sexta-feira, 15 de setembro de 2006
Os meus cumprimentos ao gerente da unidade hoteleira
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No meu tempo não era assim...
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quinta-feira, 14 de setembro de 2006
Se a moda pega...
Notícia fresca, fresquinha, de um pasquim diário de grande tiragem:
Foi detido um indidíduo por ter morto a mulher.
O sujeito alegou ter-se tratado de um engano. Estava escuro, ouviu um barulho lá fora, saiu de caçadeira em riste e, como não reconhecesse o vulto que se aproximava, aqui vai chumbo.
A juiz que estava a interrogá-lo suspendeu a diligência e mandou a PJ fazer mais averiguações pois quer ter mais elementos para aplicar a medida de coacção ao rapaz.
Meus amigos, aqui está um caso a seguir com muita atenção. É que se a jurisprudência nos for favorável, qual divórcio qual quê!
- Ó querida, sei que já é muito tarde, mas faz-me um favor e vai por o lixo lá fora
é favor clicar
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Portugal no seu melhor
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Extra: Equipa italiana perde com o SCP e muda o nome para Inter de
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Abram o champagne... daqui a alguns dias...
é que senão o Zé atira-se ao líquido e não sobra nada prá gente comemorar!
Agora mais a brincar, como o blog cumpre o seu primeiro anivérsário, importa dar os parabéns a... todos aqueles que, neste ano, apareceram aqui e conseguiram ler um post que fosse até ao fim... ou que, mais impressionante ainda, voltaram segunda vez ao blog.
Esses sim, são os verdadeiros heróis!
É que com tanta maradice que nós vomitamos para aqui, não consigo alcançar como existem essas tais milhares de visitas que o chefe a o seu adjunto vêm documentando... a não ser por um estado colectivo de diarreia mental.
Mas a bem dizer, nos intervalos da Floribella e dos Morangos, e ainda das escutas do processo Apito Dourado, pouco ou nada há de interessante para fazer nesta Aldeia, por isso nada melhor que uma visitinha aos nosso sítio.
O blog não é temático, como bem salientou Sua Senhoria, mas não é por falta de tentativas nossas - leia-se minha, da cadela e do Zé (com ou sem cadela) -, que esbarram inexoravelmente na intransigência jacobina do Chefe.
Mas, rapaziada, acreditem: tenho por certo que pornografar o Aldeia Lusitana quintuplicaria (no mínimo) o número de visitantes.
Tou aqui apenas há uns meses, a convite da canalha.
Mal sabia eu no que me vinha meter, mas mesmo arrependido (por vezes digo que vou deixar, mas levo logo com uma valente dentada da Argúcia!) já não saio, pois fiquei agarrado e enquanto não criarem clínicas de desbloguização e grupos de BA (bloguistas anónimos) terão que levar nas ventas com o chorrilho de caralhadas e afins que vou despejando.
Ao ler o post do Zé, o homem quando está de ressaca quase consegue levar o pessoal às lágrimas. Mas há algum fundamento de razão naquilo que escreve, quando fala da locura do gozo aos caídos.
No entanto, há que prespectivar o amanhã. Por isso, aqui vos deixo 12 propostas muito concretas para o futuro:
1.Apostar decisivamente em gajas nuas
2.Mais posts do Chefe
3.Publicar fotos de gajas podres de boas e totalmente nuas
4.Lançar um manifesto de apoio à candidatura de Gilberto Madail à presidência da FIFA
5.Postear pelo menos 20 miúdas descascadas por semana
6.Tornarmo-nos parceiros do site www.playboy.com
7.Apostar no nicho de mercado
8.Elaborar um dicionário de calão de cariz sexual
9.Fazer uma recolha de gajedo fino
10.Subscrição pública para atribuir o cartão Médis Senior a Rui Costa
11.Mega-jantar com todos os fans do Blog (€ 95 por pessoa - gajas nuas não pagam)
12.E, acima de tudo, colocar muita gaja despida
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Por um lado já percebi porque é que se chama Middle
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Este blog cumpre com as disposições legais
E com este post dá por cumprida a exigência de ter uma parte destinada a cidadãos com necessidades especiais, nomeadamente os invisuais, para que percebam a nossa razão de viver, perdão, a temática usual.
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Gostam do bolo de aniversário do blog?

Fui eu quem o encomendou.
Pensei assim: bem, a malta vai comemorar o primeiro ano de blog numa bruta festa de ânus com as minhas amigas malucas, a bebida vai circular e depois há que dar saída à coisa.
Por outro lado, o facto de ter mais do que uma vela deve-se à minha máquina fotográfica, que tem uma lente especial capaz de transmitir ao pormenor aquilo que eu estou a ver pela lente.
Hic Hic vai uma fatia?
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quarta-feira, 13 de setembro de 2006
Abram as garrafas de champanhe
Falar sobre este projecto não é fácil, por uma razão muito simples.
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Pergunta: Como se leva para a cama um dromedário fêmea?
