segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Onde isto chegou!

Os tempos do «Glorioso» já lá vão, é certo e sabido, mas uma equipa que luta pela manutenção considerar humilhante ir à luz e levar três secos, ao ponto de despedir imediatamente o seu treinador...

Áh ganda Chaló!

A Aldeia já influencia opinion makers

E se não acreditam, cliquem no título e confrontem com o N. post de 12/09/2007 «Vergonha».

Afinal o Chefe sempre tinha razão, quando dizia que o MST lhe ligava amiúde à quinta-feira, à rasca, porque nós aqui ainda não tinhamos postado nada de sério...

Desafio à Aldeia Lusitana e a amigos: TRAVIAN!

E o que é afinal o Travian? É um jogo online onde assumimos o papel do fundador de uma aldeia e interagimos com todas as outras aldeias fundadas Mundo fora. É altamente viciante e recomenda-se prudência a quem entra para não deixar a familia e os amigos de lado...
Tenham em atenção que podem escolher uma de 3 tribus: gauleses, teutões ou romanos. A minha aldeia é romana e fica nas coordenadas x 79/ y -91 (quando fundarem a vossa escolham ficar lá perto para depois fundarmos uma aliança - demasiado perto tb não ;-) )
Tenham a gentileza de entrar pelo seguinte link para dar ouro ao Chefe:
Vamos conquistar o Mundo!

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Doutorada em gestão de espaço



E podia ter sido pior, não fosse ter-se livrado momentos antes da detenção de uma TV de 17"!...

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

CSI London

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

A propósito dum posto da vizinhança

V.g. um muito sexy desenho de Alberto Vargas:


Eu sei quem é que não tomava banho nesta praia...

VERGONHA

Sua Santidade, o Dalai Lama, vem-nos visitar e, o governo português apressou-se a anunciar que não o iria receber para não ferir susceptibilidades com a China.
E depois venham cá com parangonas de defesas dos direitos humanos, quando lhes importa mais os benefícios comerciais (de quem?) que o genocídio que vem sendo perpetrado há décadas no Tibete.
Quando o Papa João Paulo II foi à Indonésia e ignorou Timor, foi um «aqui d`El Rei», mas agora as coisas são diferentes, não são?...
Cambada de hipócritas!
O homem, para além de ter sido muito justamente laureado com o Prémio Nobel da Paz (os suecos tão-se a cagar para os amarelos), tem sido um exemplo de resistência e combate à ocupação do seu país natal pelos chinocas, rejeitando a violência e a guerra, só igualado na sua grandeza espiritual e dimensão universal por um Ghandi. Já para não falar nas lições de sabedoria que vai derramando por onde passa.

É nestas alturas que a minha repulsa por esta corja de politiqueiros subservientes atinje níveis insuportáveis e que, tivera uma bomba à mão, não deixaria de utilizar em certo palácio lisboeta!!!

O único parco consolo que me resta é a certeza que a nossa proverbial hospitalidade enquanto povo saiba honrar a visita de tão insígne vulto e mitigar a falta de educação das instituições.

(só me admira não ter havido um comissão de honra a receber a delegação das FARC que recentemente nos visitaram)

O "Fittipaldi"

Ontem à noite chovia que Deus a dava! Como sempre, o pessoal na volta do emprego vinha com o pé a fundo no acelerador, como se o piso estivesse sequinho e aderente. “Há que chegar a casa cedo para a paparoca, senão fica fria”, deviam pensar os aceleras.
De entre todos destacou-se um jovem com ar de executivo em ascensão, gravatinha da moda, oculinhos da pinta e um Audi A3 comprado sabe-se lá com que ginásticas. Este superava os outros todos nas aceleradelas e travagens bruscas, nas razias pela esquerda e pela direita, nas ultrapassagens por dentro logo que apanhava uma curva. Era um gosto vê-lo a ultrapassar depois de pisar o traço continuo e obrigar o gajo que vinha em sentido contrário a atirar-se todo para a berma para não chocar de frente: parecia o Fittipaldi nos seus bons tempos de Fórmula 1!
Ora, sucede que a Estrada Nacional 10 não é propriamente o Circuito de Silverstone e que às 20H20 de um dia chuvoso o trânsito é mais que muito. E, Senhoras e Senhores, a Justiça Divina desceu à terra na curva de Coina. O acelera entrou na curva lançado prá aí em quinta e quando se apercebeu que o trânsito estava fechado a seguir levou a patinha ao travão e empurrou-o todinho até ao fundo. Parecia o “Lago dos Cisnes” em versão auto: dançou para a esquerda, depois para a direita, deu dois peões completos e acabou enfaixado no muro separador e com o carro feito em fanicos (mesmo bom para a sucata).
Devo dizer que alguns condutores (dos quais eu fui dos mais entusiastas) baterem palmas de incentivo ao jovem e assobiaram fora da janela em ovação, mas o melhor foi o camionista que ficou parado atrás dele a berrar-lhe repetidas vezes: “Boa, Fittipaldi do caralho!”.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Quando a Voz se une ao Talento

Convencida e ordinária, eu???

