-me lá, o que te deu o teu pai em vez do Magalhães?"

"- Olha, assim que lhe falei nele, disse logo que não o queria. Como eu insisti tanto e fiz uma birra tremenda, sabes o que ele me deu?"

"- Não, o que foi que ele te deu?"

"- UMAGALHETA! E das fortes, qu'inda hoje me dói a cara!"

Hic Hic Hurra

Donos de casas camarárias estudam novo esquema

Depois de terem sido bafejados pela sorte na distribuição de casas camarárias, os felizes contemplados com aquelas magníficas residências estudam agora a possibilidade de lhes ser aplicado o novo programa do Governo para quem tem dificuldades em pagar o crédito à habitação.
O esquema é simples: como a casa lhes ficou em conta, o que importa é conseguir vendê-la agora ao Estado e baixar, ainda mais, a prestação mensal.
Com o dinheiro que fazem com a venda da casa, compram outra (que passa a ser a casinha de férias) e investem na aquisição de uma nova viatura, último modelo, topo de gama, e, dessa forma, passam a usufruir de uma vida decente em Portugal.
E ainda dizem que este Governo não toma boas decisões!
Hic Hic Hurra

Jovens estudantes recusam-se a ir para as aulas

Só que o problema, agora, não tem a ver com as chamadas "baldas", tão do agrado do meio estudantil lusitano.
A coisa é bem mais profunda, uma vez que os alunos se "recusam a partilhar o mesmo espaço com pessoas que deviam era ter juízo e não andar a fazer aquelas figuras graças ao novo computador maravilha português", como esclareceu um porta-voz dos estudantes, que pediu para manter o anonimato com receio de futuras represálias.
Segundo o nosso informador secreto, "até mesmo o meu irmão, que tem 4 anos e anda num infantário, faria melhor figura e, hão-de compreender, torna-se missão quase impossível estarmos numa sala de aulas a olhar para eles sem os associar àquela miséria que, ainda por cima, circulou no You Tube. Se bem que sempre teria a vantagem de o pessoal se poder divertir um bocadinho antes de nos mandarem para a rua...".
E assim vai o nosso ensino, cantando e rindo!
Hic Hic Hurra

Procura-se solução para a crise europeia

Já que eles, os senhores da fotografia, por muito que a procurem, parece que tardam em encontrá-la!
Alguém já a achou?
Hic Hic Hurra

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Estudo científico alarmante

A ser verdadeiro, então deveria o café ser considerado uma substância altamente nociva para a saúde pública, maxime das cidadãs.
Penso que se deveria lançar de imediato uma campanha de sensibilização junto das escolas e centros comerciais, alertando todas as mulheres para o efeito nocivo que a cafeína provoca, a par da aplicação de uma taxa sobre a bica, aumentando-a de preço, e impondo aos estabelecimentos comerciais a obrigação de servirem a dita bebida em chávenas com dizeres anunciando os malefícios da mesma, à semelhança do que se passa com os maços de tabaco.



Ah, ainda não perceberam do que falo? Atão façam o favor de clicar no título e abrir na pág. 10.
(é o que dá andar numa de ecologia e passar a utilizar os transportes públicos!)