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1.ª festa de ânus do blog - aditamento para os mais perspicazes

Ora bem, quem esteve minimamente atento ao post anterior e usou os deditos para fazer contas chegou à brilhante conclusão de que ali estavam quatro gajas.
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1.ª festa de ânus do blog
Malta, acho que estamos de parabéns, de maneira que falei com umas amigas malucas que eu conheci na night e estão dispostas a mostrar ao vivo e a cores a todos os membros efectivos do blog, que aqui postam com assiduidade, o quanto nos apreciam os dotes, de escrita e não só!
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Um ano já lá vai
Ao contrário do que diziam as más linguas, conseguimos sobreviver um ano.
Ainda me lembro como se fosse há cinco anos: eu e o Chefe, em amena cavaqueira, ambos munidos com tacos de basebol, a tentar chegar a uma conclusão quanto ao nome do blogue, após termos decidido pela sua criação.
Após pancada de meia-noite, optou-se por aquilo que se sabe e escreveu-se o texto inicial, após mais de duas horas a tentar descobrir como é que se criava um blogue, pese embora as instruções aparentemente fáceis do “blogger”.
O grafismo foi o mais fácil de escolher: foi o primeiro que apareceu, que não se sabia o que poderia acontecer com a introdução de algum dos demais.
Comunicou-se então ao Alves que a porta estava aberta e começou-se.
Timidamente, sem grandes alaridos e sem publicidade. Quero dizer, até eu descobrir que entretanto o Chefe andava a publicitar-nos com comentários seus no “Portugal Diário”.
Devido aos nossos afazeres profissionais, apercebemo-nos então de que precisávamos de um quarto elemento. Ou se é um blogue com entradas, ou mais vale arranjar um diário com linhas e escreve-se em casa com canetas “bic” o que nos está a remoer.
Surgiu então o Zé Porvinho, que trouxe novo impulso ao blogue e que, honra lhe seja feita, aguentou estoicamente e solitário o blogue nas férias dos demais aldeões.
Desde então, muita coisa mudou.
O Chefe arranjou trabalho, casa e carro, o que sucedeu depois dos socialistas se terem apercebido do preço a pagar para calar mais uma voz crítica.
O Alves teve uma crise existencial, onde continua a pejorar sem se vislumbrar o fim da coisa. De tal maneira que já estou a pensar em ir ao estabelecimento do sujeito coagi-lo a escrever, com uma 6,35 encostada à cabeça.
O Zé começou a beber mais vinho para se inspirar.
Só eu, olhando para trás, vejo que continuo na mesma, tirando os 12 meses acrescidos que as minhas células carregam.
Com a ausência do Alves, vimo-nos obrigados a convidar um quinto elemento à liça, que trouxe nova alma e energia ao blogue com a sua entrada e a da sua cadela: o Inspector Serôdio.
E cá estamos. Prontos para mais um ano.
E claramente surpreendidos com o monte de toques que temos. Para um blogue clandestino e que se pretendia clandestino, ter cerca de 1000 toques mensais é obra.
Ainda por cima, sem ser temático.
Todavia, e como desde o início, o nosso próprio divertimento continua a ser o objectivo final. E até agora conseguido. O resto que se dane.
Hic Hic Hurra!
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Marquês
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terça-feira, 12 de setembro de 2006
O Tico, o Teco e a Sónia

Devo confessar que desde que vi as fotos da Sónia Araújo numa praia qualquer deste País plantado à beira-mar, as minhas duas células cerebrais pararam completamente. De tal forma que até pensei, a certa altura, ter ouvido o Primeiro dizer que não iria haver orçamento rectificativo este ano. Estou mesmo afectado. Será que fotografias das Soraia Chaves em biquini eram capazes de retirar esta letargia que se abateu sobre as minhas duas células e que me impedem de escrever posts?
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Marquês
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17:56:00
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Tanto alarido, tanta bronquite asmática, e...
Para mim, só existiria verdadeiramente um Caso Mateus se eu tivesse uma destas geladinha à mão e não encontrasse um saca-rolhas.
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14:16:00
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Tão amigos - e beijoqueiros - que eles eram
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Inspector Serôdio, José Serôdio
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A aldeia porfiou, porfiou e
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Se fosse no tempo em que os animais falavam
" - Ó puto, desanda... então não vês que já estou ocupado aqui a comer a...! Ai o camandro, que empata que me saíste... olha lá, em vez de cenouras não tens para aí um cigarrinho para quando isto terminar?"
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Pois que infelizmente a morte toca a todos
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segunda-feira, 11 de setembro de 2006
Pensamento da semana
Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental.
Fica de olho em três dos teus amigos: se eles parecerem normais, o doido és tu.
Quanto aos 4 do blog... uf, tou safo!
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Inspector Serôdio, José Serôdio
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17:02:00
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Hoje, numa qualquer aldeia do Portugal profundo...
Ainda a Estrela da Manhã se escondia atrás das serranias, já D. Rosalina preparava o substancial almoço para sua menina, não olvidando a bucha da manhã e a merenda da tarde, tudo com inexcedível desvelo maternal.
