quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

É só fartar vilanagem

No curto prazo, a prioridade do novo Governo será a de assegurar a ratificação do Tratado acima referido. O Governo entende que é necessário reforçar a legitimação democrática do processo de construção europeia, pelo que defende que a aprovação e ratificação do Tratado deva ser precedida de referendo popular, amplamente informado e participado, na sequência de uma revisão constitucional que permita formular aos portugueses uma questão clara, precisa e inequívoca.
in Programa do XVII Governo Constitucional (2005-2009), Capítulo V, ponto 2.
Hic Hic Hurra

3 comentários:

  1. Anónimo11:38:00

    Poderia ser aceitável que o PM dissesse, simplesmente, MUDEI DE OPINIÃO.
    Acontece, as circunstâncias mudam, etc.
    Agora vir dizer-nos que este Tratado é totalmente diferente do outro, é fazer de nós parvos.
    Será que os scolaris somos nós?

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  2. Caro carteiro,

    Tenho para mim que seria perfeitamente aceitável (afinal, tudo na vida é mutável e todos temos o direito de mudar de opinião) que assim fosse.
    Mas não foi assim que as coisas se passaram.
    E, uma vez mais, ficamos com a sensação de termos levado outro grande barrete e, pior ainda, temos de o engolir já que, em democracia, estas coisas das maiorias absolutas assim o obrigam.
    Por outro lado, o aviso de S. Exa. o Senhor Presidente da República faz, neste momento, concorde-se ou não com a integração de Portugal na União Europeia, todo o sentido. Imagine-se o que seria, na fase actual, através de um referendo, a população nacional vir dizer não ao Tratado...
    Seria uma barraca maior do que aquela que o outro transporta para Lisboa quando vem cá participar numa cimeira!!!!!
    Quanto a fazer de nós parvos... mas isso já alguma vez sucedeu nesta legislatura?????!!!!!
    Hic Hic Hurra

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  3. Anónimo17:19:00

    Esta é mais uma mostra do que é o nosso "Pinócrates" - Pinóquio+Sócrates! Uma vergonha está visto, a juntar aos 150mil postos de trabalho e aos impostos...

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