domingo, 19 de outubro de 2008

Versão "new wave" do Capuchinho Vermelho

Esta foi-me enviada por correio electrónico e acho que, pela sua relevância pública, merece ser divulgado neste blogue, uma vez que demonstra a evolução da lingua portuguesa ao longo dos anos, podendo constituir um ponto de partida para uma alteração de mentalidade escrita dos meus colegas de blogue. Posto isto:
"Tás a ver uma dama com um gorro vermelho? Yah, essa cena!
A pita foi obrigada pela kota dela a ir à toca da velha levar umas cenas, pq a velha tava a bater mal, tázaver? E então disse-lhe:- Ouve, nem te passes! Népia dessa cena de ires pelo refundido das árvores, que salta-te um meco marado dos cornos para a frente e depois tenho a bófia à cola!
Pá, a pita enfia a carapuça e vai na descontra pela estrada, mas a toca da velha era bué longe, e a pita cagou na cena da kota dela e enfiou-se pelo bosque. Népia de mitra, na boa e tal, curtindo o som do iPod...É então que, ouve lá, salta um baita dog marado, todo chinado e bué ugly mêmo, que vira-se pa ela e grita:- Yoo, tá td? Dd tc?- Tásse... do gueto ali! E tu... tásse? - Disse a pita- Yah! E atão, q se faz?- Seca, man! Vou levar o pacote à velha que mora ao fundo da track,que tá kuma moka do camano!- Marado, marado!... Bute ripar uma até lá?- Epá, má onda, tázaver? A minha cota não curte dessas cenas e põe-mede pildra se me cata...- Dasse, a cota não tá aqui, dama! Bute ripar até à casa da tua velha,até te dou avanço, só naquela da curtição. Sem guita ao barulho nem nada.- Yah prontes, na boa. Vais levar um baile katéte passas!!!E lá riparam.
Só que o dog enfiou-se por um short no meio do mato e chegou à toca da velha na maior, com bué avanço, tázaver? Manda um toque na porta, a velha 'quem é e o camano' e ele 'ah e tal, e não sei quê, que eu sou a pita do gorro vermelho, e na na na...'. A velha abre a porta e PIMBA, o dog papa-a toda... Mas mesmo, abre a bocarra e ocamano e até chuchou os dedos...O mano chega, vai ao móvel da velha, saca uma shirt assim mêmo à velha que a meca tinha lá, mete uns glasses na tromba e enfia-se no VL... o gajo tava bué abichanado mêmo, mas a larica era muita e a pita era àmaneira, tásaver?
A pita chega, e tal, e malha na porta da velha.- Basa aí cá pa dentro! - Grita o dog.- Yo velhita, tásse?- Tásse e tal, cuma moca do camâno... mas na boa...- Toma esta cena, pa mamares-te toda aí...- Bacano, pa ver se trato esta cena.- Pá, mica uma cena: pa ké esses baita olhos, man?- Pá, pa micar melhor a cena, tázaver?- Yah, yah... E os abanos, bué da bigs, pa ke é?- Pá, pa poder controlar melhor a cena à volta, tázaver?- Yah, bacano... e essa cremalheira toda janada e bué big? Pa que é a cena?- É PA CHINAR ESSE CORPO TODO!!! GRRRRRRRR!!!!
E o dog manda-se à pita, naquela mêmo de a engolir, né? Só que a pitadá-lhe à brava na capoeira e saca um back-kick mesmo directo aostomates do man e basa porta fora! Vai pela rua aos berros e tal, o dog vem atrás e dá-lhe um ganda-baite, pimba, mêmo nas nalgas, e quando vai pa engolir a gaja aparece um meco daqueles que corta as cenas cum serrote, saca de machado e afinfa-lhe mêmo nos cornos. O dog kinou logo ali, o mano china a belly do dog e saca de lá a velha toda cheiada nhanha. Ina man, e a malta a gregoriar-se toda!!!E prontes, já tá... ".

Melhor anedota da crise financeira

Um especulador bolsista vira-se para outro e diz-lhe:
"Esta crise ainda é pior do que um divórcio. Já perdi mais de metade da minha fortuna e ainda tenho a mulher lá em casa!".

sábado, 18 de outubro de 2008

A rodar

E esta semana temos o alto patrocínio de...?



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Esta semana o nosso patrocinador, aqui na aldeia, é muito conhecido e facilmente detectável.
Isto, é claro, se não se preocuparem com a pronúncia açoreana.
Boa sorte!
Hic Hic Hurra