Depois, ainda com seu marido, Sr. Amândio, dormindo, dispôs a roupa de sua pequena numa cadeira, mirou-a de ponta a ponta e achou por bem dar mais uma passagem pelo ferro e alguma graxazita nos imaculados sapatinhos pretos de Domingo - que não houvesse nada a apontar à sua petiz!
Já íam sendo horas: - Oh Amândio, tocácordar que tens de ir levar a menina à escola!!
O Pai, resmugando qualquer coisa inperceptível, lá se levantou, dirigindo-se de imediato para a casa de banho
- E vê lá se te pões apresentável, homem! - achou por bem relembrar D. Rosalinda.
Preparou o pequeno almoço da família, ao mesmo tempo que conferia dentro da pasta nova da catraia se não faltaria nada - livros, cadernos, lápis, borracha, afia, estojo...
Já com o leite a fumegar em cima da mesa, foi acordar a pequena Jessica, não sem que antes parasse, à porta, contemplando o justo sono daquele anjo: era o que de mais valioso tinha na vida, não havia noite em que, ao deitar, não agradessesse a Deus e à Virgem a graça de ter concebido tão linda flor, que de dia para dia crescia em beleza, saúde e inteligência; era o seu orgulho, constantemente alimentado pelos generosos encómios de toda a envelhecida população da aldeia, para quem a loira e traquinas Jessica era um sinal de esperança contra uma morte há muito anunciada.
- Vamos, amorzinho, são horas de levantar; então, Jéssi, já te esqueces-te que hoje é o teu primeiro dia de aulas? - disse meigamente , mas em tom decidido, a mãe equanto lhe afagava a espessa e abundante seara de trigo que, desgrenhada, se espalhava pela alvura da almofada.
Estremunhada e a custo - não estava acostumada àquelas alvoradas - a nossa Jessica lá se ergueu do leito, lavou a cara numa bacia que a mãe colocara em cima da cómoda, fez o matinal xixi, vestiu as delicadas roupinhas que D. Rosalinda lhe ía passando com crescente ternura maternal, sentou-se à mesa da cozinha onde já se encontrava seu pai, a quem antes beijou e deu os bons dias, e tomou o seu leite quentinho com pão, enquanto sua mãe lhe escovava a farta e doirada cabeleira.
- Vamos, Amândio, toca andar que não quero que chegais atrasados logo no primeiro dia! - enxotou D. Rosalinda, mais ansiosa em vê-los na rua antes que desaguasse em comovido pranto do que por um possível atraso.
- Mulher, caramba, daqui à escola são 20 minutos de carro e ainda falta mais de meia hora para as aulas começarem...
- Nunca fiando, vá-se lá saber o que pode acontecer... à cautela, à cautela, é melhor irdes com tempo.
Abraçou-se à pequena Jessica, a quem beijou sofregamente, alisou novamente as pregas do vestido, mais uma jeito na fita do cabelo, um dedo molhado para tirar os bigodes de leite e novo desfolhar do rol de conselhos e recomendações, tantas vezes escutado pela pequena nos últimos dias.
Pai e filha lá se fizeram à estrada, não sem que antes D. Graciete, vizinha e madrinha de baptismo de Jessica, a cobrisse com amorosos beijos e lhe ofertasse uma pulseirinha de prata, com uma medalhita da Virgem das Dores, sua devoção.
- Pra te proteger e dar sorte, minha filha, e que Nosso Senhor te acompanhe!
A viagem correu sem precalços. Àquela hora o sol ainda ía baixo e a sucessão de sombras nas curvas da estrada que serpenteava os montes, tantas vezes calcorreados a pé em solitárias brincadeiras de menina, ganhavam uma aura de mistério, que tornava ainda mais empolgante a aventura daquele dia tão especial. O orvalho matinal ainda cobria a densa vegetação que marginava o caminho. A bruma matinal tinha-se dissipado logo com os primeiros raios solares, abrilhantando o dia mais importante da ainda curta existência de Jessica.
O pai, esse, seguia calado. Era o seu jeito. Tinha um amor imenso pela sua pequena, daria a vida e o mais que fosse preciso para proteger a pequena, mas guardava para si os sentimentos. Não sabia o que dizer. De vez em quando uma palmadinha na perna da menina, era tudo.
Em chegando à escola, edifício construído há muito a bem da nação, onde fizera a 4.ª classe com muito esforço e no meio de incontáveis tropelias com os seus muitos colegas - naqueles tempos os alunos eram um autêntico enxame -, deparou-se com um letreiro pregado no portão de ferro forjado, encerrado a cadeado:
Na sequência da política governativa de melhoria das condições de ensino, e visto este estabelecimento ter menos de 20 alunos, a escola encontra-se encerrada no presente ano lectivo.
Sr. Amândio leu e releu o aviso, não compreendendo porque lhe fechavam a escola - nunca levara a sério os rumores sobre o encerramento da escola e, quando procurou confirmá-los, apenas respostas evasivas, vagas, estilo aguarde que logo se vê.
Não, não compreendia.
