sexta-feira, 15 de setembro de 2006

Aborrecida?...



Encontrei a Paula - sim, a tal amiga do Madail.

Como podem ver, à conta do Apito Dourado, a rapariga tem tido menos solicitações. Daí o enfado.

Os meus cumprimentos ao gerente da unidade hoteleira

Para mim, deveria ser promovido a paquete, depois de uma destas!
Hic Hic Hurra

No meu tempo não era assim...

Em primeiro lugar, não havia a disciplina de educação sexual.
Em segundo lugar, não havia visitas de estudo como estas.
Em último lugar, definitivamente não existiam aulas práticas!
Hic Hic a vida, às vezes, é injusta!

quinta-feira, 14 de setembro de 2006

Se a moda pega...

Notícia fresca, fresquinha, de um pasquim diário de grande tiragem:

Foi detido um indidíduo por ter morto a mulher.
O sujeito alegou ter-se tratado de um engano. Estava escuro, ouviu um barulho lá fora, saiu de caçadeira em riste e, como não reconhecesse o vulto que se aproximava, aqui vai chumbo.

A juiz que estava a interrogá-lo suspendeu a diligência e mandou a PJ fazer mais averiguações pois quer ter mais elementos para aplicar a medida de coacção ao rapaz.

Meus amigos, aqui está um caso a seguir com muita atenção. É que se a jurisprudência nos for favorável, qual divórcio qual quê!

- Ó querida, sei que já é muito tarde, mas faz-me um favor e vai por o lixo lá fora

é favor clicar

Portugal no seu melhor

O que vale é o que o cão está de guarda ao estabelecimento... por enquanto!
Hic Hic ai que sombrinha tão boa, tão convidativa à sesta!

Extra: Equipa italiana perde com o SCP e muda o nome para Inter de


Hic Hic cortas tu a talhada, ó Caneira?

Abram o champagne... daqui a alguns dias...

é que senão o Zé atira-se ao líquido e não sobra nada prá gente comemorar!

Agora mais a brincar, como o blog cumpre o seu primeiro anivérsário, importa dar os parabéns a... todos aqueles que, neste ano, apareceram aqui e conseguiram ler um post que fosse até ao fim... ou que, mais impressionante ainda, voltaram segunda vez ao blog.
Esses sim, são os verdadeiros heróis!

É que com tanta maradice que nós vomitamos para aqui, não consigo alcançar como existem essas tais milhares de visitas que o chefe a o seu adjunto vêm documentando... a não ser por um estado colectivo de diarreia mental.

Mas a bem dizer, nos intervalos da Floribella e dos Morangos, e ainda das escutas do processo Apito Dourado, pouco ou nada há de interessante para fazer nesta Aldeia, por isso nada melhor que uma visitinha aos nosso sítio.

O blog não é temático, como bem salientou Sua Senhoria, mas não é por falta de tentativas nossas - leia-se minha, da cadela e do Zé (com ou sem cadela) -, que esbarram inexoravelmente na intransigência jacobina do Chefe.
Mas, rapaziada, acreditem: tenho por certo que pornografar o Aldeia Lusitana quintuplicaria (no mínimo) o número de visitantes.

Tou aqui apenas há uns meses, a convite da canalha.
Mal sabia eu no que me vinha meter, mas mesmo arrependido (por vezes digo que vou deixar, mas levo logo com uma valente dentada da Argúcia!) já não saio, pois fiquei agarrado e enquanto não criarem clínicas de desbloguização e grupos de BA (bloguistas anónimos) terão que levar nas ventas com o chorrilho de caralhadas e afins que vou despejando.

Ao ler o post do Zé, o homem quando está de ressaca quase consegue levar o pessoal às lágrimas. Mas há algum fundamento de razão naquilo que escreve, quando fala da locura do gozo aos caídos.

No entanto, há que prespectivar o amanhã. Por isso, aqui vos deixo 12 propostas muito concretas para o futuro:

1.Apostar decisivamente em gajas nuas
2.Mais posts do Chefe
3.Publicar fotos de gajas podres de boas e totalmente nuas
4.Lançar um manifesto de apoio à candidatura de Gilberto Madail à presidência da FIFA
5.Postear pelo menos 20 miúdas descascadas por semana
6.Tornarmo-nos parceiros do site www.playboy.com
7.Apostar no nicho de mercado
8.Elaborar um dicionário de calão de cariz sexual
9.Fazer uma recolha de gajedo fino
10.Subscrição pública para atribuir o cartão Médis Senior a Rui Costa
11.Mega-jantar com todos os fans do Blog (€ 95 por pessoa - gajas nuas não pagam)
12.E, acima de tudo, colocar muita gaja despida

Por um lado já percebi porque é que se chama Middle

Por outro lado, eu, se fosse obrigado a andar por lá, arranjava um atestado para esses dias. Mandem-me o diploma para casa, e obrigadinho!
Hic Hic anda a evoluir o ensino. Se o Sócrates sabe...

Este blog cumpre com as disposições legais

E com este post dá por cumprida a exigência de ter uma parte destinada a cidadãos com necessidades especiais, nomeadamente os invisuais, para que percebam a nossa razão de viver, perdão, a temática usual.
Stevie Wonder já comentou e disse algo do género: "It's fucking good, man! I just dialed to the net to say I love you, but that shit went out of control and now, thanks to You guys, I'm dating a puertoriquenha chick and a slovenia teacher, all at the same time! Nice work!"
Hic Hic Hurra

Gostam do bolo de aniversário do blog?


Fui eu quem o encomendou.
Pensei assim: bem, a malta vai comemorar o primeiro ano de blog numa bruta festa de ânus com as minhas amigas malucas, a bebida vai circular e depois há que dar saída à coisa.
Por outro lado, o facto de ter mais do que uma vela deve-se à minha máquina fotográfica, que tem uma lente especial capaz de transmitir ao pormenor aquilo que eu estou a ver pela lente.
Hic Hic vai uma fatia?

quarta-feira, 13 de setembro de 2006

Abram as garrafas de champanhe

Pois muito bem.
Querem um texto mais sério sobre o assunto. Estou a conter-me como tudo, os meus pés martelam o chão parece quase aquele anúncio da Compal com o tipo do martelo pneumático, mas cá vai disto.
Falar sobre este projecto não é fácil, por uma razão muito simples.
Primeiro, porque não tive nada a ver com isto.
Depois, porque não sei sequer se algum dos artistas criadores tinha em mente um projecto para este blog.
Foi, contudo, com muito orgulho que senti o convite que me formularam (pobres coitados, já estão mortalmente arrependidos, mas agora já está, meus filhos, eu já blogo à toa), sabendo eu de antemão a qualidade literária dos chamados inventores da coisa (não levem para a malandrice que estou a tentar fazer um texto sério).
Sendo o quarto a chegar, a amizade que me unia a dois dos iniciais membros deste blog fez com que me identificasse com o mesmo, passando a dar-lhe, obviamente, o meu cunho pessoal.
A ideia que surgiu, e passou, era a de nos divertirmos com isto. E, se bem que no meu caso ainda não tenha passado um ano, meus amigos, quer queiram quer não, esse grande objectivo foi cumprido, pois todos nós, cada qual à sua maneira, cada qual com a sua visão própria da vida e dos vários temas, nos divertimos à brava, desmesuradamente, na feitura de qualquer post, mesmo daqueles em que nos víamos à rasca, por falta de inspiração.
E conseguimos manter uma regularidade a postar que, acho eu, em jeito de balanço, é de salientar.
Nós gostámos do resultado final. Como tudo na vida haverá quem goste, quem seja indiferente ou quem deteste. Mas, dando uma de Chefe, como o blog é gerido por nós, a nossa opinião vai prevalecer.
Não significa isto, contudo, que sejamos indiferentes a quem nos lê... e há por aí quem nos lê (já agora, os meus sentimentos aos pobres leitores), pois a malta é paranóica mas não anda constantemente a clicar e a visitar 300 vezes por dia o blog só para fazer número.
De facto, lamentamos que tenham existido poucos comentários aos posts, porque eles são uma forma de comunicação e também uma forma de termos algum feed-back dos que estão aí, anonimamente, agarrados a um computador, a olhar para um monitor e a ler as barbaridades que aqui escrevemos.
Sabem, em jeito de confissão, seria bom, também, saber as vossas opiniões sobre os assuntos e discuti-los saudavelmente de forma crítica (de preferência à volta de umas cervejolas bem fresquinhas, mas não se pode ter tudo).
Ainda assim, e só para terminar, fica a minha sincera homenagem a todos os meus companheiros: sei que não estão à espera que o diga mas vou dizê-lo o mais emocionadamente que sei, porquanto é de inteira justiça: é um prazer ser vosso amigo pessoal e, mais importante, tem sido um gozo dos diabos participar convosco, ao longo deste tempo, no aldeia lusitana.
Enquanto me quiserem por cá, aos caídos, contem comigo... embora fique já a advertência que a partir de sexta-feira e até meados de Outubro, o Zé Porvinho vai beber para outras paragens (as malas estão feitas, a caravana e o avião também já estão preparados - depois perceberão- e tão cedo não vão ter notícias minhas).
Mas ficam, sem dúvida, em muito boas mãos...
Que a loucura possa continuar, porque o que é uma vida sem uma pitada de loucura?
Hic Hic Parabéns Aldeia

