Como? Mas como?...
Ainda continuo transtornado.
Não é com as cheias.
Não é com o orçamento de Estado.
Não é com a revolta do PSD contra os "Prós e Contras".
Não é com a versão apresentada pelo David Fonseca do "Afinal havia outra" no "Diz que é uma espécie de magazine".
É, sim, com esse acto inútil e tresloucado que Marisa Cruz comentou ao estacionar no lugar reservado para deficientes no Aeroporto Sá Carneiro.
Mas o que lhe terá passado pela cabeça?
Será que ela não imaginou a quantidade de deficientes que tiveram de andar à procura de lugar no aeroporto por causa dela?
Será que ela não imaginou as consequências para o País?
Vai ser preciso muito, mas muito, para Portugal esquecer mais um acto que contribui para a depressão da economia nacional.
Pelo menos, a comunicação social vai encarregar-se de não fazê-lo esquecer tão cedo perante a sociedade portuguesa.
1 comentário:
É verdade, pá... eu estava lá... eu vi tudo... a gaija chegou toda à má fila e espeta com o chiante dela no lugar destinado aos deficientes (também, a gaija é loira, é quase equiparada a deficiente, benza-nos Deus).
E eu fiquei ali a olhar para um deficiente que, coitado, não tinha onde estacionar a mota dele, a babar-se que nem um animal quando viu que era a Marisa Cruz.
E depois as palavras dele é que me deixarama de rastos: se ela ao menos me viesse consolar, com uns miminhos e tal e umas afalfadelas bem dadas eu até lhe perdoava, mas assim não. Acabou de perder um espectador atento do euromilhões. Agora a merda toda é que, sem braços, como é que eu disfarço esta erecção?
Obviamente que deixei o desgraçado a pensar na melhor maneira de resolver o problema...
Mas não se faz...
Zé P... ups... anónimo, sob total anonimato
Enviar um comentário