Estes e outros pensamentos angustiantes atropelavam-se na sua cabeça, tolhendo o habitual espírito sereno e comedido de Sr. Amândio.
Resoluto, afastou para o lado com forte empurrão o sargento da portaria e, decidido, encaminhou-se para o interior da escola.
Não sabia o que faria. Apenas uma certeza: tinha que apagar da sua mente aquela imagem, qual repetida facada no coração, da sua Jessica banhada em silenciosas lágrimas, ensopando o lindo vestidinho branco debruado a flores cor de rosa!
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Inspector Serôdio, José Serôdio
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Nobel da Arquitectura da Aldeia


Andamos desconfiados que, meio estremunhado, o arquitecto que projectou este monumento indiano, em Kajuharo, em vez de levar os planos e os mapas da obra levou, por engano, o Kama Sutra que estava ao lado.
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Classificados da aldeia - Vende-se moto d'água
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Para que o mundo não esqueça esta data
De um vil atentado terrorista que causou a morte de milhares de inocentes, a aldeia decidiu ir aos arquivos buscar uma foto que ilustrasse, de maneira positiva, tudo que o que aquele dia fatídico e que deve ser relembrado como dos mais negros da história da humanidade, trazia associado.
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sexta-feira, 8 de setembro de 2006
Foto de praia de 6.ª feira - A Sónia Araújo numa praia qualquer
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Marquês
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A esta foto decidi chamar Guerra e Paz
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O que é que eu faço com eles? Bom, é de pequenino que...

A minha cunhada, na pressa de ir passar uma segunda lua-de-mel à Madeira, numa viagem que ganhou num programa de rádio, chegou a minha casa e literalmente deixou-me com as crianças nos braços.
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quinta-feira, 7 de setembro de 2006
Pessoal, tou pensando em ir preso...
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Marquês
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Os acoimados (Poderia suceder numa praia perto de si)
Decidiu que estava na hora de pôr um final a tudo. Ninguém sentiria a falta dele mesmo. Começou a pensar se ela se vestiria de luto quando soubesse. Se ficaria com um peso na consciência. Ao menos isso. Ele teria morrido por causa dela.
Levantou-se e encaminhou-se para a água selvagem do oceano. As vagas rondavam, pelo menos os seis metros de altura, razão da bandeira vermelha que, orgulhosamente, se encontrava hasteada na praia.
Os pés sentiram o toque gelado da água. Será que iria demorar muito a sentir o doce e suave toque da morte? Retomou o andamento em direcção às ondas e, quando, a água já se encontrava a meio caminho entre os tornozelos e os joelhos, ouviu um apito intenso, a cerca de cinco passos nas suas costas.
- Parado já aí, meu jovem – exclamou um sujeito de cerca de uns trinta anos, vestido com o equipamento do concessionário da praia, com o que parecia ser um bloco de notas na mão esquerda e uma caneta na mão direita – onde pensa que vai?
- Deixe-me em paz. O que é que o senhor tem a ver com isso?
- O que é que...? Oiça lá, jovem, não viu a bandeira vermelha? Não sabe que é proibido tomar banho com a bandeira vermelha?
- Tou-me pouco fodendo para isso! E, além do mais, eu não vou tomar banho, vou-me matar.
- Isso é coisa que não me interessa. É proibido entrar na água para tomar banho, mesmo que seja para se matar. Se continuar, sou obrigado a autuá-lo.
- Raisparta, homem, se quiser autue, se não quiser não autue, mas deixe-me em paz!
- Ok, tá autuado! Dados pessoais, faxavor.
Com pouca vontade e condescendência, deu-lhe os dados pessoais exigidos.
- Agora já posso ir?
- Já não lhe disse que é proibido tomar banho com a bandeira vermelha?
- Pois, mas e se eu tomar banho? Autua-me outra vez? Já me autuou, recorda-se? E o banho ainda é o mesmo uma vez que ainda não saí da água.
O sujeito coçou a cabeça. Aquela nunca lhe tinha sucedido. Por fim, disse:
- Está bem, faça o que quiser, eu já fiz o que tinha a fazer. Tome lá o duplicado do auto. Tem 20 dias para pagar a coima ou contestar a infracção. Boa praia. – e virou costas ao banhista.
E ali ficou o jovem, com o auto de contra-ordenação nas mãos, a pensar se valeria a pena morrer já na imensidão das vagas oceânicas ou se, pelo contrário, primeiro deveria ir ter com a sua ex-namorada e enfiar-lhe o auto pelas goelas abaixo, uma vez que tinha sido por causa dela o ter largado que tinha sido autuado e que não poderia matar-se naquela altura uma vez que ainda tinha uma multa para pagar antes de morrer...”
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Marquês
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Sequem as fontes
O Blog, preocupado com a saúde mental das gerações vindouras desta nossa Aldeia, faz o seguinte apelo:
Senhores deputados da AR, a bem da nação, façam uma VASECTOMIA!
Mais propomos que os custos sejam a suportar pelo SNS.
