sexta-feira, 4 de abril de 2008

A nova ponte Chelas-Barreiro será da autoria do Arquitecto e Engenheiro Pinto de Sousa

A aldeia teve acesso ao despacho do Governo que atribui a construção da nova ponte sobre o Rio Tejo ao Arquitecto Eng.º Pinto de Sousa.
Foi um José Sócrates muito emocionado que compareceu perante a comunicação social para transmitir a boa nova, esclarecendo que se encontrava mandatado para, em nome do Arquitecto Engenheiro em questão, afirmar que foi com orgulho que soube ter sido indigitado para avançar com esta obra fundamental e que durante as suas últimas férias teve a oportunidade de realizar um teste com vista à projecção da obra final, que se mostra na foto em anexo.
Para que não sucedam as mesmas confusões ocorridas com o novo aeroporto,o Governo decidiu também que a localidade de Chelas irá ser transferida para a Covilhã e o Barreiro para Castelo Branco, aguardando-se apenas o desvio do curso do Tejo para aquela zona, de maneira a que não existam mais preocupações com a localização da obra.
Quanto a Mário Lino, à hora em que damos esta novidade estava ao telefone com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil para saber se as premissas do parecer se manteriam caso existisse uma mudança de Chelas... e do Barreiro... e do próprio Rio Tejo!
Uma mudança de Governo é que era, dizemos nós.
Hic Hic Hurra

4 comentários:

Ticha disse...

Isso é que era, vinha mesmo a calhar!

Anónimo disse...

Eu creio que esta ponte ainda vai dar a Sarilhos Grandes e permitir muita lavagem na Baixa da Banheira, charmosas localidades do deserto daquela banda folclórica.
No despacho determinante, ao olhar para os nomes, não vi o Sócrates.

Só VIOLINO...


Evaristo

Bottled (em português, Botelho) disse...

Cara vizinha ticha,

Como diria Martin Luther King: "I have a dream!"

Hic Hic Hurra

Bottled (em português, Botelho) disse...

Caro Evaristo,

Deliciosa combinação de palavras!

Mas uma coisa é certa: poucos terão tido um vislumbre do alcance desta medida do Governo, com a mudança para o interior do país das localidades de Chelas, do Barreiro e do próprio curso do Rio Tejo.

Além do inevitável progresso, nunca mais se ouviria falar da chamada desertificação do interior.

Pois pode lá haver um deserto com tanta água à volta! É que é todo um rio!!!

Hic Hic Hurra