
Conheci-a na Taberna da Aldeia.
Partilhámos três caixas de tinto e duas de branco.
Levei-a para casa.
Coloquei uma música calma e acendi várias velas, que espalhei estrategicamente pela sala, de maneira a criar um ambiente romântico.
Preparei-lhe uma bebida e ela, ávida que estava por mais um copinho...
Raios, acabei a noite nas urgências de Santa Maria!
Hic Hic Hurra
caro vizinho,
ResponderEliminara miuda ficou nervosa...
Engenheiro,
ResponderEliminarIsto pode ser considerado como violência doméstica, já que aconteceu na sua casa. Já pensou se a moçoila faz queixa de si?! O melhor é oferecer-lhe umas garrafitas para a subornar....
Caras vizinhas (resposta conjunta e tal),
ResponderEliminarEu, de facto, tenho em mim aquele magnetismo animal que só está ao alcance dos grandes bebedores (e não é só o magnetismo, é o cheiro, o comportamento, enfim... todo o ramalhete) e acho perfeitamente compreensível que ela estivesse nervosa.
O que me lixa é que, como dei a morada da minha pequena mansarda, chegou hoje a continha da taxa moderadora e dos exames realizados (pequena cirurgia labial para extracção do copo incluída) e quem vai ter de ser cavalheiro e arcar com a dolorosa já sei eu quem é!!!!
E mais, ainda estou para saber porque é que insistem em chamar àquilo taxa moderadora!!!! É que a continha não é nada moderada!!!! Vai lá, vai...
A violência doméstica, por seu turno, é algo a cujos encantos eu nunca me rendi, tanto mais que, mesmo que o quisesse fazer, é-me completamente impossível descortinar qual das 12 silhuetas que me aparecem à frente eu devo agredir.
Agora também lhe digo, se acaso a rapariga fizesse uma queixa dessas e eu tivesse de lhe ofertar umas garrafas de tinto para a subornar, isso sim seria violência doméstica. Porquê? Porque estava a ser atingido em minha própria casa, e logo num bem de primeira necessidade e sem o qual não consigo sobreviver!
Hic Hic Hurra