(eu comparticipo)
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Vocês não acham que quem diz a verdade
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É com muito orgulho que a aldeia apresenta

Uma fotografia que demonstra um ser nitidamente superior ao colo de um outro nitidamente inferior, intelectualmente falando!
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Isto sim, é uma promoção
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Mais um «caldinho» do Costa
Pois é, o rapaz regressou em grande forma das férias.
Boa parte do presos lusos cumprem pena ou estão detidos por crimes relacionados com a toxicodependência e o tráfico de estupefacientes;
Ainda vai sendo crime traficar dorga, entendendo-se por tal cultivar, transformar, produzir, vender, ceder, trocar todo um conjunto de substâncias elencadas em extensas listas;
Também julgo ser ainda proibido consumir tais produtos dentro das cadeias;
É ainda suposto as prisões ressocializarem os reclusos, não é?
Atão, meus amigos, vamos instituir um plano de troca de seringas: vocês não podem drogar-se, porque o ministro não quer e o director não deixa, mas tomem lá umas seringazitas para uns chutitos marotos, que um ou dois caldos por dia também não fazem mal a ninguém. Ah, e não se preocupem que ninguém vos vais perguntar onde arranjaram o pó. E também querem umas salitas para estarem mais confortáveis, com poltronas reclináveis e SportTV? É já a seguir!
George W. Bush é que não dorme e na sua administração fala-se já em contratar Alberto Costa. É que só mesmo esta ave rara para tentar convencer o mundo e territórios contíguos de que, sendo os EUA parte outorgante da Convenção de Genebra sobre tratamento de presos, e proibindo aquele texto qualquer forma de tortura sobre prisioneiros, pode o país inflingir espancamentos, humilhações sexuais, nudez forçada, "tortura" do sono aos detidos de Guantânamo e qualificar tais práticas como «tratamentos alternativos».
Tou mesmo a ver a explicação: tortura é um conceito vago e indeterminado, que carece de ser objectivado no caso concreto, não se podendo considerar um espancamento por si só como tortura.
Vai uma passa?...
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quarta-feira, 6 de setembro de 2006
Poderia suceder num Posto da G.N.R. perto de si
-
“Era mais uma noite tranquila na área de intervenção do Posto da G.N.R. de Pias. O soldado Silva, que se encontrava de atendimento e às comunicações, encontrava-se sozinho no Posto, trancado por forma a não ser surpreendido por delinquentes mais inconsequentes, enquanto dois dos seus colegas circulavam no carro patrulha pela localidade.
O calor da noite, aliado à nula concretização de chamadas para o Posto na última hora, levara o soldado Silva ao que na gíria se designa por “passar pelas brasas”.
Subitamente, o telefone do Posto tocou, num trinado irritante que acordaria qualquer pessoa que se encontrasse nas suas imediações. Incluindo o soldado Silva, o que sucedeu. Estremunhado, e vociferando baixinho alguns impropérios, o militar atendeu o telefone.
- Posto da GNR de Pias, boa noite.
Do outro lado respondeu uma voz feminina, algo exaltada.
- Boa noite, senhor guarda. Desculpem estar a incomodar, mas é que eu precisava mesmo que vocês viessem aqui.
- Então o que é que se passa? – perguntou o soldado Silva, antevendo mais um casos daqueles casos de violência doméstica, em que o marido, depois de mais uma vez ter perdido à bisca dos nove na taberna da terra, chega a casa e começa a dar murros na pessoa mais feia que está por perto, na maior parte das vezes a própria mulher.
- Sabe, é que o meu Manel não quer ter... sabe... fazer amor comigo.
- Desculpe?
- Desculpas? Não me deu desculpas nenhumas! Disse apenas que não ia para a cama comigo nem que lhe encostassem uma caçadeira à cabeça!
- Aaaaa... Sabe, minha senhora, nós não temos nada a ver com essas coisas. Nessa área, o seu marido faz o que quiser e quando quiser. Nós não podemos obrigá-lo a nada.
- Vocês tão mas é feitos com ele! Ele casou-se comigo e tem deveres conjugais. Foi o que o senhor Prior disse. Se quando ele quis, eu fui obrigada a fazer, agora que eu quero, ele tem de se aguentar! Isto não há dois pesos e duas medidas. Tamos no principio da igualdade ou não tamos?
- Minha senhora, nós só podemos intervir quando existam factos que possam consubstanciar a prática de um crime. Se o seu marido lhe batesse, por exemplo. Está a ver? Se houvesse violência doméstica, maus tratos físicos ou psíquicos. Está a ver?
- Ó senhor guarda, se isto não são maus tratos “psícos”, então o que é? Há um vulcão dentro de mim que este porco não quer satisfazer! O facto de este bêbado idiota não querer cumprir com os seus deveres conjugais é crime, sim senhora, crime de maus tratos “psícos”. E se não me manda cá a patrulha, vou à TVI e ao senhor Prior.