Grito de... revólver

Mantenho o meu olhar fixo na escuridão que emerge da minha memória, perdido que estou em pensamentos onde tu, curiosamente, ainda tens lugar.
Como foi possível chegar a este Estado de coisas?
Houve tempos em que foste grande, motivo de orgulho para todos, que ousavam respirar o teu ar de uma só vez e, ao fazê-lo, sentiam-se revigorados pela fé e pelo domínio que de ti brotava de forma natural, como a água que sai da fonte ou o canto que se solta da garganta de um pequeno pardal para se aninhar em nossos ouvidos de forma celestial.
Hoje, porém, estás diferente.
Que é feito do teu porte altivo, do respeito que fazias sentir, da força e vigor que soltavas quando te lançavas à conquista?
E quem não poderia deixar de se sentir conquistado por ti?
Pela beleza das tuas ideias, pela pujança da tua sabedoria.
Quem é que se atrevia a negar que a tua alma enchia de esperança todos os que para ti olhavam, fazendo-os vibrar de emoção e calor, estremecendo os corpos que de ti saíam e entravam, sempre na ânsia de te servir bem?
Penso que ninguém.
Tudo mudou, porém.
Não te vejo mais com o esplendor da mocidade, que te tornava irresistível a quantos de ti se aproximavam.
Há quem se aproveite de ti e, ao fazê-lo, vai deitando tudo a perder.
Os caminhos que foste trilhando, lentamente, conduziram-te a esta situação que deixa tanto a desejar e que nos faz sentir a angústia que é normal quando vemos definhar quem amamos.
Na impotência que resulta do fracasso, que se tem de admitir, sinto-me cada vez menos identificado contigo e com os teus ideais, e já nem consigo vislumbrar a beleza que me fez crescer a admirar-te, sempre preso a ti em intermináveis sonhos de contentamento.
Admiração que resultou da bela História que viveste, que muitos souberam narrar, outros tantos aprenderam a viver e ainda mais conseguiram destruir, pouco a pouco, com o passar dos anos.
Como alterar toda esta situação?
Como voltar a apaixonar-me por ti?
Nunca deixei de te amar, acho que não o iria conseguir, mas aquelas loucuras que se cometem apenas quando estamos imersos por uma avassaladora paixão, que nos consome por dentro e não nos deixa, sequer, meditar nos actos que praticamos, muito menos nas suas consequências, já não se mostram possíveis.
Essa paixão abandonou-me e, apesar de tudo, não consigo deixar de olhar para o meu coração.
Quando o faço, e faço-o todos os dias, tu estás lá.
Facilmente te encontro.
Não és capaz de me motivar, é verdade.
Mas és cruz que carrego até ao final dos meus dias, pois não me consigo de ti dissociar.
Seria bom que pudesses voltar a ser o que foste.
Infelizmente, isso não depende apenas de mim, é preciso que outros acreditem para que o milagre surja.
E tem de haver quem ganhe a consciência das prioridades e quem se empenhe em alterar esta situação de profundo exílio em que te encontras, cada vez mais triste e só, numa pobreza que mortifica quem de ti gosta.
É preciso auxiliar quem sofre, pois quando um dos teus sofre, também tu gritas de agonia e revolta.
Mais e melhor saúde, emprego, justiça e segurança, interna e social, precisam-se com urgência.
Com conta, peso e... medidas a preceito.
Em surdina, ouvimos falar baixinho em novas medidas revolucionárias, qual repetição de um filme de terror em exibição numa grande sala de cinema, única saída para que possas renascer das cinzas em que te encontras.
Será, meu querido Portugal, que já precisas, outra vez, de uma mão que tem bala no berço?
Hic Hic Hurra


A aldeia descobriu o verdadeiro motivo para o atraso na entrega do Orçamento de Estado

O Governo entregou o Orçamento de Estado para 2009 na Assembleia da Republica com um ligeiro atraso, e logo toda a gente especulou sobre os verdadeiros motivos para tal procedimento.
Mas a aldeia, que nestas coisas é infalível, soube de fonte segura que tal atraso se ficou a dever a uma inovação tecnológica de monta que coloca Portugal no topo das Democracias europeias.
De facto, pela primeira vez em toda a história dos Governos Constitucionais, a aldeia confirma que este foi o único documento deste género entregue sob o formato de banda desenhada.
Foram uns emocionados J. Socretinny e T. Santezo, os criadores da obra Asterisco entre os Euros, que nos explicaram como tudo sucedeu.
Socretinny, o autor do argumento, revelou que a ideia surgiu do nada, como todas as grandes ideias, quando foi visitar Santezo ao seu Ministério das Finanças e este o levou a ver as contas públicas.
Ao ver o tremendo jeito que Santezo tinha para fazer desenhos, e uma vez que se tornava imperioso entregar no Parlamento um documento que, contrariamente aos anteriores, fosse apelativo e que todos os partidos da oposição pudessem entender, Socretinny decidiu escrever o argumento, dado o seu inegável talento para a ficção nacional, deixando para Santezo a parte relativa aos bonequinhos.
Desta vez, estamos em crer, temos um Orçamento susceptível de deixar um tipo ligeiramente obeso, vestido com umas calças de pijama listadas, de cor azul e branca, com um capacete com asinhas na cabeça, de farfalhudo bigode e grande apreciador de javalis, a bater furiosamente com o dedo na cabeça e a exclamar: “estes tipos são loucos!!!”.
Hic Hic Hurra