Pergunta: Como se leva para a cama um dromedário fêmea?


Segredando-lhe ao ouvido, bem juntinho: E que tal uma Bossa Nova?
Hic Hic isto é que é música, meus amigos!
Nota: calma, amigos, ainda não são imagens do Alves com a prima do padre!

1.ª festa de ânus do blog - aditamento para os mais perspicazes


Ora bem, quem esteve minimamente atento ao post anterior e usou os deditos para fazer contas chegou à brilhante conclusão de que ali estavam quatro gajas.
Assim sendo, como os bloguistas são o Chefe, o Marquês, o Alves & C.ª, o Inspector Serôdio e este Vosso modesto criado que responde pelo nome de Zé Porvinho, certamente que se aperceberam que sobejava um bloguista.
Foi propositado... quem esteve com atenção ao texto anterior viu a referência, ainda que en passant, à assiduidade de presenças no blog para ter direito à festa de ânus com as malucas.
O que não tem sido, embora com pena nossa, o caso do Alves, pelo que para ele arranjei esta prima do padre da freguesia onde moram os meus tios-avós paternos, que se disponibilizou a fazer tudo, mas tudo mesmo, a troco de meras carícias, olhares ternurentos e algo mais por parte do nosso Alves.
Caso o nosso Alves, ainda assim, não compareça para mostrar de sua justiça perante esta donzela, Senhor Visconde, não se acanhe e olhe que a cavalo dado não se olha o... dente!
Hic Hic relinchem para aí!!!!!

1.ª festa de ânus do blog

Malta, acho que estamos de parabéns, de maneira que falei com umas amigas malucas que eu conheci na night e estão dispostas a mostrar ao vivo e a cores a todos os membros efectivos do blog, que aqui postam com assiduidade, o quanto nos apreciam os dotes, de escrita e não só!
O que me dizem?
Hic Hic alinham?

Um ano já lá vai

Já está.
Ao contrário do que diziam as más linguas, conseguimos sobreviver um ano.
Ainda me lembro como se fosse há cinco anos: eu e o Chefe, em amena cavaqueira, ambos munidos com tacos de basebol, a tentar chegar a uma conclusão quanto ao nome do blogue, após termos decidido pela sua criação.
Após pancada de meia-noite, optou-se por aquilo que se sabe e escreveu-se o texto inicial, após mais de duas horas a tentar descobrir como é que se criava um blogue, pese embora as instruções aparentemente fáceis do “blogger”.
O grafismo foi o mais fácil de escolher: foi o primeiro que apareceu, que não se sabia o que poderia acontecer com a introdução de algum dos demais.
Comunicou-se então ao Alves que a porta estava aberta e começou-se.
Timidamente, sem grandes alaridos e sem publicidade. Quero dizer, até eu descobrir que entretanto o Chefe andava a publicitar-nos com comentários seus no “Portugal Diário”.
Devido aos nossos afazeres profissionais, apercebemo-nos então de que precisávamos de um quarto elemento. Ou se é um blogue com entradas, ou mais vale arranjar um diário com linhas e escreve-se em casa com canetas “bic” o que nos está a remoer.
Surgiu então o Zé Porvinho, que trouxe novo impulso ao blogue e que, honra lhe seja feita, aguentou estoicamente e solitário o blogue nas férias dos demais aldeões.
Desde então, muita coisa mudou.
O Chefe arranjou trabalho, casa e carro, o que sucedeu depois dos socialistas se terem apercebido do preço a pagar para calar mais uma voz crítica.
O Alves teve uma crise existencial, onde continua a pejorar sem se vislumbrar o fim da coisa. De tal maneira que já estou a pensar em ir ao estabelecimento do sujeito coagi-lo a escrever, com uma 6,35 encostada à cabeça.
O Zé começou a beber mais vinho para se inspirar.
Só eu, olhando para trás, vejo que continuo na mesma, tirando os 12 meses acrescidos que as minhas células carregam.
Com a ausência do Alves, vimo-nos obrigados a convidar um quinto elemento à liça, que trouxe nova alma e energia ao blogue com a sua entrada e a da sua cadela: o Inspector Serôdio.
E cá estamos. Prontos para mais um ano.
E claramente surpreendidos com o monte de toques que temos. Para um blogue clandestino e que se pretendia clandestino, ter cerca de 1000 toques mensais é obra.
Ainda por cima, sem ser temático.
Todavia, e como desde o início, o nosso próprio divertimento continua a ser o objectivo final. E até agora conseguido. O resto que se dane.
Hic Hic Hurra!

terça-feira, 12 de setembro de 2006

O Tico, o Teco e a Sónia


Devo confessar que desde que vi as fotos da Sónia Araújo numa praia qualquer deste País plantado à beira-mar, as minhas duas células cerebrais pararam completamente. De tal forma que até pensei, a certa altura, ter ouvido o Primeiro dizer que não iria haver orçamento rectificativo este ano. Estou mesmo afectado. Será que fotografias das Soraia Chaves em biquini eram capazes de retirar esta letargia que se abateu sobre as minhas duas células e que me impedem de escrever posts?
(Devo lembrar aos ilustres aldeões que amanhã completamos 1 ano de vida. Por isso, meus caros, toca a escrever textos comemorativos).

Tanto alarido, tanta bronquite asmática, e...

Para mim, só existiria verdadeiramente um Caso Mateus se eu tivesse uma destas geladinha à mão e não encontrasse um saca-rolhas.
Isso sim, era um galo do caraças e seria um caso nacional, capaz de deixar alguém com um olho à belenenses.
Hic Hic ainda acabava tudo em tribunal, desportivo ou comum logo se...beberia!

Tão amigos - e beijoqueiros - que eles eram

A aldeia porfiou, porfiou e


encontrou o cliente n.º 1 da TV Cabo, aquele que assim que colocaram à venda a primeira parabólica estava na fila da frente e a levou logo a correr para casa!
Hic Hic será que apanha o Alf directamente de Melmac?

Se fosse no tempo em que os animais falavam

" - Ó puto, desanda... então não vês que já estou ocupado aqui a comer a...! Ai o camandro, que empata que me saíste... olha lá, em vez de cenouras não tens para aí um cigarrinho para quando isto terminar?"
Hic Hic Hurra

Pois que infelizmente a morte toca a todos

Até mesmo a quem professou a mais velha profissão do mundo!
Hic Hic Hurra!

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

Pensamento da semana

Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental.
Fica de olho em três dos teus amigos: se eles parecerem normais, o doido és tu.