- Minha senhora, faça o que quiser. A patrulha da guarda está ocupada com a vigilância policial a uns perigosos assaltantes e não vou mandá-la aí só porque o seu marido não quer ter relações intimas com a senhora. Boa noite, minha senhora – disse o soldado Silva, desligando o telefone.
Era só que lhes faltava agora, ir a casa dos maridos refractários obrigá-los a cumprir o seu dever conjugal. Ela que arranjasse um amante!
O soldado Silva reencostou-se na cadeira e tornou a fechar os olhos, aguardando a chamada seguinte”.
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Marquês
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O poder da imagem

A aldeia descobriu que a foto em anexo mostra um adesivo de informação colado no vidro do metro de Tókio, no qual se faz saber que o banco é reservado para:
1 - "pessoas de braço partido";
2 - "com crianças no colo";
3 - "grávidas"; e
4 - "com perna partida"!
Hic Hic era mesmo isso que eu percebia, era!
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O que eles não entendem (ou porque eles não se entendem)
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viva a MASTURBAÇÃO
Não, meus amigos, ainda não é a deriva completa para a pornografia (pode descansar o Chefe).
É assunto sério (não vale rir).
Segundo um estudo publicado pela conceituada e respeitável revista londrina The New Scientist (no qual participei), masturbar-se regularmente ajuda a prevenir o cancro da próstata.
(Zé, já disse que não é para rir!!)
Temos então a comprovaçãpo daquilo que muitos de nós já suspeitávamos: a bela punhetada não só sabe bem como é benéfica para a saúde, pois evita a cumulação excessiva deesperma nos canais da próstata onde o seu enevelhecimentopode provocar a libertação de substâncias carcinogénias.
Assim, viris lusos, toca a esgalhar o pessegueiro e, à cautela, arranjem o número da revista, porque se forem apanhados pela patroa é só sacar do artigo e «mas querida, é por ti que o faço - a última coisa que quero é ver a minha flor viúva! E já agora, não queres dar uma ajudinha, que já tenho o braço dormente...».
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Ó Chefe, dê lá aí um copito d´'água fachavor... ahhhh... obrigado!
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A aldeia decidiu atribuir o primeiro prémio de segurança no trabalho
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É um facto histórico, meus amigos...

... assim foi inventado aquele desporto, pelo qual muitos perdem a cabeça, que hoje responde pelo nome de bowling!
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terça-feira, 5 de setembro de 2006
Caso Mateus -- A SOLUÇÃO
Pois é, meus amigos, após semanas a meditar no assunto, o blog está em condições de avançar com a solução mais justa, salomónica, correcta, harmoniosa e pacífica para o caso que tanta tinta tem feito correr.
Senhor Major, Senhor Presidente, Senhor Director-Executivo, Senhor Presidente-eleito-mas-ainda-não-empossado, Senhor Secretário de Estado, Mr. Presidente,
DESPROMOVAM O GIL VICENTE!
Tão simples quanto isto: despromovam o Gil Vicente.
E que sobe?, perguntam vós.
Pois, ninguém.
Esta é, a nosso ver, a conclusão mais simples e que agrada a todos (bem, a todos, todos não - há que contar com o Pinto da Costa):
- a 1.ª Liga fica com menos um clube, o que a torna mais competitiva (cá para nós meia dúzia já chegav);
- como ficava um número impar de clubes, tal permitiria uma folga semanal rotativa, que bastante jeito daria aos participantes nas competições europeias;
- o Gil Vicente retirava a providência cautelar, que aquilo é só dor de corno por o Belenenses ficar e eles não;
- o Leixões calava-se (é que os gajos, que são quem tem mais razão no meio disto tudo, já se percebeu, vão ficar sempre a arder);
- a FIFA largava-nos os calcanhares e a UEFA já nos deixava ficar na Champions;
- amanhã já podíamos perder com a Finlândia;
- o Gilberto Madail podia voltar aos seus protestos diários;
- e, finalmente, todos podíamo-nos concentrar de novo no que é realmente importante - dar porrada nos árbitros depois de cada jornada.
Á superior consideração de Vexas.,
A bem da Aldeia.
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Apologia da fuga aos impostos – The real thing
Como sempre, têm de ser os subordinados a dar o mote e a chamar os bois pelo nome.
Ora bem, cá vamos.
Existem três meios para um português não pagar quaisquer impostos em Portugal.
O primeiro meio é o que tem sido seguido pela maior parte das pessoas inteligentes deste país: ir viver para o estrangeiro. Estão nesta situação, entre outros, o nosso Nobel da Literatura, a nossa mais reputada pianista (Maria João Pires e o Brasil) e o nosso actor mais conhecido em Hollywood (Joaquim de Almeida e os States).
O segundo meio de fuga total aos impostos portugueses é o que tem merecido maior acolhimento da parte dos nossos conterrâneos: a chulice. Viver à custa dos pais, dos filhos, do marido/companheiro ou da mulher/companheira ainda é o principal e mais utilizado meio de fuga aos impostos. Cada niquel ganho ou gasto nunca é nosso. Logo, também nunca somos nós que pagamos os impostos.
