terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Lá por fora a Brigada de Trânsito é muito mais profissional


E, numa operação em época natalícia e de final de ano, decidiram fazer um reconhecimento do problema, para ver se entendiam o perfil do bebedor crónico que pega no volante depois de estar com uma tosga monumental.
Ou então, face à inércia geral em lidar com a problemática, socorreram-se do velho chavão: se não os podes vencer, junta-te a eles!
Bebo a isso!!!!
Hic Hic Hurra

4 comentários:

  1. Anónimo12:46:00

    Caro vizinho, há por aí cada GNR com cada piela... Enfim já sabemos que aquelas barriguinhas têm de vir de algum lado! Até porque, quem é que consegue resistir a umas minis e a uns petiscos??? Nem eu consigo, quanto mais esses amigos do copo!

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  2. Anónimo16:27:00

    E mal acabou de soprar no balão (blow job ou balow job, já não sei)a rapariga exigiu 50 euros ao GNR.
    É a tarifa para um BOCAdinho...

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  3. Anónimo16:37:00

    Caro Zé Porvinho,
    Andam por aí uma criaturas, Histerix, Feitobif, Paciente Inglês, Maroto, etc. pouco tementes a Deus... izz...e cujos comentários...izz...fazem corar as meninas da minha catequese ..izz..
    Não havia necessidade...izz...senhor Porvinho que se despe...perdão, se dispõe a tudo o que cheire a coisa lasciva...izz.
    Mas a máxima culpa é de um tal Carteiro que lhes enfia ...izz na ranhura cartas licensiosas...izz.

    E ainda por cima (sem ofensa)o senhor Porvinho vai fazer elogios ao blogue desse devasso Carteiro.

    Shame on you, senhor Porvinho.

    E não te absolvo...izz...

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  4. Caro vizinho vermouth,

    E eu que andava convencido que o proeminente abdómen dos GNR era só músculo adquirido por força do peso da arma que carregam à cintura.

    Caro histerix,

    Será uma reacção tipo, à boa maneira de Pavlov, sempre que escutam a famosa frase: "importa-se de soprar aqui?"

    Caro diácono,

    Eu cá sou mesmo um desavergonhado, para além de desbocado, desorientado, desfocado, desancado, desanimado, desfraldado e outras coisas acabadas em ado (é esse o meu triste fado).

    E não retiro uma vírgula que seja ao que disse, a menos que me subornem com um bom tinto, caso em que ponderarei substituir a dita cuja no contexto das frases proferidas.

    Pronto, já que não fui absolvido, vou para os copos para esquecer!

    Hic Hic Hurra

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