Devo confessar que já não me ria tanto, e há tanto tempo, como nas últimas 12 horas.
Tudo começou com Luís Filipe Menezes num jantar em Quarteira, ao afirmar que tinha descoberto que o PSD tinha cerca 200 militantes numa reserva amazónica.
Mais risível foi a reacção de Macário Correia, em representação da candidatura de Marques Mendes, dizendo que o PSD tinha militantes em todo o mundo e que as suspeições levantadas por Menezes ofendiam tais militantes.
Por mim, estou à espera de saber quantos militantes do PSD, residentes no Ártico, vão votar nestas directas.
Seguiu-se a já famosa entrevista de Pedro Santana Lopes na SIC Notícias. Ia o próprio abrir a boca para responder às perguntas, quando é interrompido pela redacção, que envia a emissão para a recepção do Mourinho no aeroporto. Santana Lopes mandou-se ao ar, diz que estão todos malucos e vai-se embora. Pela primeira vez desde sempre, concordo com uma opinião de Santana Lopes. Ricardo Costa, director de informação da SIC Notícias afirma tratar-se de mais um excesso de Santana Lopes. Ficamos na dúvida sobre, se tivesse sido António Costa ou José Sócrates os entrevistados, a emissão teria sido igualmente interrompida...
Ainda durante a noite, tivemos a certeza de que Nossa Senhora ainda é mais forte do que o Papa (adeus FCP) e de que o Benfica ainda é capaz (tenho dúvidas) de conseguir manipular alguns pauzinhos no conselho de arbitragem.
Cúmulo dos cúmulos, cortei a SIC e a TVI lá em casa para que o pequeno Marquês não tivesse ideias de comprar adereços das Chiquititas e quejandos, obrigando o miúdo a ver os documentários do Canal 2, bem como o Jornal 2. Para mal dos meus pecados, o puto disse-me ontem à noite que queria uma roupa igual "à daquele miúdo", apontando para Marques Mendes no televisor.
Isto já para não falar em momentos anteriores, como o facto de Portugal ter ficado numa classificação à frente de Espanha, Alemanha e Reino Unido em termos de qualidade de vida; as seringas que o Governo vai começar a fornecer aos reclusos, sem que ninguém nos diga quem é que vai fornecer a droga nas prisões; e o regresso de Manuel Maria Carrilho à escrita na comunicação social.
O nosso País cada vez mais parece uma anedota.
Eu gostei mais das indirectas do FM mais que directissimas, relativas as directas do PSD!
ResponderEliminaré caso para dizer que há quem seja pequeno no palanque... outros que são mesmo não o sendo não são maiores do que o que veem.
que palhaçada... qto é o bilhete? será que me pagam também?
No meio disto tudo o pequeno Marquês esteve bem, afinal "queria uma roupa igual à daquele miúdo" e com a sinceridade de uma criança disse tudo: um miúdo, uns miúdos que tornaram este país no que vemos.
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