O terceiro meio de fuga total aos impostos em Portugal é um sujeito morrer imediatamente após o parto (ou a mãe ou a segurança social é que têm de pagar o IVA do internamento materno e do parto).
Espero, assim, ter despertado a consciência do Chefe para as verdadeiras exigências desta temática.
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Marquês
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13:37:00
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Pensavam que era só em Portugal?
Relembremos que a decisão da C.H.U.P.A. teve por base a comparação do diâmetro de Plutão por comparação com o dos outros planetas do nosso sistema solar e o de asteróides entretanto descobertos, que levaram à conclusão que Plutão não possuía tamanho suficiente para ser planeta.
Até aqui tudo bem, não fosse o caso do vereador da Câmara Municipal de Lisboa, José Sá Fernandes, universalmente conhecido pela notável defesa que faz de interesses difusos, ter entretanto interposto uma acção no Tribunal Administrativo de Lisboa com a finalidade de evitar a despromoção de Plutão à categoria de simples asteróide.
Dado que a simples interposição da acção em Tribunal suspende a eficácia da decisão da C.H.U.P.A., Plutão manterá a categoria de Planeta até existir uma decisão judicial transitada em julgado sobre o assunto.
Tendo conhecimento da interposição de tal acção, a F.U.S.S.A. (Federação Universal de Sistemas Solares Associados) já comunicou aos responsáveis pela manutenção do nosso sistema solar que as decisões proferidas em sede extra-planetária não são passíveis de recurso para os tribunais terrestres comuns e que a utilização de tal meio, por universalmente indevido, pode motivar, como última sanção, o envio do nosso sistema solar para um buraco negro, por uns largos milhões de anos.
Sabe-se que, entretanto, algumas individualidades terrestres encontram-se a tentar convencer José Sá Fernandes a desistir da acção por si interposta, alertando-o para as consequências práticas do seu acto para a felicidade do nosso sistema solar.
Tentámos contactar alguns habitantes de Plutão para recolher algumas opiniões sobre este caso, mas não foi possível encontrar algum ser que se quisesse pronunciar sobre o assunto.
Ficaremos a aguardar, com curiosidade, desenvolvimentos sobre esta matéria.”
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Marquês
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O Senhor das Aldeias - As Duas Asneiras
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Marquês
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Desde o WTC nunca mais se ouviu a expressão
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A aldeia revela em primeira mão

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segunda-feira, 4 de setembro de 2006
O Senhor das Aldeias - O Regresso do Marquês
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Verdade da semana
As mulheres são como as moedas: ou são caras ou são coroas
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Inspector Serôdio, José Serôdio
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Domingo era para ter ido jogar golfe para descontrair

É que ía pela chamada porta do cavalo e achei que era capaz de não valer a pena, tendo em conta as penalidades envolvidas (podia não me conseguir controlar).
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Sábado fui até ao Zoo
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Sexta-feira fiz a minha boa acção do dia

Ía eu muito descansadinho tomar uma banhoca e mudar de roupa para mais uma noitada de Taberna e eis que encontro um amigo meu, que trabalha para a EMEL, desesperado porque já não tinha bloqueadores de pneus nem daquelas fitas que dizem que a viatura está imobilizada à espera de reboque.
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sexta-feira, 1 de setembro de 2006
Pensamento da «rentrée»
As nuvens são como os chefes... quando desaparecem, o dia fica lindo!!!
(mas não os blogs)
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Inspector Serôdio, José Serôdio
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Vamos ajudar a reconstruir o Líbano
E aquilo que começou por ser, por iniciativa do Governo, uma missão destinada às forças de defesa nacional, ou seja, aos militares que seriam destacados em Outubro para o local, acabou por comover outros cidadãos portugueses que, de forma desinteressada, decidiram também propor ajuda à reconstrução, de forma a embelezar aquele país e a deixar um cunho pessoal da passagem dos que ajudaram na reconstrução.
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Acabou-se-me o stock de cerveja
E lá tive eu de ir, mais a minha actual companheira, ao supermercado renová-lo. E ainda por cima chovia! Os sacrifícios que eu não faço por bebida, caramba!
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09:28:00
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Não gosto de baseball
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quinta-feira, 31 de agosto de 2006
Como é que sabemos que o nosso novo vizinho do lado, que é inglês, é um tipo...
... daqueles que estão dispostos a dar tudo em troca de uma vizinhança mais próxima, se possível mesmo muito juntinha?
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21:31:00
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E a esta hora, numa certa ilha para lá de longe...
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ENGº. Viriato
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A malta da aldeia gosta muito de praia
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Não calculei que a cadela tivesse sido assim de tal ordem
E estou mesmo convencido de que quando me deitei para um soninho de beleza aquele local era um descampado.
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09:38:00
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E se o anterior era o post 1000, este é o post das
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09:36:00
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quarta-feira, 30 de agosto de 2006
Malta, parece impossível mas conseguimos: este é o post Mil
Ainda pensei, a título de comemoração, colocar aqui umas fotos de umas milenas, mas essas já foram todas caçadas pelo Banco de Portugal e substituídas pelas notitas de euros.