Paulo Portas já sabe onde vai começar e terminar a sua campanha de candidatura a Primeiro-Ministro de Portugal

A escolha, ao que apurou a aldeia, já se encontra feita.
A única dúvida, neste momento, é decidir por onde andará ele durante o resto da campanha.
É que, dizem as más-línguas, o actual líder do Partido Popular é o único que pretende passar todo o tempo de campanha naquele beco, que é tão pitoresco, tão tipicamente português, recusando-se a abandonar aquele local onde se sente como se estivesse entre os seus.
Hic Hic Hurra

A rodar


Hic Hic Hurra

Cavaco Silva ofendido com Júlio Pereira

O nosso Presidente da República tem andado meio apagado ultimamente, não se tem visto e até já circulavam rumores no sentido de uma qualquer doença.
Mas, sosseguem os leitores da aldeia, que tudo não passou de uma pequena zanga ocorrida com um músico nacional, de seu nome Júlio Pereira, numa altura em que Cavaco Silva o convidava para ir tocar ao Palácio de Belém numa cerimónia de recepção a uma alta individualidade de outro país, não importa qual.
Parece que, tendo recebido o músico de forma perfeitamente informal e descontraída, acompanhado de toda a sua família, Cavaco foi aos arames quando Júlio Pereira, enquanto pegava no neto do Presidente e o virava de lado fingindo ser um instrumento, lhe perguntou se deveria trazer o seu habitual instrumento ou tocava mesmo com a criança.
Felizmente tudo já foi ultrapassado e a aldeia soube que o concerto foi um sucesso e meteu vários instrumentos típicos, tais como o ferrinho, o adufe e a guitarra, bem como aquele que originou toda a polémica e é a bandeira de marca do músico em questão.
Hic Hic Hurra

Nova candidatura de Sá Fernandes à Câmara de Lisboa é cada vez mais provável


José de Sá Fernandes, o ainda vereador daquela edilidade, já se juntou com um grupo de amigos na sede do Bloco de Esquerda, onde, por entre inúmeras caipirinhas e charros (já para não contar os abraços inesperados vindos de vários quadrantes), ficou decidido que teria o apoio daquela força partidária para, desta feita, conseguir aceder à presidência da autarquia.
E, se no passado proliferaram cartazes, estrategicamente dispostos pela cidade alfacinha, com mensagens subliminares convidando ao voto (inesquecível a frase: “O Zé faz falta”), a aldeia sabe que Sá Fernandes pondera aparecer totalmente despido em futuras campanhas.
E a mensagem também já se encontra escolhida: “O Zé está sempre em pé!”, numa alusão evidente à forma sempre solícita com que encara o interesse dos munícipes (e também das munícipes, pois lá diz o povo que a cavalo dado não se olha o dente)!
Hic Hic Hurra

PS aposta em Pacheco Pereira para substituir António Costa na Câmara Municipal de Lisboa

Depois de ter conseguido conquistar a autarquia lisboeta a Carmona Rodrigues, António Costa já fez saber junto da Comissão Política do Partido Socialista que não se irá voltar a candidatar “àquele ninho de vespas” (citação da aldeia).
Após o choque inicial, que levou mesmo a uma pequena crise interna, ainda assim a anos-luz daquela que, pelos vistos, parece que sempre existe a nível mundial, europeu ou apenas nacional, o Partido Socialista já reagiu e aposta agora em sangue novo.
Com efeito, a aldeia sabe que o substituto do actual Presidente já se encontra escolhido e será, nada mais nada menos que Pacheco Pereira.
Foi, ao que nos asseguram, a escolha mais pacífica de sempre, numa surpreendente acção de grande visão politica, pois, para além de apoiarem publicamente um candidato pertencente à oposição, já não precisam de criar um blogue de propósito para a candidatura.
E foi tudo assim muito abrupto, ou seja, ninguém estava à espera disto.
Hic Hic Hurra

A rodar


Hic Hic Hurra