Quanto aos 4 do blog... uf, tou safo!

Hoje, numa qualquer aldeia do Portugal profundo...

D. Rosalinda acordou bem cedo - aquele era o primeiro dia de aulas da sua pequena Jessica e queria que tudo estivesse pronto a tempo e horas.

Ainda a Estrela da Manhã se escondia atrás das serranias, já D. Rosalina preparava o substancial almoço para sua menina, não olvidando a bucha da manhã e a merenda da tarde, tudo com inexcedível desvelo maternal.

Depois, ainda com seu marido, Sr. Amândio, dormindo, dispôs a roupa de sua pequena numa cadeira, mirou-a de ponta a ponta e achou por bem dar mais uma passagem pelo ferro e alguma graxazita nos imaculados sapatinhos pretos de Domingo - que não houvesse nada a apontar à sua petiz!

Já íam sendo horas: - Oh Amândio, tocácordar que tens de ir levar a menina à escola!!

O Pai, resmugando qualquer coisa inperceptível, lá se levantou, dirigindo-se de imediato para a casa de banho

- E vê lá se te pões apresentável, homem! - achou por bem relembrar D. Rosalinda.

Preparou o pequeno almoço da família, ao mesmo tempo que conferia dentro da pasta nova da catraia se não faltaria nada - livros, cadernos, lápis, borracha, afia, estojo...

Já com o leite a fumegar em cima da mesa, foi acordar a pequena Jessica, não sem que antes parasse, à porta, contemplando o justo sono daquele anjo: era o que de mais valioso tinha na vida, não havia noite em que, ao deitar, não agradessesse a Deus e à Virgem a graça de ter concebido tão linda flor, que de dia para dia crescia em beleza, saúde e inteligência; era o seu orgulho, constantemente alimentado pelos generosos encómios de toda a envelhecida população da aldeia, para quem a loira e traquinas Jessica era um sinal de esperança contra uma morte há muito anunciada.

- Vamos, amorzinho, são horas de levantar; então, Jéssi, já te esqueces-te que hoje é o teu primeiro dia de aulas? - disse meigamente , mas em tom decidido, a mãe equanto lhe afagava a espessa e abundante seara de trigo que, desgrenhada, se espalhava pela alvura da almofada.

Estremunhada e a custo - não estava acostumada àquelas alvoradas - a nossa Jessica lá se ergueu do leito, lavou a cara numa bacia que a mãe colocara em cima da cómoda, fez o matinal xixi, vestiu as delicadas roupinhas que D. Rosalinda lhe ía passando com crescente ternura maternal, sentou-se à mesa da cozinha onde já se encontrava seu pai, a quem antes beijou e deu os bons dias, e tomou o seu leite quentinho com pão, enquanto sua mãe lhe escovava a farta e doirada cabeleira.

- Vamos, Amândio, toca andar que não quero que chegais atrasados logo no primeiro dia! - enxotou D. Rosalinda, mais ansiosa em vê-los na rua antes que desaguasse em comovido pranto do que por um possível atraso.

- Mulher, caramba, daqui à escola são 20 minutos de carro e ainda falta mais de meia hora para as aulas começarem...

- Nunca fiando, vá-se lá saber o que pode acontecer... à cautela, à cautela, é melhor irdes com tempo.

Abraçou-se à pequena Jessica, a quem beijou sofregamente, alisou novamente as pregas do vestido, mais uma jeito na fita do cabelo, um dedo molhado para tirar os bigodes de leite e novo desfolhar do rol de conselhos e recomendações, tantas vezes escutado pela pequena nos últimos dias.

Pai e filha lá se fizeram à estrada, não sem que antes D. Graciete, vizinha e madrinha de baptismo de Jessica, a cobrisse com amorosos beijos e lhe ofertasse uma pulseirinha de prata, com uma medalhita da Virgem das Dores, sua devoção.
- Pra te proteger e dar sorte, minha filha, e que Nosso Senhor te acompanhe!

A viagem correu sem precalços. Àquela hora o sol ainda ía baixo e a sucessão de sombras nas curvas da estrada que serpenteava os montes, tantas vezes calcorreados a pé em solitárias brincadeiras de menina, ganhavam uma aura de mistério, que tornava ainda mais empolgante a aventura daquele dia tão especial. O orvalho matinal ainda cobria a densa vegetação que marginava o caminho. A bruma matinal tinha-se dissipado logo com os primeiros raios solares, abrilhantando o dia mais importante da ainda curta existência de Jessica.

O pai, esse, seguia calado. Era o seu jeito. Tinha um amor imenso pela sua pequena, daria a vida e o mais que fosse preciso para proteger a pequena, mas guardava para si os sentimentos. Não sabia o que dizer. De vez em quando uma palmadinha na perna da menina, era tudo.

Em chegando à escola, edifício construído há muito a bem da nação, onde fizera a 4.ª classe com muito esforço e no meio de incontáveis tropelias com os seus muitos colegas - naqueles tempos os alunos eram um autêntico enxame -, deparou-se com um letreiro pregado no portão de ferro forjado, encerrado a cadeado:

Na sequência da política governativa de melhoria das condições de ensino, e visto este estabelecimento ter menos de 20 alunos, a escola encontra-se encerrada no presente ano lectivo.
Queiram-se informar nos competentes serviços qual o estabelecimento de ensino onde se encontram colocados os alunos.

Sr. Amândio leu e releu o aviso, não compreendendo porque lhe fechavam a escola - nunca levara a sério os rumores sobre o encerramento da escola e, quando procurou confirmá-los, apenas respostas evasivas, vagas, estilo aguarde que logo se vê.
Jessica, impaciente, perguntava ao pai o que se passava, porque estava a escola fechada, onde estavam os outros meninos, a sua nova professora...
Dirigiram-se ao café da aldeia, onde questionaram o Sr. Casimiro spobre o sucedido.
- Atão ainda não sabe? Tivram praí uns tipos, ontem à noite, parece que eram do Ministério ou lá o que era, com a GNR, botaram o cadeado no portão e aquele papel. O melhor é irdes escola da vila, lá saberão dizer qualquer coisa, pela certa.
Com esperança renovada e desconfiança quanto baste, lá se fizeram os dois à estrada. Eram mais 30 quilómetros, mas enfim, a distância não era nada comparada com o futuro da rapariga que ali se jogava.
Na sede de concelho, a escola ficava bem no centro da vila, de fronte da igreja. Àquela hora o movimento era grande, se bem que junto à escola já não se visse ninguém. Com o precalço, já passava bem uma hora do início das aulas.
À entrada, de bata beje, imponente, qual furriel de sentinela ao aquartelamento, D. Natércia interpela os dois recém chegados: - Bom dia, vindes atrasados! Atão, como se chama a nossa menina.
- Jessica Sofia Andrade da Silva - antecipou-se a pequena, com inefável orgulho - venho para o 1.º ano!
- Jessica Sofia, Jessica Sofia... - ía repetindo D. Natércia enquanto percorria a extensa lista de nóveis alunos - lamento, mas tu não estás aqui. Tendes a certeza de que a escola é esta?
Então, autoritário, o Sr. Amândio tomou a palavra e relatou todo o acontecido nessa manhã.
- Pois é, lamento muito, mas não posso fazer nada. Temos intruções para só admitir os alunos que estão na lista. Se calhar a Jessica está na escola da cidade, ou na dos Foros, não sei.
- Mas alguém tem que saber, a minha filha tem que ter uma escola!
A pequena é que não queria acreditar naquilo que houvia. As lágrimas irromperam de seus amendoados olhos, escorriam caudalosamente pela alvura de sua faces.
- O melhor, se calhar, é o senhor informar-se junto da Direcção Regional, ou ir mesmo pessoalmente à sede do Distrito, aqui é que, compreenda bem, não podemos ter a sua filha.

