sexta-feira, 4 de abril de 2008

A aldeia prova que existem armas nas escolas

Dando assim razão ao Procurador-Geral da República nas afirmações proferidas em reunião que manteve com o Presidente da República, e à Ministra da Educação que veio confirmar já ter conhecimento desse facto.
Para que não restem dúvidas, o nosso agente infiltrado ultra-secreto, que ninguém sabe quem é mas responde pelo nome de Inspector Serôdio, deslocou-se ao Porto, mais concretamente à Escola Secundária Carolina Michaelis e conseguiu, após ter acertado na senha à entrada, ter acesso e fotografar a sala de convívio dos alunos onde ouviu dizer, à boca cheia, que "se a Prof. não tivesse devolvido o telemóvel à chavala, a malta vinha aqui e limpava-lhe o sebo à saída! Ainda há granadas de mão? O Prof. de Português disse-me que se eu não me portasse bem me dava uma nega e eu estou para ver como é que ele o vai fazer sem mãos e com o resto do corpo, aos bocadinhos, espalhado pela sala...".
Quando fomos saber, junto de Maria de Lurdes Rodrigues, quais as medidas que o Governo pensava implementar, uma vez que já tem conhecimento da existência de alunos armados nas escolas portuguesas, esta respondeu que pensava que, com o aumento da criminalidade, eram armas para auto-defesa e ficou surpreendida quando lhe disseram o contrário.
Desta forma, existe já um plano de desarmamento que passa por negociar com os alunos as notas finais, as idas em excursões e mesmo a entrega de alguns professores menos queridos, por troca com as armas mais letais.
Pode não ser Carnaval, mas temos de reconhecer que, às vezes, o executivo até toma algumas medidas verdadeiramente fulminantes!
Hic Hic Hurra

2 comentários:

João J. disse...

Sempre estou para saber como consegui vir fotografar o bunker aqui do quintal...

Bottled (em português, Botelho) disse...

Caro vizinho,

Isso tem de perguntar ao Senhor Inspector, que as técnicas de ocultação, penetração (que foi?) em território inimigo, disfarce e obtenção de meios de prova são resquícios do Curso de Formação Intensiva para Detectives que frequentou num país africano, como fizemos já questão de frisar aqui neste mesmo blogue.

Hic Hic Hurra