Para Vós, que habitam em meu coração
Estas férias foram atribuladas, como já vem sendo hábito, devido a factores externos que, embora fazendo parte da vida, não deixam de as condicionar.
No entanto, as muralhas que se nos vão erguendo, sucessivamente, em tempos que deveriam ser de descanso e de calmaria e que tal não possibilita, acabam por ser transpostas, sabe-se lá com que sacrifícios.
Para compensar, no entanto, ficam os bons momentos e a certeza de que existe muito boa gente neste mundo a quem dá gosto ter como Amigos e que nos tratam de uma forma que apenas os nossos corações, nunca estas meras palavras, conseguem demonstrar.
Ainda assim, para gente que gosta do mar, tal como eu, e que souberam dar-nos o melhor de Si neste final de férias, mostrando-nos que o mar pode ser fonte de sustento mas também raíz de pureza de sentimentos e de nobreza de carácter, que nos colocaram tudo à disposição apenas com o desejo de que nos sentissemos bem (e que bem que nos sentimos, por Deus), para pessoas que são já da nossa família, como sempre foram, que nos deram um banho de amizade e carinho e nos embalaram, calmamente, na força que um abraço, um beijo e a pureza dos respectivos corações demonstram, qual onda que vem, macia e cheia de espuma, estender-se ao comprido na areia molhada de uma praia, fica esta Canção do Mar.
Singela homenagem, que não faz justiça ao tratamento dispensado, à alegria que foi conviver convosco e estar rodeado de seres humanos na verdadeira acepção do termo, mas que tem de ser feita.
Estive sempre em casa...
Obrigado!
Hic Hic Hurra
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