Por outro lado, as receitas da edilidade não são por aí além, pelo que sacar mais uns cobres com o estacionamento vinha mesmo a calhar.
Vai daí, estiveram em Portugal vários técnicos angolanos a receber formação, regressando ao seu país cheios de motivação e empenho para que a nóvel EMEL - Empresa dos Município de Estacionamentação de Luanda se afirme como uma inesgotável fonte de receitas para a Câmara e um regulador do estacionamento urbano.
E começaram logo a atacar no bloqueio de veículos indevidamente estacionados. Como os aparelhos destinados a esse fim ainda não tinham chegado, recorreram aos recursos humanos internos da empresa.
Ora vejam se não dá um resultadão:
Meu caro Inspector,
ResponderEliminarE o carro, depois, pega?
Ou vai lá só de empurrão?
E os danos sofridos pela viatura?
E os danos morais dos donos da viatura?
Hic Hic Hurra
Os argumentos do Zé Porvinho são, realmente, de PESO.
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