Não, não compreendia.
Sr. Amândio perdeu a cabeça. Mandou a inconsolável Jessica esperar no carro. Não podia regressar a casa com a pequena; Rosalinda não ía compreender; o povo não iria compreender. Ele mesmo não compreendia. Como podiam eles fazer aquilo à sua menina, ao seu tesouro.

Estes e outros pensamentos angustiantes atropelavam-se na sua cabeça, tolhendo o habitual espírito sereno e comedido de Sr. Amândio.
Resoluto, afastou para o lado com forte empurrão o sargento da portaria e, decidido, encaminhou-se para o interior da escola.

Não sabia o que faria. Apenas uma certeza: tinha que apagar da sua mente aquela imagem, qual repetida facada no coração, da sua Jessica banhada em silenciosas lágrimas, ensopando o lindo vestidinho branco debruado a flores cor de rosa!

Serviço Nacional de Saúde

Nobel da Arquitectura da Aldeia



Andamos desconfiados que, meio estremunhado, o arquitecto que projectou este monumento indiano, em Kajuharo, em vez de levar os planos e os mapas da obra levou, por engano, o Kama Sutra que estava ao lado.
Mas lá que ficou uma obra-prima da construção, quem sou eu para o negar!
Hic Hic tudo ao molho e... acendam a luz, caraças!

Classificados da aldeia - Vende-se moto d'água


O meu amigo Júlio pediu-me e eu não resisti em fazer-lhe a vontade.
Garanto-vos que é pura diversão e só pega quando lhe apetece.
Mas é uma "ganda" máquina!
Hic Hic boa para as férias!

Para que o mundo não esqueça esta data

De um vil atentado terrorista que causou a morte de milhares de inocentes, a aldeia decidiu ir aos arquivos buscar uma foto que ilustrasse, de maneira positiva, tudo que o que aquele dia fatídico e que deve ser relembrado como dos mais negros da história da humanidade, trazia associado.
Assim, temos nesta foto, em conjunto, duas belas torres, que são simultaneamente gémeas (se não uterinas, pelo menos de signo, que eu já me informei) e constituem dois belos "aviões" que me fazem ter pensamentos terroristas positivos, do género: paz e amor, com muita incidência no amor (tenho de ir tirar o breve em brevet, ou vice-versa, para poder conduzir isto).
Hic Hic Hurra

sexta-feira, 8 de setembro de 2006

Foto de praia de 6.ª feira - A Sónia Araújo numa praia qualquer


(Como diz o Zé, desde que seja a Sónia Araújo, quem quer saber do nome da praia?)

Gil Vicente: Época 2007/2008

A esta foto decidi chamar Guerra e Paz


O branco de preto personifica a Guerra, por motivos óbvios.
Já o preto de branco, cor mais do que apropriada à ocasião, personifica a maior paz de espírito que já vi numa situação destas.
Hic Hic que eu já tinha dado era corda aos sapatos!

O que é que eu faço com eles? Bom, é de pequenino que...


A minha cunhada, na pressa de ir passar uma segunda lua-de-mel à Madeira, numa viagem que ganhou num programa de rádio, chegou a minha casa e literalmente deixou-me com as crianças nos braços.
Foi chegar, largar as bombas e partir.
Como eles não trazem manuais de instruções, tratei-os à minha maneira.
E não é que os safados dos meus sobrinhos adoraram e agora sempre que lá vou a casa não me largam o pé!!!!!
Hic Hic porque será?

quinta-feira, 7 de setembro de 2006

Pessoal, tou pensando em ir preso...

Segundo noticia o Correio da Manhã, "Preservativos e lubrificantes sexuais à discrição, lixívia e ‘kits’ de agulhas para a realização de tatuagens e ‘piercings’ são algumas das recomendações do Plano Nacional de Combate à Propagação de Doenças Infecto-Contagiosas nas Prisões, aprovado na generalidade pelos Ministérios da Justiça, Saúde e Assuntos Parlamentares e ontem divulgado no Hospital-Prisão de Caxias".
Após a entrada em vigor da coisa, levem-me para Tires, please!

Os acoimados (Poderia suceder numa praia perto de si)

Fútil. A vida era tão fútil. Ela deixara-o. A mais bela mulher que conhecera. A única por quem ansiava ver todas as horas, todos os minutos. E deixara-o porque descobrira, graças à cabra da amiga dela, que era lésbica. Que apenas o poderia ter como amigo. Que não o deixaria beijar novamente os seus lábios. Ou quaisquer outras partes do corpo dela. Isto depois de três meses de namoro intenso e em que o sexo, ai minha nossa, o sexo, por vezes, tinha sido... tinha-o colocado em outra dimensão espiritual. Mais nada valia a pena. A sua irmã dissera-lhe que não valia a pena aquele vazio depressivo em que ele mergulhara, dado que “a gaja não valia nada”, mas o facto é que, surpreendemente, descobrira alguns dias depois que a sua irmã mantivera relações sexuais com a sua ex-namorada enquanto ele ainda andava com ela. A vida era uma porcaria. Até as provas de física e de química, que havia repetido graças à generosidade da Ministra de Educação, haviam corrido pior na segunda vez. Nada o cativava, nada o motivava. Mais valia...
Decidiu que estava na hora de pôr um final a tudo. Ninguém sentiria a falta dele mesmo. Começou a pensar se ela se vestiria de luto quando soubesse. Se ficaria com um peso na consciência. Ao menos isso. Ele teria morrido por causa dela.
Levantou-se e encaminhou-se para a água selvagem do oceano. As vagas rondavam, pelo menos os seis metros de altura, razão da bandeira vermelha que, orgulhosamente, se encontrava hasteada na praia.
Os pés sentiram o toque gelado da água. Será que iria demorar muito a sentir o doce e suave toque da morte? Retomou o andamento em direcção às ondas e, quando, a água já se encontrava a meio caminho entre os tornozelos e os joelhos, ouviu um apito intenso, a cerca de cinco passos nas suas costas.
- Parado já aí, meu jovem – exclamou um sujeito de cerca de uns trinta anos, vestido com o equipamento do concessionário da praia, com o que parecia ser um bloco de notas na mão esquerda e uma caneta na mão direita – onde pensa que vai?
- Deixe-me em paz. O que é que o senhor tem a ver com isso?
- O que é que...? Oiça lá, jovem, não viu a bandeira vermelha? Não sabe que é proibido tomar banho com a bandeira vermelha?
- Tou-me pouco fodendo para isso! E, além do mais, eu não vou tomar banho, vou-me matar.
- Isso é coisa que não me interessa. É proibido entrar na água para tomar banho, mesmo que seja para se matar. Se continuar, sou obrigado a autuá-lo.
- Raisparta, homem, se quiser autue, se não quiser não autue, mas deixe-me em paz!
- Ok, tá autuado! Dados pessoais, faxavor.
Com pouca vontade e condescendência, deu-lhe os dados pessoais exigidos.
- Agora já posso ir?
- Já não lhe disse que é proibido tomar banho com a bandeira vermelha?
- Pois, mas e se eu tomar banho? Autua-me outra vez? Já me autuou, recorda-se? E o banho ainda é o mesmo uma vez que ainda não saí da água.
O sujeito coçou a cabeça. Aquela nunca lhe tinha sucedido. Por fim, disse:
- Está bem, faça o que quiser, eu já fiz o que tinha a fazer. Tome lá o duplicado do auto. Tem 20 dias para pagar a coima ou contestar a infracção. Boa praia. – e virou costas ao banhista.
E ali ficou o jovem, com o auto de contra-ordenação nas mãos, a pensar se valeria a pena morrer já na imensidão das vagas oceânicas ou se, pelo contrário, primeiro deveria ir ter com a sua ex-namorada e enfiar-lhe o auto pelas goelas abaixo, uma vez que tinha sido por causa dela o ter largado que tinha sido autuado e que não poderia matar-se naquela altura uma vez que ainda tinha uma multa para pagar antes de morrer...”