À falta de melhor, fui buscar aos arquivos esta foto alusiva ao post Mil...ene Domingues, que acho que também não fica a destoar.
O que pensam Vós, ilustres camaradas de blog e visitantes?
Hic Hic Hurra
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15:43:00
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Era disto que vos falava
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15:37:00
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Dos tempos em que fui mecânico de aeronáutica
Eu juro que era competente, mas palavra de honra que não me recordo de me ter esquecido de colocar esta pecinha no aeroplano.
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Nova medida governamental
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terça-feira, 29 de agosto de 2006
Já percebi porque é que lhes chamam mongolóides
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Será que é só no Vietnam?
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A aldeia apresenta aquela que poderia ter sido uma verdadeira criação Viriatus
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segunda-feira, 28 de agosto de 2006
Apologia da Fuga ao Fisco – II (O destino dos Impostos)
No primeiro post da série abordei a questão da origem dos impostos e julgo que deixei demonstrado que os mesmos têm a sua génese numa valente vigarice a todo o povo trabalhador. Hoje vou mais longe e escrevo sobre aquele lugarzinho mítico para onde era suposto ir o nosso suado dinheiro e do lugar para onde ele efectivamente vai.
Dizem-nos os nossos governantes que o dinheiro que à força nos tiram se destina a pagar a educação dos jovens, a garantir a saúde de toda a população e a estabelecer a segurança dos idosos. Nesse discurso edilico as palavras que mais se ouvem são “solidariedade”, “justiça”, “redistribuição” e “igualdade”. E até podia ser que com isso concordássemos se fosse real. Mas não é!
Todos sabemos que a maioria dos jovens que decide prosseguir os estudos no ensino superior público estão sujeitos ao pagamento de propinas cada vez mais elevadas e que, tendencialmente, se aproximam dos valores que cada faculdade supostamente gasta com o curso. Mais, grande parte desses jovens vê-se obrigado a frequentar instituições de ensino privadas, onde paga elevadas quantias, na medida em que no ensino público não há lugar para todos. Nos graus de ensino mais baixos é conhecido o valor astronómico que os pais dos alunos anualmente têm de pagar por livros inflaccionados e de baixa qualidade mas que são obrigatórios, o mesmo se dizendo do passe social para as crianças se deslocarem, da má e cara comida das cantinas escolares, etc. Logo, não é para o ensino dos jovens que vão os nossos impostos.
Quanto aos impostos servirem para pagar a saúde dos portugueses é outra refinada mentira. Qual é o português que necessita de ir a um dentista e não tem de pagar do seu bolso? Quantos de nós não conhecemos pessoas que necessitaram de operações urgentes e tiveram de recorrer a privados para não morrerem? Quem não sabe que em caso de gravidez as pessoas têm de recorrer a privados e pagar brutalmente uma simples ecografia que o Estado não lhe faz? E as taxas moderadoras, galopantes e injustas, não são uma forma de pagamento dos maus serviços prestados? Logo, os impostos não pagam a saúde dos portugueses!
No que respeita aos idosos é bom que se saiba que os lares ditos sociais estão apinhados e servem só para quem tem cunha para lá meter o pai ou a mãe. Os outros lares, os disponíveis, fazem-se pagar regiamente. E se o idoso ainda não chegou à fase de necessitar de um lar tem de sobreviver com uma reforma miserável e estar constantemente a ouvir dizer que a segurança social vai rebentar e as reformas vão acabar. Logo, não é para os idosos que vão os nossos impostos!
Para onde vão?!
Vão para os chorudos ordenados e regalias de uma classe política que tomou o Estado refém e vive num paraíso na terra à custa do trabalho dos seus concidadãos. Convém não esquecer que no período de pior crise o gabinete do 1º Ministro José Socrates achou por bem comprar um BMW topo de gama para substituir o BMW topo de gama de há dois anos. E quem não se lembra de um certo WC milionário pago com o nosso dinheiro? E sabemos igualmente que os deputados ganham fabulosos subsídios de reinserção quando perdem umas eleições e deixam de ser deputados...e as viagens... e as ajudas de custo... e os favores feitos a grandes grupos económicos para onde invariavelmente se vai trabalhar quando se deixa a política (obras públicas milionárias que ninguém entende e que não servem os interesses do país: OTA, TGV... quantas mais?!).
E vão também para um reforço constante dos mecanismos de controlo e repressão da população. Os únicos concursos públicos de que ainda se ouve falar são para agentes da PSP e da GNR, para Juizes e fiscais das finanças. Os donos do Estado garantem assim um estreito controlo da população e uma efectiva repressão em caso de um dia haver revoltas contra este estado de coisas.
E vão, finalmente, para os filhos e amigos dos donos do Estado, através do sacrossanto instituto da CUNHA, aquele que faz com que não existam concursos públicos “limpos”, aquele que mais regalias distribui e mais injustiças gera.
E é este, em suma, o destino dos nossos impostos.
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ENGº. Viriato
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