Julgo estarmos perante uma palavra que, «in casu», funciona substancialmente como adjectivo (ou adjectivamente como substantivo), senão vejamos: a porca (substantivo) foi uma porca (adjectivo) em sujeitar-se às sevícias do indígena.
Isto fez-me recordar um caso que tive aqui há uns anos. Fui mandado ali para os lados de Nafarros por denúncias de vizinhos de um nobre que, amiúde, escutavam gritos de «arre, Rocinante, arre meu lindo corcel!», intercotados com relinchos, tudo isto altas horas da noite. Curiosidade: o dito senhor havia regressado poucos meses antes de terras da Vera Cruz...
Antes de contactar o Inspector, não será melhor esclarecer se a palavra "porca" é, no caso em apreço, um substantivo ou um adjectivo?
ResponderEliminarO Proffffffffe
Caro Proffffffe,
ResponderEliminarEu acho que, no caso em apreço, foi mesmo à traição (será que traição é adjectivo ou substantivo?)!
É melhor ir ver ao dicionário para não fazer porcaria, como o Eraldo!!!
Mas o nosso Inspector é que é o especialista nesta matéria...
Hic Hic Hurra
A explicação é o homem ter entrado (salvo seja) em parafuso...
ResponderEliminarEvaristo
Caros amigos,
ResponderEliminarJulgo estarmos perante uma palavra que, «in casu», funciona substancialmente como adjectivo (ou adjectivamente como substantivo), senão vejamos: a porca (substantivo) foi uma porca (adjectivo) em sujeitar-se às sevícias do indígena.
Isto fez-me recordar um caso que tive aqui há uns anos. Fui mandado ali para os lados de Nafarros por denúncias de vizinhos de um nobre que, amiúde, escutavam gritos de «arre, Rocinante, arre meu lindo corcel!», intercotados com relinchos, tudo isto altas horas da noite.
Curiosidade: o dito senhor havia regressado poucos meses antes de terras da Vera Cruz...