Sequem as fontes

O Banco de Esperma do Estado de Vitória (Austrália) pediu aos deputados para doarem o seu sémen por forma a repor os níveis das suas reservas.

O Blog, preocupado com a saúde mental das gerações vindouras desta nossa Aldeia, faz o seguinte apelo:

Senhores deputados da AR, a bem da nação, façam uma VASECTOMIA!

Mais propomos que os custos sejam a suportar pelo SNS.
(eu comparticipo)

Sem comentários

Vocês não acham que quem diz a verdade


Por vezes merece mesmo ir ao castigo?
Hic Hic é apenas uma dúvida existencial minha!

É com muito orgulho que a aldeia apresenta


Uma fotografia que demonstra um ser nitidamente superior ao colo de um outro nitidamente inferior, intelectualmente falando!
Hic Hic falei bem ou não?

Isto sim, é uma promoção


Deve ser por terem fechado as maternidades.
Não sabiam o que fazer aos miúdos que sobraram!
Hic Hic Hurra!

Mais um «caldinho» do Costa

Pois é, o rapaz regressou em grande forma das férias.

Boa parte do presos lusos cumprem pena ou estão detidos por crimes relacionados com a toxicodependência e o tráfico de estupefacientes;
Ainda vai sendo crime traficar dorga, entendendo-se por tal cultivar, transformar, produzir, vender, ceder, trocar todo um conjunto de substâncias elencadas em extensas listas;
Também julgo ser ainda proibido consumir tais produtos dentro das cadeias;
É ainda suposto as prisões ressocializarem os reclusos, não é?

Atão, meus amigos, vamos instituir um plano de troca de seringas: vocês não podem drogar-se, porque o ministro não quer e o director não deixa, mas tomem lá umas seringazitas para uns chutitos marotos, que um ou dois caldos por dia também não fazem mal a ninguém. Ah, e não se preocupem que ninguém vos vais perguntar onde arranjaram o pó. E também querem umas salitas para estarem mais confortáveis, com poltronas reclináveis e SportTV? É já a seguir!

George W. Bush é que não dorme e na sua administração fala-se já em contratar Alberto Costa. É que só mesmo esta ave rara para tentar convencer o mundo e territórios contíguos de que, sendo os EUA parte outorgante da Convenção de Genebra sobre tratamento de presos, e proibindo aquele texto qualquer forma de tortura sobre prisioneiros, pode o país inflingir espancamentos, humilhações sexuais, nudez forçada, "tortura" do sono aos detidos de Guantânamo e qualificar tais práticas como «tratamentos alternativos».

Tou mesmo a ver a explicação: tortura é um conceito vago e indeterminado, que carece de ser objectivado no caso concreto, não se podendo considerar um espancamento por si só como tortura.

Vai uma passa?...

quarta-feira, 6 de setembro de 2006

Qual é o protocolo na Madeira mesmo?...

Poderia suceder num Posto da G.N.R. perto de si

(Baseado numa história verídica ocorrída em Aachen, Alemanha, no inicio do mês de Agosto)
-
Era mais uma noite tranquila na área de intervenção do Posto da G.N.R. de Pias. O soldado Silva, que se encontrava de atendimento e às comunicações, encontrava-se sozinho no Posto, trancado por forma a não ser surpreendido por delinquentes mais inconsequentes, enquanto dois dos seus colegas circulavam no carro patrulha pela localidade.
O calor da noite, aliado à nula concretização de chamadas para o Posto na última hora, levara o soldado Silva ao que na gíria se designa por “passar pelas brasas”.
Subitamente, o telefone do Posto tocou, num trinado irritante que acordaria qualquer pessoa que se encontrasse nas suas imediações. Incluindo o soldado Silva, o que sucedeu. Estremunhado, e vociferando baixinho alguns impropérios, o militar atendeu o telefone.
- Posto da GNR de Pias, boa noite.
Do outro lado respondeu uma voz feminina, algo exaltada.
- Boa noite, senhor guarda. Desculpem estar a incomodar, mas é que eu precisava mesmo que vocês viessem aqui.
- Então o que é que se passa? – perguntou o soldado Silva, antevendo mais um casos daqueles casos de violência doméstica, em que o marido, depois de mais uma vez ter perdido à bisca dos nove na taberna da terra, chega a casa e começa a dar murros na pessoa mais feia que está por perto, na maior parte das vezes a própria mulher.
- Sabe, é que o meu Manel não quer ter... sabe... fazer amor comigo.
- Desculpe?
- Desculpas? Não me deu desculpas nenhumas! Disse apenas que não ia para a cama comigo nem que lhe encostassem uma caçadeira à cabeça!
- Aaaaa... Sabe, minha senhora, nós não temos nada a ver com essas coisas. Nessa área, o seu marido faz o que quiser e quando quiser. Nós não podemos obrigá-lo a nada.
- Vocês tão mas é feitos com ele! Ele casou-se comigo e tem deveres conjugais. Foi o que o senhor Prior disse. Se quando ele quis, eu fui obrigada a fazer, agora que eu quero, ele tem de se aguentar! Isto não há dois pesos e duas medidas. Tamos no principio da igualdade ou não tamos?
- Minha senhora, nós só podemos intervir quando existam factos que possam consubstanciar a prática de um crime. Se o seu marido lhe batesse, por exemplo. Está a ver? Se houvesse violência doméstica, maus tratos físicos ou psíquicos. Está a ver?
- Ó senhor guarda, se isto não são maus tratos “psícos”, então o que é? Há um vulcão dentro de mim que este porco não quer satisfazer! O facto de este bêbado idiota não querer cumprir com os seus deveres conjugais é crime, sim senhora, crime de maus tratos “psícos”. E se não me manda cá a patrulha, vou à TVI e ao senhor Prior.
- Minha senhora, faça o que quiser. A patrulha da guarda está ocupada com a vigilância policial a uns perigosos assaltantes e não vou mandá-la aí só porque o seu marido não quer ter relações intimas com a senhora. Boa noite, minha senhora – disse o soldado Silva, desligando o telefone.
Era só que lhes faltava agora, ir a casa dos maridos refractários obrigá-los a cumprir o seu dever conjugal. Ela que arranjasse um amante!
O soldado Silva reencostou-se na cadeira e tornou a fechar os olhos, aguardando a chamada seguinte”.

O poder da imagem


A aldeia descobriu que a foto em anexo mostra um adesivo de informação colado no vidro do metro de Tókio, no qual se faz saber que o banco é reservado para:
1 - "pessoas de braço partido";
2 - "com crianças no colo";
3 - "grávidas"; e
4 - "com perna partida"!
Hic Hic era mesmo isso que eu percebia, era!

O que eles não entendem (ou porque eles não se entendem)

A ONU resolveu fazer uma grande pesquisa mundial.
A pergunta era: "Por favor, diga honestamente, qual a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo."
O resultado foi desastroso:
Os europeus do Norte não entenderam o que é "escassez".
Os africanos não sabiam o que era "alimentos".
Os espanhóis não sabiam o significado de "por favor".
Os norte-americanos perguntaram o significado de "o resto do mundo".
Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre "opinião"
O parlamento português, esse, ainda está a debater o que significa "diga honestamente".
Hic Hic Hurra

viva a MASTURBAÇÃO

Não, meus amigos, ainda não é a deriva completa para a pornografia (pode descansar o Chefe).
É assunto sério (não vale rir).

Segundo um estudo publicado pela conceituada e respeitável revista londrina The New Scientist (no qual participei), masturbar-se regularmente ajuda a prevenir o cancro da próstata.
(Zé, já disse que não é para rir!!)

Temos então a comprovaçãpo daquilo que muitos de nós já suspeitávamos: a bela punhetada não só sabe bem como é benéfica para a saúde, pois evita a cumulação excessiva deesperma nos canais da próstata onde o seu enevelhecimentopode provocar a libertação de substâncias carcinogénias.

