quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Souvenir adquirido pela Marquesa, mas do qual o Marquês não se quer separar


Como sabemos, graças aos relatos emocionantes do nosso comentador oficial com tracção às quatro patas, Inspector Serôdio, qual Gabriel Alves das válvulas e cilindros, os membros deste blog andam embrenhados no Lisboa-Dakar, lutando para ver qual deles fica em último lugar que, como se sabe, é o primeiro a contar do fim e permitiria um lugar no pódio e mais uma brilhante conquista aos Mouros, desta feita muitos séculos volvidos após a pancadaria de que todos os livros de História falam (exceptuando os dos Mouros, vá-se lá saber porquê!).
Assim, em pleno deserto a Senhora Marquesa apercebeu-se da presença de uma tenda montada por um beduíno que, coitado, após ter de regatear o preço da peça artesanal que se mostra acima com a Senhora Marquesa (o que implicou nova penalização para a equipa, pois foram duas semanas e quatro dias até que o beduíno desmontou a tenda e virou costas, literalmente enviando a peça objecto de regateio para cima dos pés do Marquês e cuspindo várias vezes na sua direcção, antes de se afastar rumo a nenhures), acabou por se ver privado daquele artefacto que, sabe-se já, o Senhor Marquês, sempre que pode, surrupia à noite à sua esposa, de maneira a poder sentir os poderes mágicos que dizem que o artefacto possui, em termos de erotismo ou algo mais.
Hic Hic nessas alturas, quem fica de trombas é a Senhora Marquesa, que tem de se consolar com o Negão!

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