Reflexões de retrete

Não sei se já repararam, mas sempre que há alguma notícia importante - ou que querem fazer passar por importante - as televisões mandam para o local um repórter a que chamam de enviado especial.
E aqui começa o mistério.
Tamos a ver o telejornal e o José Rodrigues dos Santos ora nos atira com o «nosso enviado especial ao Iraque», ora nos presenteia com a «enviada especial ao Afeganistão».

Já há muitos anos que papamos com enviados especiais das televisões em tudo quanto é lado, mas nunca, nem uma única singela vez, nos mostraram um enviado a qualquer recôndito canto do Globo.
Acaso se trata de um jornalista residente - estilo Vasco Fino nos saudosos tempos da URSS - então estamos perante um correspondente.

Deixo então aqui a pergunta, a que sinceramente gostaria que alguém respondesse (ao cuidado dos Provedores da RTP e RDP): Qual a diferença, nos meandros jornalísticos, entre um enviado especial e um simples enviado?

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

É só rir

Nas vésperas da entrada em vigor da revisão do Código de Processo Penal, que determinará a libertação imediata de umas largas dezenas de presos preventivos, e na sequência das acusações formuladas por meia dúzia de advogados paneleiros do Bloco de Esquerda - com o habitual tempo de antena dado pelos media - de que aqui se usa e abusa da prisão, somos alvo do gozo dos jornais ingayleses - e até nos States.
Tudo porque um dia após os pais de Maddie terem sido constituídos arguidos, ao que tudo indica por suspeita da prática dos crimes de homicídio negligente e ocultação de cadáver, resolvem placidamente deixar o nosso país e regressar ao deles, tudo da forma mais legal e transparente possível.

Afinal, prendemos de mais ou não?...

Como diria o outro (agente daPJ?), só se perdem as que não acertam!

(e tá-se mesmo a ver, a Isabelinha a extraditar os seus súbditos)

Involução da Língua Portuguesa

Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar "afro-americanos" aos pretos, com vista a acabar com o racismo por via gramatical - isto tem sido um fartote!

Também por cá os "pretos" já nem de "negros" se podem rotular, devendo referir-se a africanos nativos ou destes descendentes como "de cor" - por oposição a esses anémicos "caucasianos", que não podem ser singelamente "brancos".
As criadas dos anos 70 passaram a "empregadas" e preparam-se agora para receber menção de "auxiliares de apoio doméstico". De igual modo, extinguiram-se nas escolas os "contínuos", passando todos a "auxiliares da acção educativa". Os vendedores de medicamentos, inchados de prosápia, tratam-se por "delegados de informação médica". E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em "técnicos de vendas". O aborto eufemizou-se em "interrupção voluntária da gravidez". Os gangues étnicos são "grupos de jovens"; os operários fizeram-se de repente "colaboradores"; e as fábricas, essas, vistas de dentro são "unidades produtivas" e vistas da estranja são "centros de decisão nacionais".
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à
"iliteracia" galopante.
Desapareceram outrossim dos comboios as classes 1ª e 2ª, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes "Conforto" e "Turística".
A Ágata cantava chorosa: «Sou mãe solteira...»; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia para «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um "comportamento disfuncional hiperactivo". Do mesmo modo, e para felicidade dos "encarregados de educação", os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, "crianças de desenvolvimento instável".
Ainda há cegos, infelizmente! Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado "invisual". (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o "politicamente correcto" marimba-se para as regras gramaticais...). Ah, e quem não vê bem não é "zarolho" nem "pitosga" e muito menos miope, mas um mais prosáico "amblíope".
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em "implementações", "posturas pró-activas", "políticas fracturantes" e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.
Já agora, as putas passaram a ser "senhoras de alterne".

ESTAMOS LIXADOS COM ESTE "NOVO PORTUGUÊS", não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress, já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma "POLITICAMENTE CORRECTA".