Assim, viris lusos, toca a esgalhar o pessegueiro e, à cautela, arranjem o número da revista, porque se forem apanhados pela patroa é só sacar do artigo e «mas querida, é por ti que o faço - a última coisa que quero é ver a minha flor viúva! E já agora, não queres dar uma ajudinha, que já tenho o braço dormente...».

Ó Chefe, dê lá aí um copito d´'água fachavor... ahhhh... obrigado!

Acabei de saber que já há um comerciante em Portugal que leva a modesta quantia de 20 cêntimos por cada copo de água que os seus clientes pedem no seu estabelecimento.
Isto transporta-me lá muito para trás na máquina do tempo, nos tempos em que eu era catraio (sim, já fui um catraio... por sinal, muito jeitoso, havia até quem, quando me viam com uma caixa de Nestum na mão, dissesse que eu era parecido com o Figo... obviamente que a caixa era de Nestum de Figo), e fazia aquelas grandes futeboladas à baliza (onde nem via passar a bola, eu estava era sempre caído agarrado à marmita cheia de sopas de cavalo cansado que a minha mãe me mandava para o almoço) e depois lá ía, no final, até ao café mais próximo, com o pessoal da equipa e mesmo com os adversários, eles sedentos, vê-los pedir encarecidamente o belo do copo de água com que matavam a sede depois de tanta sarrafada no maltratado esférico (e não estou a falar da SuperLiga).
Pois bem, pelo rumo que isto está a tomar, creio que os nossos filhos não vão poder usufruir destas benesses e, uma vez mais, lamento que as coisas tomem estas proporções.
Dizem que, feitas as contas, se o tipo desse 4.000 copos por ano tinha de pagar 800 € de água. Respondo eu, e se tirar 4.000 bicas por ano, quantos euricos de lucro, só aí, ele não iria ter?
Esta é para reflectir, que é coisa para a qual, como toda a gente sabe, eu não sou talhado.
E por aqui me fico.
Hic Hic indignado... já fiquei assim quando acabaram com o vinho à borla no tempo dos meus trisavôs!

A aldeia decidiu atribuir o primeiro prémio de segurança no trabalho

A esta empresa desconhecida, da qual lamentavelmente temos apenas esta fotografia.
Dão-se alvissáras a quem nos indicar a identidade, porque o primeiro prémio é restaurar a Torre Eiffel (com todo o reconhecimento público e referências honrosas que tal empreendimento merece), ao que se segue tentar implementar umas janelas metálicas contendo iluminação artificial nas Cataratas do Niágara, por forma a que aquele cursozito de água possa cair em cascatas com efeitos luminosos.
Hic Hic são mesmo os indicados para esses fins!

É um facto histórico, meus amigos...


... assim foi inventado aquele desporto, pelo qual muitos perdem a cabeça, que hoje responde pelo nome de bowling!
Hic Hic será que vai fazer um strike?

terça-feira, 5 de setembro de 2006

Caso Mateus -- A SOLUÇÃO

Pois é, meus amigos, após semanas a meditar no assunto, o blog está em condições de avançar com a solução mais justa, salomónica, correcta, harmoniosa e pacífica para o caso que tanta tinta tem feito correr.

Senhor Major, Senhor Presidente, Senhor Director-Executivo, Senhor Presidente-eleito-mas-ainda-não-empossado, Senhor Secretário de Estado, Mr. Presidente,

DESPROMOVAM O GIL VICENTE!

Tão simples quanto isto: despromovam o Gil Vicente.

E que sobe?, perguntam vós.
Pois, ninguém.

Esta é, a nosso ver, a conclusão mais simples e que agrada a todos (bem, a todos, todos não - há que contar com o Pinto da Costa):
- a 1.ª Liga fica com menos um clube, o que a torna mais competitiva (cá para nós meia dúzia já chegav);

- como ficava um número impar de clubes, tal permitiria uma folga semanal rotativa, que bastante jeito daria aos participantes nas competições europeias;
- o Gil Vicente retirava a providência cautelar, que aquilo é só dor de corno por o Belenenses ficar e eles não;
- o Leixões calava-se (é que os gajos, que são quem tem mais razão no meio disto tudo, já se percebeu, vão ficar sempre a arder);
- a FIFA largava-nos os calcanhares e a UEFA já nos deixava ficar na Champions;

- amanhã já podíamos perder com a Finlândia;
- o Gilberto Madail podia voltar aos seus protestos diários;
- e, finalmente, todos podíamo-nos concentrar de novo no que é realmente importante - dar porrada nos árbitros depois de cada jornada.

Á superior consideração de Vexas.,

A bem da Aldeia.

Apologia da fuga aos impostos – The real thing

O Chefe prometeu, prometeu, mas não cumpriu.
Como sempre, têm de ser os subordinados a dar o mote e a chamar os bois pelo nome.
Ora bem, cá vamos.
Existem três meios para um português não pagar quaisquer impostos em Portugal.
O primeiro meio é o que tem sido seguido pela maior parte das pessoas inteligentes deste país: ir viver para o estrangeiro. Estão nesta situação, entre outros, o nosso Nobel da Literatura, a nossa mais reputada pianista (Maria João Pires e o Brasil) e o nosso actor mais conhecido em Hollywood (Joaquim de Almeida e os States).
O segundo meio de fuga total aos impostos portugueses é o que tem merecido maior acolhimento da parte dos nossos conterrâneos: a chulice. Viver à custa dos pais, dos filhos, do marido/companheiro ou da mulher/companheira ainda é o principal e mais utilizado meio de fuga aos impostos. Cada niquel ganho ou gasto nunca é nosso. Logo, também nunca somos nós que pagamos os impostos.
O terceiro meio de fuga total aos impostos em Portugal é um sujeito morrer imediatamente após o parto (ou a mãe ou a segurança social é que têm de pagar o IVA do internamento materno e do parto).
Espero, assim, ter despertado a consciência do Chefe para as verdadeiras exigências desta temática.

Pensavam que era só em Portugal?

“A confusão encontra-se instalada no sistema planetário universal desde a decisão tomada pela C.H.U.P.A. (Central House of United Planets Associated) de despromover administrativamente o planeta Plutão ao escalão de asteróide.
Relembremos que a decisão da C.H.U.P.A. teve por base a comparação do diâmetro de Plutão por comparação com o dos outros planetas do nosso sistema solar e o de asteróides entretanto descobertos, que levaram à conclusão que Plutão não possuía tamanho suficiente para ser planeta.
Até aqui tudo bem, não fosse o caso do vereador da Câmara Municipal de Lisboa, José Sá Fernandes, universalmente conhecido pela notável defesa que faz de interesses difusos, ter entretanto interposto uma acção no Tribunal Administrativo de Lisboa com a finalidade de evitar a despromoção de Plutão à categoria de simples asteróide.
Dado que a simples interposição da acção em Tribunal suspende a eficácia da decisão da C.H.U.P.A., Plutão manterá a categoria de Planeta até existir uma decisão judicial transitada em julgado sobre o assunto.
Tendo conhecimento da interposição de tal acção, a F.U.S.S.A. (Federação Universal de Sistemas Solares Associados) já comunicou aos responsáveis pela manutenção do nosso sistema solar que as decisões proferidas em sede extra-planetária não são passíveis de recurso para os tribunais terrestres comuns e que a utilização de tal meio, por universalmente indevido, pode motivar, como última sanção, o envio do nosso sistema solar para um buraco negro, por uns largos milhões de anos.
Sabe-se que, entretanto, algumas individualidades terrestres encontram-se a tentar convencer José Sá Fernandes a desistir da acção por si interposta, alertando-o para as consequências práticas do seu acto para a felicidade do nosso sistema solar.
Tentámos contactar alguns habitantes de Plutão para recolher algumas opiniões sobre este caso, mas não foi possível encontrar algum ser que se quisesse pronunciar sobre o assunto.
Ficaremos a aguardar, com curiosidade, desenvolvimentos sobre esta matéria.”

