O seu mais-que-tudo porta-se mal?

A aldeia disponibiliza este estupendo e revolucionário produto que lhe vai permitir tornar um queijinho fresco ou um marujo (nas expressões felizes da vizinhança) num verdadeiro fado-do-lar, e isto porque após umas semanas a pão e água (e sem ver o padeiro) nesta magnífica engenhoca, toda em ferro forjado soldado com dupla cravação para evitar tentativas de fuga, é mais do que certo que dali sairá um homem novo, pronto a assumir toda e qualquer responsabilidade na lida da casa, essa península desconhecida para o comum dos machos, e ainda, como complemento, as assumirá de sorriso nos lábios, a assobiar e a cantar o fado do 31 (daí a designação de fado-do-lar, raios, tenho de estar sempre atento e vigilante a esta coisa para não trocar as vogais, já que isto é consoante os dias...)!
Se quer viver o seu conto de fadas (ufa, acertei nas vogais) pessoal, não hesite.
Encomende já para que os outros, quando falarem de si, sejam obrigados a dizer: e viveram felizes para sempre, num castelo impecavelmente limpo pelo princípe consorte (que se interrogará, sempre a cantar o fado, das razões que levaram o povo a adoptar tal expressão).
Com a garantia de qualidade da aldeia.
Pelo menos nós garantimos que sim!
Hic Hic Hurra
3 comentários:
Muito bom,
Este espirito para o negócio sempre em grande! É desta que o vizinho vai enriquecer, a julgar pela quantidade de marujos e queijinhos frescos que andam por aí...hehe
É pá, Zé, não lhes dês ideias!
Já têm blogs e tudo - qualquer dia estão fumar!...
Cara vizinha ticha,
Deus a oiça... que eu acho que já era mais do que tempo para passar a ser um homem rico, em vez de um rico homem! E vice-versa! E vira-o-disco e toca o mesmo!
Caro Senhor Inspector,
Negócio é negócio, conhaque é conhaque!
Hic Hic Hurra
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