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Já é oficial - Estou de férias



Para balanço... balanço-me para este lado... uiiiiiii... agora balanço-me para o outro... aiiiiii que eu vou cair...
Hic Hic Hurra

Este blog vai fazer 2 anos no próximo dia 15

Eu não vou estar por cá.
Eis que, finalmente, ziliões de posts depois, chega a minha vez de ir em busca do descanso anual.
No entanto, antes de ir, vejo-me forçado a deixar aqui, tal como o fiz o ano passado, umas breves palavras para celebrar a ocasião, que faz sempre o ladrão (atenção Senhor Inspector, sentido!!!!).
Nem eu, nem o Senhor Inspector, fizemos parte do dia da criação.
Enquanto os três heróis iniciais trabalhavam na construção do blog, nós estaríamos a descansar, alheios ao projecto.
Mas, e digo-o com satisfação e alguma ponta de orgulho, foi um prazer ter sido convidado para um projecto que ainda mantém, pelo menos penso eu, a grande dose de loucura inicial e a irreverência que sempre nos caracterizou a todos.
Maior do que estas, apenas a amizade que sentimos uns pelos outros e que nos fizeram embarcar neste projecto a quatro cabeças (ía a escrever quatro patas, mas não quero ofender ninguém).
Fica, igualmente, o orgulho de ver crescer a criança, não podendo deixar de agradecer, em meu nome, os comentários que foram sendo feitos pela vizinhança e amigos.
E faço-o garantindo-vos que os mesmos foram para mim uma surpresa e um prazer e que nem sequer conseguem imaginar o que me diverti a lê-los e a tentar responder minimamente à altura (já sabem que sou um desbocado na escrita).
Vamos ver se isto é para continuar, tendo em atenção os afazeres da vida pessoal e profissional de cada um de nós.
Uma coisa é certa, e falo por mim: eu divirto-me a inventar estas maluquices diárias e, pelo menos a esse nível, devo confessar-vos aqui que este projecto já foi de grande utilidade pessoal, sobretudo em fases menos boas da minha vida ao longo deste tempo, em que literalmente me obriguei a vir aqui para, nem que fosse por breves instantes, escrever algo que me fizesse rir a mim, assim afastando momentaneamente outros pensamentos ou ajudando a combater estados de espírito que nos afectam a todos em determinados momentos.
E se eu me consigo divertir e rir a fazer isto, quem sabe se outros também não farão o mesmo?
Espero que sim, que tenha servido de diversão para todos, nalguns casos mais do que noutros, como é natural.
E se daqui por um ano vocês que nos visitam e comentam continuarem connosco o balanço será novamente positivo.
Se existirem mais, sempre mais, então será o delírio.
Faço votos de que este blog não fique votado ao ostracismo durante a minha ausência e que tudo corra dentro da normalidade, com o regresso dos restantes aldeões às origens.
Agora a bola passa a estar no vosso campo...
I'll talk to you later...
Hic Hic Hurra
Nota - Soprem as velas por mim, está bem? Abraços e beijinhos para todos!

Friday Hard à brava



Hic Hic Hurra

A fé move montanhas - Parte VII




Pensavam que eu estava na brincadeira ontem?
Olhem que não.
O Curso para Pastor existe e dá direito quer a um certificado quer a uma credencial.
Não sabemos é se o Big Boss Lá de Cima tem tempo para vir assiná-los, mas isso agora não interessa nada.
A propósito, pedimos imensa desculpa mas esta rúbrica veio com uma gralha, já que faltaram sempre, no final do seu título, as palavras "de parvos".
Pelo lapso, do qual fomos totalmente responsáveis, assumimos as nossas culpas e já estamos a colocar o cilício e a tirar o chicote para vergastarmos o Senhor Marquês, como penitência.
Hic Hic Hurra

Com o Outono a chegar, logo após o Verão de Setembro/Outubro



E porque durante os próximos tempos vou estar em retiro espiritual de origem vínica, deixo-vos aqui esta oportunidade verdadeiramente imperdível para fazerem face ao rigor do frio que há-de chegar.
Com efeito, temos este produto totalmente caseiro que lhe vai permitir manter-se quentinho/a no recanto do lar sem quaisquer problemas.
E, como bónus, oferecemos um par de peúgas à prova de fogo e uma caixa de fósforos para que possa acender o nosso Heat4U, que vamos comercializar a um preço imbatível de 500 €.
Em mais um produto com a habitual e já sobejamente conhecida qualidade da aldeia.
Como é o nosso slogan?
Eu começo: nós garantimos...
Não querem fazer o favor de terminar?
Hic Hic Hurra

A noção de trabalho em grupo



Com benefícios para cada uma das individualidades é o que resulta óbvio da fotografia de hoje.
É assim ou não é?
Hic Hic Hurra