O Senhor das Aldeias - As Duas Asneiras

Para os poucos privilegiados que tiveram o prazer de assistir ao inaudito grafismo que o blogue apresentou nas últimas 20 horas depois da colocação, sem meu conhecimento, de dois posts meus repetidos por a minha "net" estar marada, resta-me dizer-lhes que assistiram a um momento único e raro que só se repete de 6 em 6 meses.
Quanto ao mais, devo confessar que o grafismo até nem estava mau e que o Chefe deve ponderar seriamente a utilização da cor preta em alterações futuras.

Desde o WTC nunca mais se ouviu a expressão

Abre a boquinha para o avião entrar com a papinha, meu lindo menino!
Hic Hic ainda bem que ele já está de fraldas, que eu borrava-me todo!

A aldeia revela em primeira mão


Um quadro recentemente descoberto, numas escavações profundas realizadas nas ruínas de uma aldeia na província do Cazaquistão chamada Lonjekomaputasse, cuja autoria é atribuída ao pintor Rafael (não sabemos se o Bordalo Pinheiro), o qual nos mostra a visão da primeira mulher no espaço.
Hic Hic muito bons, de facto, estes pintores antigos!

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

O Senhor das Aldeias - O Regresso do Marquês

Eis-me de regresso às lides, após curta, mas merecida, pausa.
Infelizmente, o Governo continua a ser o mesmo.
Algumas curtas, mesmo curtas.
-
O Indy encerrou na passada 6.ª feira.
Longe dos velhos tempos de glória, a única coisa que espanta é ter encerrado antes do "Semanário".
Por coincidência, acabei de ler por estes dias o "Jornalistas e Tribunais" da Sofia Pinto Coelho, onde a autora faz um desfiar dos vários casos que já existiram em Portugal de crimes de abuso de liberdade de imprensa e de injúrias e difamação praticados pela comunicação social, e onde a totalidade dos casos descritos em que os jornalistas do Indy foram condenados a pagarem indemnizações a terceiros era algo inacreditável. Admiro-me agora é como que não encerraram antes por falta de verba!
-
O Governo quer reduzir o limite de velocidade das auto-estradas para os 118 Km/h, a fim de diminuir o fluxo de CO2.
Já agora, que tal reduzir o número de vacas leiteiras em Oliveira de Azeméis, eliminando-se pelo menos duas delas, a fim de se diminuir o fluxo de metano para a atmosfera?
-
Honra nos seja feita, fomos os únicos a não abordar o caso Mateus.
Ao contrário do que pensam, meus caros, não foi por seriedade do blogue, mas sim porque, como a maioria dos portugueses, não percebemos patavina do que se passou.

Verdade da semana

As mulheres são como as moedas: ou são caras ou são coroas

Domingo era para ter ido jogar golfe para descontrair


É que ía pela chamada porta do cavalo e achei que era capaz de não valer a pena, tendo em conta as penalidades envolvidas (podia não me conseguir controlar).
Hic Hic mais vale prevenir...

Sábado fui até ao Zoo


Divirti-me à brava a partilhar os meus mantimentos com os animais.
Não sei porque razão embirraram comigo depois de ter dado uma cervejola ao esquilo. O elefante do sino aguentou quatro caixas de Sagres Bohemia e no final tocou de uma só vez as 50 sinfonias de Wolfgang Amadeus Mozart, non stop e sem se enganar numa única nota de música.
Além do mais, os cartazes ali expostos apenas dizem para não darmos comida aos animais... não falam de bebida!
Hic Hic tenho ou não tenho razão?

Sexta-feira fiz a minha boa acção do dia


Ía eu muito descansadinho tomar uma banhoca e mudar de roupa para mais uma noitada de Taberna e eis que encontro um amigo meu, que trabalha para a EMEL, desesperado porque já não tinha bloqueadores de pneus nem daquelas fitas que dizem que a viatura está imobilizada à espera de reboque.
É óbvio que a minha capacidade inventiva, da qual não me gabo por pura modéstia, olhou logo para o supermercado que estava em frente e não vai de modas: comprámos todos os rolos de vitafilm que lá havia, mas uma coisa é certa, já hoje é segunda e o dono ainda não conseguiu tirar de lá o carro e estava a desfazer o embrulho, depois de pagar a multa é claro, com cara de poucos amigos.
Hic Hic Hurra

sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Pensamento da «rentrée»

As nuvens são como os chefes... quando desaparecem, o dia fica lindo!!!

(mas não os blogs)

Vamos ajudar a reconstruir o Líbano

E aquilo que começou por ser, por iniciativa do Governo, uma missão destinada às forças de defesa nacional, ou seja, aos militares que seriam destacados em Outubro para o local, acabou por comover outros cidadãos portugueses que, de forma desinteressada, decidiram também propor ajuda à reconstrução, de forma a embelezar aquele país e a deixar um cunho pessoal da passagem dos que ajudaram na reconstrução.
Foi, pois, com desmesurado orgulho que o Comandante-Geral das Forças Portuguesas destacadas para a reconstrução do Líbano, Major-General Martelada Pneumática, deu a conhecer o fax recebido da Junta de Freguesia de Rans onde o nosso Tino fazia saber da sua disponibilidade para ir, pessoalmente, calcetar os passeios libaneses em Outubro.
Temos, pois, a oportunidade histórica de deixar a verdadeira calçada lusitana nas ruas do Líbano e, sabendo-se como aqueles paralelepípedos doem que se fartam, acreditamos que irão faltar algumas pedrinhas ao Tino mas, em compensação, muita cabecinha partida aqueles Hospitais Libaneses vão ter de tratar.
Nós somos assim... tão hospitaleiros!
Hic Hic Hurra

Acabou-se-me o stock de cerveja

E lá tive eu de ir, mais a minha actual companheira, ao supermercado renová-lo. E ainda por cima chovia! Os sacrifícios que eu não faço por bebida, caramba!
Hic Hic não queres ajuda, pois não?

Não gosto de baseball

Por uma razão evidente.
Tenho um amigo que me convenceu a ir vê-lo jogar.
Uma vez no recinto desportivo, fez pior: convenceu-me a tentar acertar com o taco na bola e disse-me que aquilo era muito simples, ou seja, era só fazer com que o taco acertasse na bola e depois correr de base em base.
Não parecia muito difícil, mas depois de ter visto a bola passar por mim a 200 à hora, e como o objectivo era acertar com o taco nela, lancei-o com toda a força a ver se lhe acertava.
Como a foto documenta, não acertei na bola, mas lá que tive depois de correr comó caraças, e muito para além das bases, com uma multidão enfurecida e dorida atrás, lá isso tive!
Por isso, baseball para mim... só na TV e se não estiver a dar algo mais atractivo noutro canal, assim tipo o Fátima Lopes ou o Goucha ou o IV Encontro Nacional de Ranchos Folclóricos.
Hic Hic Hurra!

quinta-feira, 31 de agosto de 2006

Como é que sabemos que o nosso novo vizinho do lado, que é inglês, é um tipo...

... daqueles que estão dispostos a dar tudo em troca de uma vizinhança mais próxima, se possível mesmo muito juntinha?
Eu cá não gay, perdão, sei, mas suspeito que este é um desses casos.
Hic Hic vai lá vai que eu vou já colocar a casinha à venda!

E a esta hora, numa certa ilha para lá de longe...

“Não, não, na minha opinião de re-puta-do jurista e ex-governante de uma República das Bananas onde a lei é só para os papalvos eu defendo que as relações sexuais com pessoas maiores de 8 anos sejam totalmente despenalizadas. Tenho dito!”

A malta da aldeia gosta muito de praia

Mas somos muito selectivos.
Apenas frequentamos esta, não porque tenha bandeira azul ou falta de animais, que nem ligamos a isso, ou porque tenha salva-vidas tipo Bay-watch (assim Pamela Anderson e afins), mas porque entendemos que é a única capaz de salvaguardar os superiores interesses nacionais do macho lusitano.
Hic Hic morde-te todo, Camarinha, que a malta não te diz onde fica!

Não calculei que a cadela tivesse sido assim de tal ordem

E estou mesmo convencido de que quando me deitei para um soninho de beleza aquele local era um descampado.
Vi-me e desejei-me foi para sair de lá... o que vale é que fizeram uma bifurcação no abono de família, senão não sei o que teria sido de mim!
Hic Hic é o que dá dormir fora de casa!

E se o anterior era o post 1000, este é o post das

1001 noites!
Hic Hic ai quem me dera ser Sultão

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

Malta, parece impossível mas conseguimos: este é o post Mil

Ainda pensei, a título de comemoração, colocar aqui umas fotos de umas milenas, mas essas já foram todas caçadas pelo Banco de Portugal e substituídas pelas notitas de euros.
À falta de melhor, fui buscar aos arquivos esta foto alusiva ao post Mil...ene Domingues, que acho que também não fica a destoar.
O que pensam Vós, ilustres camaradas de blog e visitantes?
Hic Hic Hurra

Era disto que vos falava

Quando dizia que o futebol e o vinho podem entrar em grande comunhão.
Não perceberam?
Cliquem no título.
Hic Hic Hurra

Dos tempos em que fui mecânico de aeronáutica

Eu juro que era competente, mas palavra de honra que não me recordo de me ter esquecido de colocar esta pecinha no aeroplano.
Também nunca percebi o motivo para tamanha algazarra, porque o avião aterrou bem, os passageiros que eram de um país africano saíram todos brancos e o aparelho só ficou com uns riscos na parte inferior da fuselagem que, com um produto especial e uma boa camurça, removem-se que é um maravilha.
Ainda assim, colocaram-me a voar dali para fora.
Injustiças!
Hic Hic Hurra

Nova medida governamental


A partir de agora já não existem praias sem casas-de-banho!
E, para perfumar melhor a coisa, utilizam agora o termo gaulês toilets.
Por isso, já sabe, se estiver à rasca, há mar e mar, há ir e... aliviar.
Hic Hic Hurra

A aldeia avisa


ELES ANDEM AÍ!
Hic Hic Hurra

terça-feira, 29 de agosto de 2006

Já percebi porque é que lhes chamam mongolóides

Li no mesmo pasquim que uma cidadã da Mongólia embateu numa viatura que se encontrava estacionada em virtude de estar a tentar ensinar o seu cão a conduzir.
Ou seja, a dita senhora, qual instrutora, coloca-se no banco do pendura e deixa o volante e restantes componentes da viatura ao cuidado do canídeo.
Parece que só existiram danos materiais, felizmente.
O problema foi tentar convencer o cãozito a deixar de morder o travão de mão e convencer a dona de que não poderia entregar as chaves do carro ao cão para ele ir ao supermercado buscar comida para si.
Ele há com cada uma!!!!
Hic Hic Hurra

Será que é só no Vietnam?

Li num pasquim que um conhecido ladrão vietnamita, depois de se ter conseguido evadir da prisão onde cumpria pena, conseguiu inscrever-se nas forças policiais do país, onde exercia uma posição de chefia e ainda ocupar um cargo político, assim se mantendo durante 20 anos.
Eu ía escrever algo do género: "olha se a moda pega por cá", mas tirando a parte policial que, essa sim, seria novidade, na parte política não sei se... Felgueiras, Valentim, Isaltino, Avelino, etc. e tal...
Hic Hic Hurra

A aldeia apresenta aquela que poderia ter sido uma verdadeira criação Viriatus


E que promete fazer furor neste Verão 2006.
Hic Hic Hurra
Nota: Calma Chefe, nem todos os criadores de moda são homens invertidos.

segunda-feira, 28 de agosto de 2006

Apologia da Fuga ao Fisco – II (O destino dos Impostos)

Tal como tinha prometido vou continuar a minha demanda pelo Paraíso Fiscal e perseverar no cascanço no fisco português.
No primeiro post da série abordei a questão da origem dos impostos e julgo que deixei demonstrado que os mesmos têm a sua génese numa valente vigarice a todo o povo trabalhador. Hoje vou mais longe e escrevo sobre aquele lugarzinho mítico para onde era suposto ir o nosso suado dinheiro e do lugar para onde ele efectivamente vai.
Dizem-nos os nossos governantes que o dinheiro que à força nos tiram se destina a pagar a educação dos jovens, a garantir a saúde de toda a população e a estabelecer a segurança dos idosos. Nesse discurso edilico as palavras que mais se ouvem são “solidariedade”, “justiça”, “redistribuição” e “igualdade”. E até podia ser que com isso concordássemos se fosse real. Mas não é!
Todos sabemos que a maioria dos jovens que decide prosseguir os estudos no ensino superior público estão sujeitos ao pagamento de propinas cada vez mais elevadas e que, tendencialmente, se aproximam dos valores que cada faculdade supostamente gasta com o curso. Mais, grande parte desses jovens vê-se obrigado a frequentar instituições de ensino privadas, onde paga elevadas quantias, na medida em que no ensino público não há lugar para todos. Nos graus de ensino mais baixos é conhecido o valor astronómico que os pais dos alunos anualmente têm de pagar por livros inflaccionados e de baixa qualidade mas que são obrigatórios, o mesmo se dizendo do passe social para as crianças se deslocarem, da má e cara comida das cantinas escolares, etc. Logo, não é para o ensino dos jovens que vão os nossos impostos.
Quanto aos impostos servirem para pagar a saúde dos portugueses é outra refinada mentira. Qual é o português que necessita de ir a um dentista e não tem de pagar do seu bolso? Quantos de nós não conhecemos pessoas que necessitaram de operações urgentes e tiveram de recorrer a privados para não morrerem? Quem não sabe que em caso de gravidez as pessoas têm de recorrer a privados e pagar brutalmente uma simples ecografia que o Estado não lhe faz? E as taxas moderadoras, galopantes e injustas, não são uma forma de pagamento dos maus serviços prestados? Logo, os impostos não pagam a saúde dos portugueses!
No que respeita aos idosos é bom que se saiba que os lares ditos sociais estão apinhados e servem só para quem tem cunha para lá meter o pai ou a mãe. Os outros lares, os disponíveis, fazem-se pagar regiamente. E se o idoso ainda não chegou à fase de necessitar de um lar tem de sobreviver com uma reforma miserável e estar constantemente a ouvir dizer que a segurança social vai rebentar e as reformas vão acabar. Logo, não é para os idosos que vão os nossos impostos!
Para onde vão?!
Vão para os chorudos ordenados e regalias de uma classe política que tomou o Estado refém e vive num paraíso na terra à custa do trabalho dos seus concidadãos. Convém não esquecer que no período de pior crise o gabinete do 1º Ministro José Socrates achou por bem comprar um BMW topo de gama para substituir o BMW topo de gama de há dois anos. E quem não se lembra de um certo WC milionário pago com o nosso dinheiro? E sabemos igualmente que os deputados ganham fabulosos subsídios de reinserção quando perdem umas eleições e deixam de ser deputados...e as viagens... e as ajudas de custo... e os favores feitos a grandes grupos económicos para onde invariavelmente se vai trabalhar quando se deixa a política (obras públicas milionárias que ninguém entende e que não servem os interesses do país: OTA, TGV... quantas mais?!).
E vão também para um reforço constante dos mecanismos de controlo e repressão da população. Os únicos concursos públicos de que ainda se ouve falar são para agentes da PSP e da GNR, para Juizes e fiscais das finanças. Os donos do Estado garantem assim um estreito controlo da população e uma efectiva repressão em caso de um dia haver revoltas contra este estado de coisas.
E vão, finalmente, para os filhos e amigos dos donos do Estado, através do sacrossanto instituto da CUNHA, aquele que faz com que não existam concursos públicos “limpos”, aquele que mais regalias distribui e mais injustiças gera.
E é este, em suma, o destino dos nossos impostos.